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	<title>Comments on: Olavo, Hilda e&#8230; o diabo?</title>
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	<description>blog do escritor yuri vieira e convidados...</description>
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		<title>By: O Garganta de Fogo &#187; Respondendo ao Ronaldo</title>
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		<dc:creator>O Garganta de Fogo &#187; Respondendo ao Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2006 00:04:04 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Na verdade, não busco nada no Livro de Urântia. Ele apareceu na minha vida completamente ao acaso - uma amiga me emprestou um exemplar em 1997, lá na UnB, dizendo que eu certamente o acharia interessante - e o li inteiro, pela primeira vez, achando que não lia senão um desses livros que descrevem o mundo de um jogo de RPG. O problema é que o tal &#8220;mundo&#8221; esboçado por ele é, na minha humilde opinião, o mais vasto e profundo que nossa imaginação pode alcançar. Não é um livro perfeito - não é uma revelação direta de Deus - e tenho minhas críticas a muito do que está ali escrito. Mas o tempo me mostrou que, se a vida é um jogo, ela é um jogo de RPG (Role Playing Game), um jogo no qual desenvolvemos e aperfeiçoamos nossa personalidade, sendo esta um dom de Deus - exatamente o que diz o livro. E, a vida (e não o livro), me confirmou que esse RPG também tem um Mestre, a saber, o Arcanjo Miguel, que esteve entre nós como Jesus. Eu sei que tudo pode parecer muito louco ali. Mas não creio que o universo seja bobo e sem graça como querem os céticos sistemáticos. A Hilda Hilst, o Bruno Tolentino e o Olavo de Carvalho me ensinaram pessoalmente que a fé não apenas não atrapalha a inteligência e a criatividade como, muito pelo contrário, as estimula e fortalece. Eu sei que não necessito d&#8217;O Livro de Urântia para chegar a tal conclusão. Eles não precisaram dele. Mas o planeta Terra precisa.  Chegamos a um ponto da História humana em que uma grande mudança se faz não apenas necessária, mas inevitável. E toda Cultura - que é como Oswald Spengler chama uma Civilização em seu estado de nascimento e desenvolvimento - nasce duma intuição espiritual nova e mais abrangente, duma visão cósmica mais universal, fecunda e cheia de sentido. Jesus fez isso no tocante ao indivíduo, que é o principal, mas a narrativa completa de sua vida e de sua obra - assim como a descrição dos seres, da estrutura e das regras que regem as demais &#8220;moradas&#8221;- irá, digamos assim, por &#8220;ressonância&#8221; e influxo idealista, orientar a organização desse nosso variegado e caótico mundo. Pela primeira vez na história conhecida, nosso &#8220;mundo conhecido&#8221; se confunde com todo o planeta. Os remanescentes das Culturas outrora pujantes - Ocidente Cristão, Islã, Oriente hinduísta, budista, etc. - não se sentem à vontade uns com os outros e temem ser sobrepujados e engolidos pelos demais. Apesar de o Livro de Urântia estar mais próximo daquilo que entendemos por cristianismo, ele vem não apenas confirmar tudo o que este tem de positivo e verdadeiro, mas também purificá-lo de seus erros e malentendidos, o que, por isso mesmo, o fará ir ainda mais longe. Ele não revoga a Bíblia, os Evangelhos e demais livros sagrados. Não. Ele os alarga, esclarece e amplia. Também apresenta muitas questões polêmicas passíveis de gerar conflitos, isto é, se lidas isoladamente do restante da obra. Mas creio que, dum modo geral, os efeitos do livro hão de ser positivos e duradouros a longo prazo. Da mesma forma que o Império Romano não conseguiu se livrar do &#8220;imperativo cristão&#8221; - e que o Oriente Próximo não conseguiu evitar o Islã - tampouco o planeta Terra conseguirá evitar tornar-se&#8230; Urântia, o nome pelo qual é conhecido em nosso Sistema de Mundos Habitados. Eu estou cagando e andando para o que meus amigos, familiares e sei lá mais quem possam achar dessa minha posição. Eu apenas não consigo deixar de imaginar um outro futuro melhor do que esse e, como dizia a Clarice Lispector, imaginar é adivinhar a realidade. Que culpa eu tenho se algumas coisas nascem mesmo póstumas e impossíveis de serem provadas agora? Quem escreveu esse livro sabia disso e nem se deu ao trabalho de assiná-lo. Foi apenas um transmissor? Criou todos aqueles &#8220;heterônimos&#8221; fantásticos que assinam os capítulos? Eu não sei. Tal imprecisão autoral não impediu que o Pentateuco fundasse uma nação (Cultura) avançadíssima ou que o tribal Islã alimentasse e ressuscitasse a então complexa e decadente Pérsia. Meu maior temor em relação ao Livro era que ele fosse mais um gnosticismo. Mas quanto mais o estudo, mais me convenço de que não é. Mas, bem, essa é uma outra história. