19/12/2007

Efeitos Especiais

pedro novaes, 5:21 pm
Filed under: cinema
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Queimadura de Terceiro Grau

Pesquisando sobre maquiagem (cortes, tiros, etc.) para o curta que rodaremos neste domingo, descobri o MSFX, excelente site sobre efeitos especiais.

18/12/2007

Casa de Ferreiro…

pedro novaes, 7:44 pm
Filed under: cinema,Política
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MS

Sou Geógrafo. Desta forma, evidentemente deveria ter lido Milton Santos durante a graduação. Para quem não o conhece, Milton Santos é o nome mais importante da Geografia no Brasil e um pensador respeitado nos meios acadêmicos do mundo todo. Santos foi o único não anglo-saxão a receber o Prêmio Vautrin Lud, uma espécie de Nobel da Geografia.

Confesso que, em meus anos de faculdade, não tinha muito saco para seus livros. Dada minha preferência pela mesa de sinuca do DCE às aulas de Metodologia e de Geografia Urbana, não posso opinar sobre a validade e importância da contribuição do Doutor Milton Santos à Ciência do espaço, mas creio poder afirmar que suas reflexões políticas não são lá grande coisa, sobretudo após assistir ao documentário “Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global visto do lado de cá”, dirigido por Silvio Tendler.

Silvio é comunista de carteirinha. Apesar disso, fez pelo menos um documentário muito bom, claro que sobre um tema menos político: o obrigatório “Glauber – Labirinto do Brasil”. (Aliás, dessas coisas risíveis, pois à época de sua morte Glauber apanhava tremendamente da esquerda por sua aproximação com a ditadura, coisas como “Golbery é gênio da raça”, etc. Davam-lhe pau que só. Foi o cara morrer e estavam todos lá no enterro dele, como aí estão até hoje a incensá-lo. Hipócritas).

Sobre Milton Santos, cabe contar uma hilária anedota verídica: meu pai, certa vez, compôs a banca de entrevistadores do programa Roda Viva, cujo centro era o professor Milton Santos. Findo o programa, hora de ir embora, calhou terminarem os dois, meu pai e Milton, no mesmo carro da TV Cultura, pois iam para a mesma direção.

Meu pai deu ao motorista a indicação de seu hotel e o geógrafo informou que morava em uma travessa da Rua São Gualter, nas proximidades da Praça Panamericana.

Passa o carro a referida Praça e começa a subir a São Gualter. Chegam ao final, e nada do professor indicar sua casa.

“Professor”, o motorista o chama olhando pelo retrovisor, “já chegamos ao final da São Gualter. O senhor não disse que sua casa era por aqui?”

O Dr. Santos parecia confuso olhando à volta o bairro de Pinheiros. Pediu que retornassem em direção à Praça, onde chegaram sem que o geógrafo localizasse sua rua. Pediu então, para espanto de meu pai e do motorista, que parassem, e desceu do carro. Durante alguns minutos, ficou olhando ao redor, tentando se localizar.

Meu pai por fim perguntou: “O senhor mora aqui há pouco tempo?”.

“Há 20 anos”, respondeu ele, e completou: “É que é minha mulher quem dirige”.

Finalmente, depois de alguns minutos, pareceu se encontrar e conseguiu, não sem mais algumas voltas, chegar à sua residência.

O grande teórico da ciência do espaço não sabia onde ficava sua casa… Casa de ferreiro, espeto de pau.

Feito o parêntese, o filme de Sílvio Tendler tem encontrado boa acolhida em festivais aqui e fora. Ganhou o Prêmio do Juri Popular, no Festival de Brasília. É o de se esperar, diante do pensamento anencéfalo de esquerda reinante.

Para não me alongar, cito a frase de um amigo à saída do cinema: “Entre um delírio e outro fico com ‘Estamira’“, refererindo-se ao ótimo documentário de Marcos Prado sobre a psicótica habitante do lixão de Gramacho, na Baixada Fluminense, todo construído em cima do discurso esquizofrênico da mulher. O filme de Silvio Tendler é um panfleto delirante. Não perca seu tempo. Só o Yuri aguentou até o fim a enfiada interminável de imagens de protestos na Bolívia, em Davos, em Seattle, e as inserções do finado Dr. Milton desfiando seu catecismo sobre a perversidade da globalização.

