Ninguém pode negar: nunca um governo se cercou de tantos ineptos e bandidos ao mesmo tempo. Destes últimos temos visto muitos exemplares, fiquemos no momento com apenas mais um inepto.
Mês: abril 2006 Page 5 of 10
A suposta direita deste país é tão ridícula e rarefeita que o primeiro partido a apoiar abertamente o impeachment do Lula é o Partido Popular Socialista, o antigo Partido Comunista Brasileiro. (Antes disso só rolaram manifestações individuais de alguns políticos, cada qual mais bundinha e mais “oposição de fachada” que o outro.) Bem, talvez o povo até se mexa agora, já que, como diz o Olavo, é a militância de esquerda que detém o monopólio da agitação. O que será que os demais estão esperando para aderir? Que se deletem as provas que os incriminam? Aliás, Boris Casoy já enumerou todas as razões para a abertura do famigerado processo de impeachment.
Dias atrás eu escrevi aqui que as câmeras digitais e os MP3 players podem virar dinossauros. Vejo agora que os velhos relógios de pulso já estáo caindo em desuso, por conta de novas tecnologias. Do Los Angeles Times, via Estadão:
Relógio se torna vítima da tecnologia
Público jovem prefere ver as horas nos telefones móveis ou nos iPods e as vendas do produto caem
Do Ernesto Sabato:
“Toda consideración abstracta, aunque se refiera a problemas humanos, no sirve para consolar a ningún hombre, para mitigar ninguna de las tristezas y angustias que puede sufrir un ser concreto de carne y hueso, un pobre ser con ojos que miran ansiosamente (¿hacia qué o hacia quién?), una criatura que sólo sobrevive por la esperanza. Porque felizmente el hombre no está sólo hecho de desesperación sino de fe y de esperanza: no sólo de muerte sino también de anhelo de vida; tampoco únicamente de soledad sino de momentos de comunión y de amor.
Porque si prevaleciese la desesperación, todos nos dejaríamos morir o nos mataríamos, y eso no es de ninguna manera lo que sucede. Lo que demuestra la poca importancia de la razón, ya que no es razonable mantener esperanzas en este mundo en que vivimos. Nuestra razón, nuestra inteligencia, constantemente nos está probando que ese mundo es atroz, motivo por el cual la razón es aniquiladora y conduce al escepticismo, al cinismo y, finalmente, a la aniquilación.
Pero, por suerte, el hombre no es casi nunca un ser razonable, y por eso la esperanza renace una y otra vez en medio de las calamidades. Y este mismo renacer de algo tan descabellado, tan sutil y entrañablemente descabellado, tan desprovisto de todo fundamento es la prueba de que el hombre no es un ser racional.”
Assim que der um tempinho, queria escrever sobre o Sabato, meu escritor mais querido.
É engraçado. Mais? Não, prefiro me abster de comentar o que realmente acho da proposta do Normal Project, que encontrei via Polzonoff. Vou repetir: é engraçado.
Poxa, taí uma sacanagem de 1º de Abril que eu ainda não tinha visto, o Google Romance. Com o hipotético algorítmo desse “novo serviço” qualquer um poderia encontrar sua alma gêmea. Tem neguinho que é pago pra elaborar trotes: ô empregão!
Minha amiga Catarina Accioly e o diretor William Ferreira convidam para a estréia da peça “A Obscena Senhora D”, adaptação do livro homônimo de Hilda Hilst. Será dia 21 de Abril – aniversário de nascimento da Hilda – às 21:15h, no Teatro Goldoni, Casa D’Itália (Brasília, 208/209 sul). As apresentações subseqüentes ocorrerão de quinta a domingo, sempre às 21:15, até o dia 07 de Maio. Vale a pena!
Assim como o Yahoo, o Google também lançou sua agenda e calendário para uso pessoal. Agora, além de aos nossos emails terá também acesso aos nossos compromissos. Ah, se essa empresa cair em mãos erradas, ¿quién podrá defendernos?
Por insistência da Jamila, decidi ir atrás de novas fontes de informação e, graças também a ela, comecei pela revista Veja, que, fora os trechos citados no Primeira Leitura, eu não lia havia mais de dez anos. Obrigado, Jamila, a Veja tem publicado ótimas matérias mesmo, embora você não consiga perceber. Esta sobre o Lula e seus 40 ladrões diz o que todo mundo precisa ouvir.
Após a conclusão do discurso de despedida feito aos onze, Jesus conversou informalmente com eles e relatou novamente muitas experiências que lhes diziam respeito como grupo e como indivíduos. Afinal, esses galileus estavam começando a perceber que o seu amigo e instrutor iria abandoná-los e, nas suas esperanças, eles agarravam-se à promessa de que, após um curto período de tempo, ele estaria de novo com eles, no entanto estavam propensos a esquecer que essa visita de volta era também por pouco tempo. Muitos dos apóstolos e principais discípulos realmente pensavam que essa promessa de voltar por um período curto (o curto intervalo entre a ressurreição e a ascensão) indicava que Jesus estava indo embora para uma breve visita ao seu Pai, após o que ele voltaria para estabelecer o Reino. E tal interpretação do seu ensinamento conformava-se tanto às suas crenças preconcebidas, quanto às suas esperanças ardentes. Posto que, desse modo, as suas crenças de toda uma vida e esperanças de ver os desejos satisfeitos estavam de acordo, não era difícil para eles encontrarem uma interpretação para as palavras do Mestre que justificasse as suas aspirações intensas.
Depois de terem analisado o discurso de despedida e de terem começado a assimilá-lo nas suas mentes, Jesus chamou novamente os apóstolos à ordem e começou a fazer-lhes exortações e a dar-lhes os seus conselhos finais.
1. ÚLTIMAS PALAVRAS DE CONFORTO
Quando os onze tomaram seus assentos, Jesus permaneceu de pé e dirigiu-se a eles: “Posto que eu esteja convosco na carne, não posso ser senão um indivíduo em meio a vós ou no mundo inteiro. Mas, quando eu tiver sido libertado dessa veste de natureza mortal, serei capaz de retornar como um espírito que residirá em cada um de vós e em todos os outros crentes deste evangelho do Reino. Desse modo o Filho do Homem tornar-se-á uma encarnação espiritual nas almas de todos os verdadeiros crentes.
“Quando eu tiver voltado para viver em vós e trabalhar por vosso intermédio, eu poderei conduzir-vos melhor nesta vida e guiar-vos pelas várias moradas na vida futura, nos céus dos céus. A vida na criação eterna do Pai não é um descanso sem fim, de indolência e sossego egoísta, mas é, antes, uma progressão incessante na graça, na verdade e na glória. Cada uma, entre tantas estações na casa do meu Pai, é um local de permanência para uma vida destinada a preparar-vos para a próxima, que está à frente. E assim os filhos da luz irão, de glória em glória, até que alcancem o estado divino no qual estarão espiritualmente perfeccionados, como o Pai é perfeito em todas as coisas.