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Na verdade, não busco nada no Livro de Urântia. Ele apareceu na minha vida completamente ao acaso &#8211; uma amiga me emprestou um exemplar em 1997, lá na UnB, dizendo que eu certamente o acharia interessante &#8211; e o li inteiro, pela primeira vez, achando que não lia senão um desses livros que descrevem o mundo de um jogo de RPG. O problema é que o tal &#8220;mundo&#8221; esboçado por ele é, na minha humilde opinião, o mais vasto e profundo que nossa imaginação pode alcançar. Não é um livro perfeito &#8211; não é uma revelação direta de Deus &#8211; e tenho minhas críticas a muito do que está ali escrito. Mas o tempo me mostrou que, se a vida é um jogo, ela é um jogo de RPG (Role Playing Game), um jogo no qual desenvolvemos e aperfeiçoamos nossa personalidade, sendo esta um dom de Deus &#8211; exatamente o que diz o livro. E, a vida (e não o livro), me confirmou que esse RPG também tem um Mestre, a saber, o Arcanjo Miguel, que esteve entre nós como Jesus. Eu sei que tudo pode parecer muito louco ali. Mas não creio que o universo seja bobo e sem graça como querem os céticos sistemáticos. A Hilda Hilst, o Bruno Tolentino e o Olavo de Carvalho me ensinaram pessoalmente que a fé não apenas não atrapalha a inteligência e a criatividade como, muito pelo contrário, as estimula e fortalece. Eu sei que não necessito d&#8217;O Livro de Urântia para chegar a tal conclusão. Eles não precisaram dele. Mas o planeta Terra precisa.  Chegamos a um ponto da História humana em que uma grande mudança se faz não apenas necessária, mas inevitável. E toda Cultura &#8211; que é como Oswald Spengler chama uma Civilização em seu estado de nascimento e desenvolvimento &#8211; nasce duma intuição espiritual nova e mais abrangente, duma visão cósmica mais universal, fecunda e cheia de sentido. Jesus fez isso no tocante ao indivíduo, que é o principal, mas a narrativa completa de sua vida e de sua obra &#8211; assim como a descrição dos seres, da estrutura e das regras que regem as demais &#8220;moradas&#8221;- irá, digamos assim, por &#8220;ressonância&#8221; e influxo idealista, orientar a organização desse nosso variegado e caótico mundo. Pela primeira vez na história conhecida, nosso &#8220;mundo conhecido&#8221; se confunde com todo o planeta. Os remanescentes das Culturas outrora pujantes &#8211; Ocidente Cristão, Islã, Oriente hinduísta, budista, etc. &#8211; não se sentem à vontade uns com os outros e temem ser sobrepujados e engolidos pelos demais. Apesar de o Livro de Urântia estar mais próximo daquilo que entendemos por cristianismo, ele vem não apenas confirmar tudo o que este tem de positivo e verdadeiro, mas também purificá-lo de seus erros e malentendidos, o que, por isso mesmo, o fará ir ainda mais longe. Ele não revoga a Bíblia, os Evangelhos e demais livros sagrados. Não. Ele os alarga, esclarece e amplia. Também apresenta muitas questões polêmicas passíveis de gerar conflitos, isto é, se lidas isoladamente do restante da obra. Mas creio que, dum modo geral, os efeitos do livro hão de ser positivos e duradouros a longo prazo. Da mesma forma que o Império Romano não conseguiu se livrar do &#8220;imperativo cristão&#8221; &#8211; e que o Oriente Próximo não conseguiu evitar o Islã &#8211; tampouco o planeta Terra conseguirá evitar tornar-se&#8230; Urântia, o nome pelo qual é conhecido em nosso Sistema de Mundos Habitados. Eu estou cagando e andando para o que meus amigos, familiares e sei lá mais quem possam achar dessa minha posição. Eu apenas não consigo deixar de imaginar um outro futuro melhor do que esse e, como dizia a Clarice Lispector, imaginar é adivinhar a realidade. Que culpa eu tenho se algumas coisas nascem mesmo póstumas e impossíveis de serem provadas agora? Quem escreveu esse livro sabia disso e nem se deu ao trabalho de assiná-lo. Foi apenas um transmissor? Criou todos aqueles &#8220;heterônimos&#8221; fantásticos que assinam os capítulos? Eu não sei. Tal imprecisão autoral não impediu que o Pentateuco fundasse uma nação (Cultura) avançadíssima ou que o tribal Islã alimentasse e ressuscitasse a então complexa e decadente Pérsia. Meu maior temor em relação ao Livro era que ele fosse mais um gnosticismo. Mas quanto mais o estudo, mais me convenço de que não é. Mas, bem, essa é uma outra história. [...]</p>
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		<title>By: Ronaldo Brito Roque</title>
		<link>http://blog.karaloka.net/2006/08/29/olavo-hilda-e-o-diabo/comment-page-1/#comment-7015</link>
		<dc:creator>Ronaldo Brito Roque</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 03:17:05 +0000</pubDate>
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		<description>Cara,

deixa eu te perguntar uma coisa: o que é que vc busca nesse livro de Urantia? Quais são as dúvidas que vc tem sobre o homem e o mundo que a sua educação e os livros que vc leu não conseguiram responder?

Abraço,
Rbr</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara,</p>
<p>deixa eu te perguntar uma coisa: o que é que vc busca nesse livro de Urantia? Quais são as dúvidas que vc tem sobre o homem e o mundo que a sua educação e os livros que vc leu não conseguiram responder?</p>
<p>Abraço,<br />
Rbr</p>
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