<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Da diferença entre pensamento aberto e fechado</title>
	<atom:link href="http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/</link>
	<description>blog do escritor yuri vieira e convidados...</description>
	<lastBuildDate>Sun, 06 Feb 2011 23:29:18 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
	<item>
		<title>By: O Garganta de Fogo &#187; Sobre a necessidade de classificar o mundo</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/comment-page-1/#comment-1782</link>
		<dc:creator>O Garganta de Fogo &#187; Sobre a necessidade de classificar o mundo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2006 03:43:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/#comment-1782</guid>
		<description>[...] Certa vez eu, o Yuri e o Paulo conversamos até tarde num barzinho (destes que Goiânia pari e mata aos montes) sobre o paradoxo de Russell e sobre como ele redefinia a idéia de classificação com a qual sempre trabalhamos. Em outras palavras, Russell mandou para o espaço o que costumo chamar, não sem alguma pretenção didática, &#8220;visão supermercadológica&#8221; do mundo. O que isso tem a ver com o post anterior do Pedro e sua resistência à nossa insistência em enquadrá-lo? Sigam-me. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Certa vez eu, o Yuri e o Paulo conversamos até tarde num barzinho (destes que Goiânia pari e mata aos montes) sobre o paradoxo de Russell e sobre como ele redefinia a idéia de classificação com a qual sempre trabalhamos. Em outras palavras, Russell mandou para o espaço o que costumo chamar, não sem alguma pretenção didática, &#8220;visão supermercadológica&#8221; do mundo. O que isso tem a ver com o post anterior do Pedro e sua resistência à nossa insistência em enquadrá-lo? Sigam-me. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: pedro novaes</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/comment-page-1/#comment-1753</link>
		<dc:creator>pedro novaes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2006 21:15:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/#comment-1753</guid>
		<description>Meu chapa,

Você tem razão em todos os sentidos. Eu reconheço a necessidade de simplificarmos e qualificarmos como um dos passos para entendermos. Digamos que o saudável é um movimento dialético entre simplificar, recomplexificar, ressimplificar, e assim, Deus querendo, avançamos em nosso parco entendimento das coisas. Mas é o que vc diz, quando nos prendemos em nossa trajetória a certas simplificações, acho que corremos o risco de perder o bonde. 

Por outro lado, acho que minha preocupação é menos essa do que aquela que expressei num dos meus primeiros posts. A da necessidade de um esforço de nos movermos por genuíno e honesto esforço de entendimento, tentando ao máximo não ser vaidosos e desenvolvendo ao máximo a capacidade de se deixar flutuar livremente, sem amarras, no espaço das idéias, examinando-as com máxima liberdade. O que o Paulo chamou aquele dia no boteco, um pouco aveadadamente, de &quot;realmente abrir as pernas&quot;. Muitas dessas pinimbas têm que ver com um vício de reafirmação de posições sem parar para se autocriticar primeiro (isso vale para mim, posso afirmar).

Além disso, o que não é o seu caso, acho que há também uma outra coisa muito feia, que é o uso dessas categorias para desqualificar o outro e suas idéias. Eu sei bem disso por trabalhar também na área ambiental, e volta e meia ser chamado de &quot;ambientalista&quot; num tom meio desdenhoso, quando não de &quot;ecochato&quot;. O que isso diz, entende? Não diz nada, tanto que, provavelmente, muitos dos ambientalistas de plantão ficariam horrorizados com muitas de minhas idéias. O mesmo vale pra pecha de esquerdista, neste sentido.

E, como diz essa humilde expressão goiana que acho muito simpática: &quot;me desculpe qualquer coisa&quot;.

Abraços,

Pedro.

PS: já fiz o &quot;health check&quot; uma vez; vou lá de novo ver o que dá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu chapa,</p>
<p>Você tem razão em todos os sentidos. Eu reconheço a necessidade de simplificarmos e qualificarmos como um dos passos para entendermos. Digamos que o saudável é um movimento dialético entre simplificar, recomplexificar, ressimplificar, e assim, Deus querendo, avançamos em nosso parco entendimento das coisas. Mas é o que vc diz, quando nos prendemos em nossa trajetória a certas simplificações, acho que corremos o risco de perder o bonde. </p>
<p>Por outro lado, acho que minha preocupação é menos essa do que aquela que expressei num dos meus primeiros posts. A da necessidade de um esforço de nos movermos por genuíno e honesto esforço de entendimento, tentando ao máximo não ser vaidosos e desenvolvendo ao máximo a capacidade de se deixar flutuar livremente, sem amarras, no espaço das idéias, examinando-as com máxima liberdade. O que o Paulo chamou aquele dia no boteco, um pouco aveadadamente, de &#8220;realmente abrir as pernas&#8221;. Muitas dessas pinimbas têm que ver com um vício de reafirmação de posições sem parar para se autocriticar primeiro (isso vale para mim, posso afirmar).</p>
<p>Além disso, o que não é o seu caso, acho que há também uma outra coisa muito feia, que é o uso dessas categorias para desqualificar o outro e suas idéias. Eu sei bem disso por trabalhar também na área ambiental, e volta e meia ser chamado de &#8220;ambientalista&#8221; num tom meio desdenhoso, quando não de &#8220;ecochato&#8221;. O que isso diz, entende? Não diz nada, tanto que, provavelmente, muitos dos ambientalistas de plantão ficariam horrorizados com muitas de minhas idéias. O mesmo vale pra pecha de esquerdista, neste sentido.</p>
<p>E, como diz essa humilde expressão goiana que acho muito simpática: &#8220;me desculpe qualquer coisa&#8221;.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Pedro.</p>
<p>PS: já fiz o &#8220;health check&#8221; uma vez; vou lá de novo ver o que dá.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: yuri vieira</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/comment-page-1/#comment-1748</link>
		<dc:creator>yuri vieira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2006 17:50:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/#comment-1748</guid>
		<description>Pedro, eu entendo perfeitamente o que vc quer dizer, mas só queria acrescentar que a tal &quot;tendência simplificadora&quot; que vc atribui a apenas &quot;alguns raciocínios&quot;, na verdade, é atributo de qualquer raciocínio são. (Estou lendo Mário Ferreira.) O objetico da razão é esse mesmo: classificar e separar em grupos aquelas idéias/fatos/ideais/etc. que apresentam semelhanças entre si. O papel da razão é, pois, tornar nossa vida mais simples em meio a esse mundo de caos informacional. Na verdade, esse problema que vc aponta tem mais a ver mesmo é com nossa capacidade intuitiva: é a intuição que busca o diferente, o dessemelhante, o assimétrico. (Intuição aqui não é sexto-sentido, mas o &quot;instrumento&quot; do espírito cuja função é apreender o dados do mundo.) Enfim, o que vc está dizendo é que a intuição do povo aí - a minha também, pelo jeito - anda embotada, fechada em seus dados já apreendidos noutra era. Daí a razão não ter outra brincadeira senão a de usar os mesmos legos de sempre para construir os mesmos brinquedos conceituais de sempre. Mas, não se preocupe, vou ali enfiar o dedo na tomada pra ver se dou uma limpada nos meus sistemas de conexão com o mundo.

