
Noutro dia, comentando um post do Pedro, falava de uma notícia na TV local de que um neozelandês – que havia perdido as duas pernas num acidente no Mount Cook em 1982 – tinha finalmente chegado ao topo do mundo. Um herói, claro!
Chegar ao cume do Everest não é pra qualquer um, aliás, apenas estar naquela parte do planeta é para poucos; voltar vivo então, restringe ainda mais o grupo ilustre.
Há anos me interesso por esses adoráveis e temerários heróis, dentre eles meu irmão, que escalou o Monte Aconcágua, nos Andes, em 1997.
Esses loucos de carteirinha fazem a Terra menor à medida que realizam seus sonhos, que de tão mirabolantes e absurdos nos parecem risíveis ao primeiro contato, mas se tornam feitos memoráveis na volta pra casa.
Essas pessoas são sim feitas de algo mais! Algo que as move para o assustador desconhecido em busca do inominável! E, todos nós, os outros meros mortais, vamos seguindo atrás, primeiro descendo das árvores, depois saindo das cavernas… (Continua…)