30/11/2006

Domingo no Parque

yuri vieira, 3:09 pm
Filed under: Humor,memória,Mídia

Este vídeo mostra direitinho por que a Hilda Hilst costumava trocar o termo criança pelo neologismo crionça. A saia foi tão justa que quase não deu saudades do Domingo no Parque. Mas o Sílvio Santos teve um jogo de cintura espantoso. (Cá entre nós, nunca entendi por qual motivo minha escola nos levou ao programa do Torresminho e Pururuca, na Bandeirantes de SP, e nunca nos levou ao Domingo no Parque. Graças a Deus, eu teria tido um ataque de paranóia só de me imaginar naquela cabine do “você quer trocar um carro zero quilômetro por um band-aid usado?”)


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P.S.: Acabo de ver que o vídeo foi retirado do You Tube por questões de Copyright. Sei… Na verdade, o Sílvio Santos deve ter grilado com essa pérola sacada do fundo do baú da infelicidade. Eis o que rolou: conforme costumava fazer, ele perguntou a uma menina da platéia se ela conhecia alguma charada – caso ele não soubesse desvendá-la, ela ganharia um prêmio – e o que ele ouviu foi o seguinte: “Qual a diferença entre a mulher, o bambu e um poste de rua?” E o Sílvio: “Ih, lá vem besteira. (risos) Não sei. Qual é a diferença?” E a japonesinha: “É que o poste dá luz por cima e a mulher dá luz por baixo”. O Sílvio repete essa resposta e então diz: “É, tá certo. Mas e o bambu?” E a garota: “Enfia no teu cu!” A cara dele é impagável. A criançada ri em uníssono. Mas, na minha opinião, ele ainda se saiu bem da história, afinal, é o Sílvio Santos.

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1 Comment

  1. Vin escreveu:

    Boa piada, Yuri. Muito melhor que a de cima, do Paulo. É o bambu da humanidade…

    Comentário de 2-12-2006 @ 12:51 pm

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