Arquivo para September, 2007




29/09/2007

Grafite — 5

rodrigo fiume, 12:43 am
Filed under: fotografia

grafite5.jpg

27/09/2007

Olho de Vidro

yuri vieira, 7:42 pm
Filed under: Avisos,cinema,sites

O blog sobre cinema da Sertão Filmes, editado pelo Pedro Novaes e do qual eu e o Paulo Paiva somos colaboradores, já está em seu novo endereço. Agora só falta recolocar os links e demais firulas bloguísticas. Cada dia está com um visual distinto, mas uma hora haverá de encontrar sua própria cara. (No começo, não curti esse título, mas o Pedro insistiu e já estou começando a achá-lo engraçado.)

26/09/2007

Música e Cinema

pedro novaes, 12:33 pm
Filed under: cinema,música

Há uma excelente safra de documentários musicais no circuito de cinemas. Aliás, em minha opinião, alguns dos melhores documentários da safra nacional recente enquadram-se neste gênero: no front aberto por Meu Tempo é Hoje, dirigido por Isabel Jaguaribe, sobre Paulinbo da Viola, surgiram mais recentemente Cartola, de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, o já premiadíssimo Fabricando Tom Zé, de Décio Mattos Jr., e ainda Pedrinha de Aruanda, do Andrucha Wadington, e Brasileirinho, dirigido pelo finlandês Mika Kaurismaki. O mais recente da leva é o doc de Patrícia Pillar sobre Waldick Soriano, um de nossos reis do brega.

Ainda não tive a oportunidade de assistir ao Fabricando. Por estes dias, entretanto, finalmente vi Pedrinha e Brasileirinho. Dois filmes diferentes e maravilhosos. Pedrinha, sem a preocupação de ser exaustivo ou biográfico, abre, de maneira sutil e envolvente, uma parte do universo de Maria Bethania. É um documentário extremamente simples e despretensioso, o que me parece sua grande virtude. Andrucha deve se ter dado conta de que não caberia a ele aparecer, tentando construir uma estética diferente ou rebuscada para alguém que não precisa de nada disso. Bethania se sustenta por si mesma – basta ligar a câmera. Mais de metade do documentário se resume a uma mesma sequência, em que Caetano, Dona Canô e a filha cantam juntos na varanda da casa de Santo Amaro da Purificação. É muito bonito.

Brasileirinho, diferentemente, não é um documentário sobre alguém, mas sobre um gênero de música, talvez o mais genuinamente brasileiro: o choro. Para tanto, percorre o universo do centro e dos subúrbios cariocas e exibe perfomances memoráveis e monumentais de grandes nomes como o Trio Madeira do Brasil, Joel Nascimento, Yamandu Costa, Paulo Moura, Zé da Velha, Silvério Pontes, Jorginho do Pandeiro, Guinga e outros. Memorável. Também sem pretensão de malabarismos estéticos, que são deixados a cargo das perfomances musicais. O CD da trilha está a venda. Vale à pena.

25/09/2007

O blog do Fernando Meirelles

yuri vieira, 4:27 pm
Filed under: cinema,livros,sites

O Pedro Novaes me enviou o link do blog Blindness, uma espécie de “diário de viagem” do diretor Fernando Meirelles pelas entranhas da produção de seu filme mais recente, uma adaptação do romance do José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira. Em geral, quando leio textos de pretensos diretores de cinema, me lembro daquela sentença do Fernando Pessoa na boca de Bernardo Soares: “Ofende-me o entendimento que um homem seja capaz de dominar o Diabo e não seja capaz de dominar a língua portuguesa”. Aqui, Pessoa se referia a um livro sobre ocultismo pessimamente escrito. Mas fico particularmente irritado quando alguém tenta dominar o diabo da técnica cinematográfica sem antes dominar a escrita. O Fernando Meirelles prova que não é um desses: o cara manda bem.

Para quem tem interesse nos bastidores de uma produção cinematográfica, para quem trabalha ou quer trabalhar com cinema, o blog é uma mão na roda. Aliás, uma amiga que trabalhou durante dois anos na produtora O2 me disse que, lá, o Meirelles é visto como uma espécie de guru interno. Já um de seus sócios, segundo ela, é o mauzão da área. (Parece que as demais sócias são mulheres.) Ao fim e ao cabo, os caras são espertos e sabem que não são apenas as duplas policiais que devem ter um cara que bate e um que fala manso. Cinema também é diligência.

Com relação a diretores que sabem escrever, sugiro ainda os livros/textos de Andrei Tarkovsky, Andrzej Wajda, Glauber Rocha e François Truffaut.

