Blondie – Heart of Glass
Da seção “músicas que marcaram nossa infância”…
Com exceção de duas ou três ligeiras asserções, muito me agradam as palavras do cantor e compositor argentino Facundo Cabral.

Anna Netrebko
TROCO:
POR:
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Neste áudio, Facundo Cabral explica, com muito humor, como chegou a conhecer Cristo graças a uma prostituta (“Cardo Seco”). Em seguida canta No quiero ser un ciudadano.
A banda Dire Straits tem essa música — dos meus tempos adolescentes — que se encaixa perfeitamente ao momento atual: So far away (vide letra mais abaixo). Basta trocar a palavra “telephone” por MSN, Google Talk, email, Skype, Second Life, Orkut, FaceBook, etc. e você verá o quão relevante ela é…
(Siga a bolinha luminosa.)
So far away
Here I am again in this mean old town
And youre so far away from me
And where are you when the sun goes down
Youre so far away from meSo far away from me
So far I just cant see
So far away from me
Youre so far away from meIm tired of being in love and being all alone
When youre so far away from me
Im tired of making out on the telephone
And youre so far away from meSo far away from me
So far I just cant see
So far away from me
Youre so far away from meI get so tired when I have to explain
When youre so far away from me
See you been in the sun and Ive been in the rain
And youre so far away from meSo far away from me
So far I just cant see
So far away from me
Youre so far away from me
Jesus, help me find my proper place
Jesus, help me find my proper place
Help me in my weakness
‘Cos I’m falling out of grace
Jesus
Jesus
Embora não goste muito de musicais, achei o filme muito legal. É um pouco suave demais, mas nada que atrapalhe. As versões das músicas são ótimas e os caras cantam mesmo. Há ainda participações especiais engraçadas, como as de Bono e, principalmente, de Joe Cocker, além de muitas referências às letras, aos albuns do quarteto ou a personagens reais do anos 60.
Ouvir Beatles me dá vontade escrever/compor uma canção…

Entre os projetos em andamento em nossa produtora, está o da realização de um documentário sobre o músico Lindomar Castilho, a ser dirigido por mim e pelo Renato Monteiro, sócio da Cantagalo, agência de publicidade e co-produtora do filme.
Rei da música brega e romântica nos anos 70 e um dos maiores vendedores de discos da América Latina, Lindomar fez sua vida desmoronar em 1981 ao assassinar sua segunda mulher, Eliane Grammond, por ciúmes. Condenado, cumpriu sentença de 12 anos, parte em regime fechado, parte em liberdade condicional, no Carandiru e depois em Goiânia.
Seus grandes sucessos incluem “Eu vou rifar meu coração”, “Nós somos dois sem vergonhas”, “Eu canto o que o povo quer” e o hit “Você é doida demais”, popularizado pelo seriado global “Os Normais”.
Hoje à noite, gravaremos um show de Lindomar aqui em Goiânia. Quem quiser aparecer por lá:
LOCAL: Casa de Dança Sanfona de Ouro
HORÁRIO: 21 horas.
ENDEREÇO: Rua 220, 121, Setor Coimbra.
Em breve, informações e reflexões mais aprofundadas sobre o projeto.
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