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Não case com uma carreirista?

Polêmica na revista Forbes [1] digna da revista Marie Clair: o colunista Michael Noer sugere – a partir duma dessas importantes pesquisas acadêmicas – que os homens não devem casar com mulheres carreiristas, essas workaholics que não ligam pra casa, pros filhos e que ganham mais que os maridos. (Pobre auto-estima de matcho!) Sua colega, Elizabeth Corcoran, contra-atacou afirmando que o casamento só não funcionará com homens lerdos incapazes de aprender com os fatos da vida, enfim, com homens burros. Bem, segundo a tal pesquisa, as mulheres bem sucedidas preferem homens ainda mais bem sucedidos. Parece fazer sentido, principalmente na posição papai-mamãe. (Como dizia o Álvaro de Campos [2], se eu casasse com a filha da minha lavadeira, talvez fosse feliz…)

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Comments Disabled To "Não case com uma carreirista?"

#1 Comment By Ronaldo Brito Roque On 29/08/2006 @ 11:55 pm

Essa pesquisa está totalmente certa. As mulheres instintivamente procuram homens que tenham os ombros mais largos que os delas. E também procuram homens que ganham mais do que elas. Não tem jeito! Mulher engravida, e fica muito frágil, pelo menos por um tempo, então a tendência dela é buscar um protetor, tanto em termos físicos quanto em termos de grana. A mulher se sente mal e insegura com um homem que não sustenta o lar. Esse papo de mulher moderna não existe. Elas ainda buscam um cara que sustente o lar, e seja mais inteligente que elas. O problema é que elas nunca falam sobre isso em público, assim como nós, homens, também nunca admitimos que a beleza é fundamental. O único que o admitiu foi Vinícius, e levou muita vaia por isso. Se as mulheres fossem sinceras, nós diríamos que elas são interesseiras, por isso elas preferem mentir. Mas intimamente elas continuam buscando um provedor. O livro de Urantia deve falar alguma coisa sobre isso.

Abraço,
Rbr

#2 Comment By Pedro Henrique On 31/08/2006 @ 3:42 pm

Penso também que – tanto homes quanto mulheres – não são ainda capazes de admitir certas posições, como esta em questão. Porém, discordo em um ponto com Ronaldo, pois nem todos os atos são por plena sobrevivencia e atençao maior. Penso que nos relacionamentos atuais o interesse por dialogo seja grande também. Ou será que somente eu procuro isso? Ou será somente uma minoria a procurar?
Abração