Putaria tour
Meu cunhado viajou a negócios para Natal. Foi conhecer a praia de Ponta Negra e descobriu que a dita cuja se tornou um bordel ao ar livre. Não havia sequer um minuto sem que um local aparecesse para vender não água-de-coco ou picolé, mas mulheres. Uma média de R$150 por “cabeça”. Meu cunhado, que tem cara de gringo, não teve sossego. Sentado num bar, ouviu esse diálogo entre um espanhol, da mesa ao lado, e um “agenciador”: “No quiero, vete de aquí! No me gustan las putas”. E o brasileiro: “Então volta pro seu país. Aqui só tem puta.” E o problema, claro, não é desconhecido dos natalenses…