Ainda assim, acho que seria interessante vc fazer a prova de &lt;a href=&quot;http://www.philosophersnet.com/games/check.htm&quot; target=_blank rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Saúde Filosófica&lt;/a&gt;, que o Daniel me enviou uma vez, e que eu enviei ao Olavo de Carvalho, sendo que, salvo engano, tivemos todos os mesmos resultados (33%). Ela mede seu índice de contradição.
{}&#039;s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, eu entendo perfeitamente o que vc quer dizer, mas só queria acrescentar que a tal &#8220;tendência simplificadora&#8221; que vc atribui a apenas &#8220;alguns raciocínios&#8221;, na verdade, é atributo de qualquer raciocínio são. (Estou lendo Mário Ferreira.) O objetico da razão é esse mesmo: classificar e separar em grupos aquelas idéias/fatos/ideais/etc. que apresentam semelhanças entre si. O papel da razão é, pois, tornar nossa vida mais simples em meio a esse mundo de caos informacional. Na verdade, esse problema que vc aponta tem mais a ver mesmo é com nossa capacidade intuitiva: é a intuição que busca o diferente, o dessemelhante, o assimétrico. (Intuição aqui não é sexto-sentido, mas o &#8220;instrumento&#8221; do espírito cuja função é apreender o dados do mundo.) Enfim, o que vc está dizendo é que a intuição do povo aí &#8211; a minha também, pelo jeito &#8211; anda embotada, fechada em seus dados já apreendidos noutra era. Daí a razão não ter outra brincadeira senão a de usar os mesmos legos de sempre para construir os mesmos brinquedos conceituais de sempre. Mas, não se preocupe, vou ali enfiar o dedo na tomada pra ver se dou uma limpada nos meus sistemas de conexão com o mundo.</p>
<p>Ainda assim, acho que seria interessante vc fazer a prova de <a href="http://www.philosophersnet.com/games/check.htm" target=_blank rel="nofollow">Saúde Filosófica</a>, que o Daniel me enviou uma vez, e que eu enviei ao Olavo de Carvalho, sendo que, salvo engano, tivemos todos os mesmos resultados (33%). Ela mede seu índice de contradição.<br />
{}&#8217;s</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: pedro novaes</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/comment-page-1/#comment-1731</link>
		<dc:creator>pedro novaes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2006 00:45:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/#comment-1731</guid>
		<description>Tá certo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tá certo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Vinicius</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/comment-page-1/#comment-1729</link>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2006 23:18:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.karaloka.net/2006/03/09/aberto-fechado/#comment-1729</guid>
		<description>Concordo - em parte - contigo, Pedro. 

Não fiz uma análise literal do seu artigo, e sim uma análise mais ampla, ontológica.

Você parte do mesmo princípio do meu comentário (ou tenta), ao dizer que, o que eu disse soa como simplista, &quot;pensamento fechado&quot;.

Apenas, e tão somente, discordei da cientificidade do problema. 

Não o rotulei, por favor. 

Cometi um lapso de pensamento. Um suicido intelectual para seu ponto de vista. Porém, na minha humilde visão, não arredo uma só virgula do que disse, só não escrevi o que você gostaria de ouvir. Talvez por isso o surpreendi. 

Discursos como estes sempre geram divergências &quot;apaixonadas&quot;. Mas estou aqui para aprender com vocês, e sempre que errado, mudar de opinião. 

Abração!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo &#8211; em parte &#8211; contigo, Pedro. </p>
<p>Não fiz uma análise literal do seu artigo, e sim uma análise mais ampla, ontológica.</p>
<p>Você parte do mesmo princípio do meu comentário (ou tenta), ao dizer que, o que eu disse soa como simplista, &#8220;pensamento fechado&#8221;.</p>
<p>Apenas, e tão somente, discordei da cientificidade do problema. </p>
<p>Não o rotulei, por favor. </p>
<p>Cometi um lapso de pensamento. Um suicido intelectual para seu ponto de vista. Porém, na minha humilde visão, não arredo uma só virgula do que disse, só não escrevi o que você gostaria de ouvir. Talvez por isso o surpreendi. </p>
<p>Discursos como estes sempre geram divergências &#8220;apaixonadas&#8221;. Mas estou aqui para aprender com vocês, e sempre que errado, mudar de opinião. </p>
<p>Abração!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