24/09/2007

Empresa de ecologia criada por brasileiro vale US$ 1 bilhão

daniel christino, 5:14 pm
Filed under: Cotidiano,Economia,meio ambiente

Do G1:

A luta contra o aquecimento global abriu um novo campo de trabalho e negócios mundo afora. Meio empreendedores, meio ambientalistas, os pioneiros que apostaram há tempos em negócios verdes – comércio de carbono, energias renováveis e tecnologias limpas – hoje colhem os frutos milionários dessa decisão.

Ninguém retrata tão bem esse universo como o engenheiro agrônomo Pedro Moura Costa, que organizou na semana passada o Rio+15, encontro internacional para discutir as realizações na área ambiental 15 anos depois da Eco 92.

Apaixonado por guitarra e blues, o carioca Costa deixou há 20 anos a rotina de praia e estudos no Rio para correr mundo e se dedicar a questões ambientais. Radicado em Londres, Costa criou há dez anos a Ecosecurities, empresa especializada em desenvolver projetos de créditos de carbono – um bônus concedido a quem reduz as emissões e que pode ser vendido para empresas poluidoras, seguindo as regras do Protocolo de Kyoto.

Hoje, a Ecosecurities é a maior empresa de créditos de carbono do mundo e vale mais de US$ 1 bilhão na Bolsa de Londres. Costa já vendeu parte de suas ações e ainda tem 10% da companhia. Ele prefere não falar sobre o quanto lucrou. “Mais que qualquer coisa, sou um ‘ecoempreendedor'”, responde.


Voltei
Ah, o ambientalismo!!! Essa coisa de comunista!!!

Hackers atacam mesquita no Second Life

daniel christino, 4:33 pm
Filed under: Cotidiano

Ai ai…há dois modos de interpretar esta notícia do G1: o primeiro é literal; os hackers invadiram e derrubaram a mesquita porque, bem, esse negócio de islam é coisa de terrorista. O segundo é igualmente óbvio. A fim de divulgar os valores religiosos do islam, o responsável pela tenda armou o crash como jogada de marketing. De qualquer forma, é um tédio. Mas eu continuo tendo fé no serumano: você sempre pode confiar nele para fazer algo ruim ficar ainda pior.

22/09/2007

Grafite — 4

rodrigo fiume, 12:42 am
Filed under: fotografia

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21/09/2007

Uma palestra no Second Life

yuri vieira, 3:36 pm
Filed under: Educação,internet,Second Life,software,tecnologia



Esta foto dá uma idéia de como é uma palestra no Second Life. Os avatares se sentam no anfiteatro e assistem às apresentações em Power Point, além, é claro, de ouvir a voz do palestrante ao vivo (ou, como se diz no internetês, em “tempo-real”), graças às facilidades do Voice Chat.

Sim, alguém aí pode se levantar e dizer: “Para quê isso? Já dá para acompanhar, por exemplo, ao Olavo de Carvalho ao vivo no seu programa True Outspeak, e com a mesma possibilidade de lhe fazer perguntas. Para que essa bobagem com bonequinhos?” A diferença é que, no Second Life, a gente consegue ver quantos são esses ouvintes, quem são e, após a palestra, trocar idéias, contatos e iniciar novas discussões, uma vez que o Voice Chat é capaz de comportar todas as vozes presentes. E mais: fiz o teste e sei que dá para gravar esses diálogos com o Audacity. Depois, basta subir o arquivo de áudio para algum site ou, o que me parece melhor, convertê-lo em vídeo, usando as fotos da palestra como um slideshow, e colocá-lo em seguida no You Tube.

Vale lembrar que, sempre que algum livro, artigo ou site é citado, basta escrever seu título ou endereço no chat de texto, durante a própria palestra com o Voice, e esses dados ficam guardados no histórico do seu SL.

Mas tudo isso, obviamente, é só para quem gosta de “joguinhos” de computador…

(Se eu tivesse grana para bancar uma área, criaria minha própria universidade virtual. Já tenho até a lista de professores a serem convidados…)

Um clandestino

yuri vieira, 3:06 pm
Filed under: Cotidiano,internet,tecnologia

O anti-spam do Gmail costuma funcionar perfeitamente e é mais comum vê-lo barrar mensagens legítimas, escritas por amigos e conhecidos, do que deixar passar um email indesejado. Mas a mensagem abaixo entrou clandestinamente na minha caixa de entrada, chamando minha atenção pela forma com que os caras conseguiram burlar os filtros de palavras-chave. Claro, deve ser a coisa mais batida do mundo, mas pelo menos para mim foi uma novidade. O mais engraçado é imaginar a fé do remetente em nossa boa vontade de decifrá-lo. Trata-se dum convite para quem quiser ganhar dinheiro com o câncer alheio… (Só podia ser uma coisa… assim… agradável.)

Rum’or N-e-w,s,:
O_n’cology M-e*d+. I_n*c’. (_OTC: O NCO) a Ca+ncer Tr eatme*nt Sol_utio-ns Gro-up is s,a i,d to h’a.v-e
exp++erienced o_v_e r a 100 0% inc+_rease in reve*n,ues f’o r t-h*e fisca+l 3’r’d q,uarter en_ding J_u+l_y+,
2’0-0-7 compar*.ed w,i*t-h t.h+e pri*or y+e-a.r whi,le fi’scal fo,urth qu_arter resu+lts f+o r 2_0+0+7 a r.e on
tr ack to exc_eed t_h_i,s ye,ar’s thi*rd q*uarter resu.lts.
O.N’C-O add,itionall-y plan,s to in-cre-ase se,rvice off_.erings whic-h a’r*e c-urre’ntly und*erwa-y.
Don’’t w,a’i_t f+o’r t_h’e n-e’w s to c*o+m*e o’u,t a,n+d l_o,s,e t,h.e oppor+t-unity to g,e+t in fron_t of the
genera_l inve,st_ing publi,c. On*co,logy M’e,d is in a mul,.tibillion do,llar ind,us+try w’h+e’r_e
t-h,e-y a+r e ga+ining m+arket s,hare rapi+dly.
C.a-l l y-o’u+r br,oker n’o,w f*o.r O+N’C.O+.

Pronto, agora vc já sabe que técnica usar para escapar do Echelon. Aposto que é invenção do Bin Laden.

Perro Loco!!!

daniel christino, 12:55 am
Filed under: Arte,cinema

Perro Loco

Moçada de Goiânia, convidaram-me para ser jurado no I Festival de Cinema Universitário Latino Americano, o Perro Loco, que está rolando por aqui. Passei a tarde toda assistindo a filmes de ficção, documentários e animações do Brasil, Argentina e Cuba. Aliás, um curta-metragem cubano foi exibido na abertura do festival e seu diretor é meu companheiro de juri. Depois volto com mais informações sobre a experiência de ser jurado (logo eu, que não juro nem de pé junto…). Mais informações aqui.

20/09/2007

Provincianismo

yuri vieira, 2:16 pm
Filed under: escritores,literatura

Do blog do Martim Vasques:

Segundo T.S. Eliot, ser “provinciano” não significa “não possuir a cultura ou o requinte da capital”, muito menos ser “estreito no pensamento, na cultura e no credo”. É algo além – e muito mais trágico para a cultura de uma nação que se pretenda saudável. Refere-se “também a uma distorção de valores, à exclusão de alguns, ao exagero de outros, que resulta, não de uma falta de ampla circunscrição geográfica, mas da aplicação de padrões adquiridos dentro de uma área restrita, para a totalidade da experiência humana, que confundem o contingente com o essencial, o efêmero com o permanente. Em nossa época, quando os homens parecem mais do que propensos a confundir sabedoria com conhecimento, e conhecimento com informação, e a tentar resolver problemas da vida em termos de engenharia, começa a emergir na existência uma nova espécie de provincianismo que talvez mereça um novo nome. É um provincianismo, não de espaço, mas de tempo, aquele para o qual a história é simplesmente a crônica dos projetos humanos que têm estado a serviço de suas reviravoltas e que foram reduzidos à sucata, aquele para o qual o mundo constitui a propriedade exclusiva dos vivos, a propriedade da qual os mortos não partilham. A ameaça dessa espécie de provincianismo é que podemos todos, todos os povos do mundo, ser provincianos juntos; e aqueles que não estiverem satisfeitos podem apenas tornar-se eremitas” (ELIOT, T.S. “O que é um clássico”, in: De Poesia e Poetas, págs. 96-97).

Eric e o Exército da Fênix

yuri vieira, 12:38 pm
Filed under: Cotidiano,Podcast e videos,Política

Minha pátria é a língua portuguesa estorricada pelo sol brasileiro. Seria uma sacanagem ser obrigado por um Estado qualquer a usar outro idioma. Reside apenas aí minha simpatia pelo caso do catalão Èric Bertrán que, ao escrever para empresas espanholas exigindo o uso de sua língua nos produtos ali vendidos, cometeu, em sua inocência de garoto de 14 anos de idade, o deslize de assinar como “chefe da organização Exército da Fênix”. Com o abismo que há entre as gerações, dificilmente as autoridades espanholas iriam se dar conta de que o figura é apenas um fã do livro Harry Potter e a Ordem da Fênix. Eric diz que não fez ameaças, mas escreveu que, caso não recebesse uma resposta, “não lhes pediria outra vez na boa, que toda a sua organização tornaria a lhes solicitar a tradução, e não muito simpaticamente”. Num outro contexto – pré-11/09 e demais atentados que a própria Espanha sofreu – esta ameaça gratuita (se não é ameaça é o quê?) nem teria sido notada. (“Ai – suspiro – mais um cliente catalão insatisfeito…”) No entanto, nos dias que seguem, tudo se deu como a brincadeira dos brasileiros na alfândega norte-americana: “O que você leva nessa bolsa?” “Uma bomba”, responde o outro, de pura gaiatice. O resultado? Cadeia obviamente.

(Ainda bem que eu não tinha internet quando criança, eu que tinha um temperamento explosivo e um facínio por pólvora. Teria sido preso umas quantas vezes pelos militares. Pausa meditativa. Ei! Não!! Na verdade, eu deveria dizer: que pena que não tive internet! Hoje, estaria recebendo a mesma mesada de revolucionário que os parasitas da nossa esquerda recebem…)

Enfim, o poder estatal é um mal necessário. Mas se torna realmente maléfico quando vai além das nossas necessidades reais. O caso desse garoto, na minha opinião, apenas ressalta algumas contradições contemporâneas. À sua maneira inconseqüente, Eric reclama que gostaria de encontrar produtos com rótulos na sua língua materna – isto é, dá um chega pra lá na nação espanhola – e do outro o estado espanhol dá um pulo de um metro, cheio de um zelo que beira a paranóia, e sai a perseguir esse possível terrorista mirim, o qual supostamente ameaça a vida de seus cidadãos. Estado espanhol X nação catalã. Enfim, cá entre nós, se eu fosse espanhol, acharia essa prontidão bastante louvável. (“Tá vendo? Pelo menos os caras tão trabalhando.”) Por outro lado, se eu fosse catalão, estaria esperneando. (Os catalãos querendo seu estado, o que é legítimo, e o Saramago a fazer piadas, dizendo que Portugal deveria ser reabsorvido pela Espanha. Ai ai…) Realmente complicado esse negócio de abrigar nações diferentes sob um mesmo Estado. (Imagine, pois, que beleza será o Estado mundial…) Mas a questão é que há sim terrorismo pipocando no mundo contra o Ocidente e não adianta o Chomsky se meter nessa história apenas para conduzir os ocidentais a se esquivar deste fato.

No fundo, tudo se resume ao seguinte: pais, prestem atenção ao que seus filhos fazem na internet. Ou melhor: dê atenção a seus filhos.

P.S.: O documentário está dividido em 5 partes.

(Valeu pela dica, Bruno.)

18/09/2007

Não falha, mas tarda

yuri vieira, 4:26 pm
Filed under: internet,sites

Estamos hospedados há alguns meses no DreamHost. O serviço é bom, há mil e um recursos, dificilmente ocorrem downtimes, e coisa e tal. Mas sinto que o site ficou bem mais lento. Às vezes a página leva mais de 5 segundos para carregar, o que é deveras irritante. Ossos da decisão de adotar o serviço duma empresa cuja voracidade vem assustando suas rivais e, muito provavelmente, absorvendo mais clientes do que é capaz de suportar.

Um dos meus sonhos de consumo – além, é claro, do veleiro, do Porsche e da Harley Davidson – é poder pagar um servidor dedicado. Um dia a gente chega lá.

Salvo pelas sombras

yuri vieira, 4:12 pm
Filed under: Arte,Podcast e videos

Outro dia, eu estava deprê – ora, eu vivo no planeta Terra, me dê um desconto – quando então assisti a este vídeo e melhorei 78,7%. Talvez seja bom pra vc também.

Impunidade e cumplicidade

yuri vieira, 3:59 pm
Filed under: Política

Frase do mês da revista Nossa História, ano 3, #33, de Julho de 2006:

“A impunidade é segura quando a cumplicidade é geral.”

Mariano José Pereira da Fonseca (1773-1848), o marquês de Maricá.

A revista foi descontinuada em Janeiro deste ano em virtude de uma “decisão empresarial”, ou seja, certamente estava dando prejuízo. A editora Vera Cruz – aliás, deveria ser este o nome do nosso país, em vez de Brasil, esse nome arbóreo oriundo de interesses mercantilistas (Pindorama é coisa de índio e eu sou ocidental) – enfim, a editora certamente lucraria mais se publicasse uma revista sobre funk ou música sertaneja. Havia muita coisa boa na revista, apesar das indefectíveis matérias – assinadas por aquele seu professor petista chatérrimo da faculdade (aquele com a camiseta do Che, lembra?) -, que batiam ponto ora nesta, ora naquela edição.

Chávez e as escolas particulares

yuri vieira, 3:38 pm
Filed under: Educação,Política

Recebi por email do Rafael Bianchini Glavam:

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou fechar as escolas particulares do país caso não adotem a ideologia socialista do governo. Chávez afirmou que todas as escolas deverão adotar ainda neste ano um novo currículo que, segundo ele, vai ajudar a desenvolver valores de cooperação e solidariedade.

Leia mais.



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