Ou há algo muito errado com a Geografia, ou o homem era esquizofrênico: brilhante pra falar do espaço, delirante pra falar de política. Que Deus o tenha.

17/12/2007

A logomarca das Olimpíadas de Beijing

yuri vieira, 12:05 pm
Filed under: Esportes,HQs,Política
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Recebi esta imagem do Diogo Chiuso:

Venezuela e as FARC

pedro novaes, 11:22 am
Filed under: Política
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Do Ex-Blog do César Maia:

NARCO-CONEXÃO VENEZUELA!

EL PAÍS
El narcosantuario de las FARC

La guerrilla colombiana de las FARC ha encontrado su santuario en La Venezuela de Hugo Chávez. Cuatro desertores y varias fuentes de los servicios de inteligencia y diplomáticos detallan a EL PAÍS la extensa y sistemática cooperación que determinadas autoridades venezolanas brindan a las FARC en sus operaciones de narcotráfico. Las autoridades venezolanas dan protección al menos a cuatro campamentos de La guerrilla colombiana. “La Guardia Nacional y el Ejército ofrecen sus servicios a cambio de dinero”. “Todo eso es verdad”. “El Ejército colombiano no cruza la frontera, y la guerrilla tiene un pacto de no agresión con los militares venezolanos. El Gobierno venezolano deja a las FARC operar libremente porque comparten el mismo pensamiento bolivariano, y también porque las FARC pagan sobornos a su gente”. Se trata de un negocio ilegal gigantesco. Transita por Venezuela el 30% de las 600 toneladas de cocaína que se mueven anualmente por el mundo, y con un valor de mercado en las calles europeas por encima de los 10.000 millones de euros al año. Un caso notable fue el del pesquero venezolano Zeus X, que fue interceptado por la Agencia Tributaria española en septiembre, a 1.050 millas de Las Palmas, con seis venezolanos a bordo y un cargamento de 3.200 kilos de cocaína com precio de venta en Europa estimado en 190 millones de euros.

15/12/2007

O cinema americano, do Vietnã ao Iraque

pedro novaes, 11:06 am
Filed under: cinema
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Interessante artigo de Amir Labaki no Valor desta semana mostrando a diferença na resposta do cinema americano à guerra no Iraque, quando comparada à dificuldade em aceitar e retratar a derrota e tragédias no Vietnã no passado.

Neste caso, segundo ele, o primeiro documentário de peso veio apenas em 1974. O cinema de ficção demoraria ainda um pouco mais a tratar seriamente do tema. Hoje, diferentemente, com a ocupação em pleno curso, grande parte dos filmes que disputaram a indicação ao Oscar de melhor documentário deste ano tinham como foco o Iraque, e a coisa para o ano que vem não deve ser diferente. As obras de ficção não têm ficado atrás.

A grande dica, entretanto, segundo ele, é “No End in Sight” (veja o trailer aí acima), dirigido por Charles Ferguson, um documentário de US$ 2 milhões que reconstitui minuciosamente todo o processo entre a guerra de Bush pai e a de Bush filho, acompanhando a última invasão e o processo de reconstrução do país. Tomara que chegue por aqui.

Grafite — 16

rodrigo fiume, 12:56 am
Filed under: fotografia,plásticas
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grafite16.jpg

14/12/2007

Porque eu não escreveria Virgínia Berlim

pedro novaes, 3:29 pm
Filed under: escritores,literatura,livros
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VB

Conforme prometido, li anteontem o Virgínia Berlim, último livro do Biajoni, autor do já incensado Sexo Anal. Servi-me de um copo de uísque e deitei no sofá. O primeiro detalhe bacana é o CD que acompanha o livreto, que conta ainda com as letras, originais e traduzidas, das canções prensadas no disco: uma trilha sonora para a própria história, que tem Bing Crosby, Lou Reed e outros. Uma linda seleção, perfeita para acompanhar o affair de um camarada imobilizado em seu apartamento por um pé cortado e a escriturária Virgínia que irrompe em sua vida e dá título ao livro.

A leitura transcorre fácil, menos de 50 páginas, ao longo de meia hora ou pouco mais. Que não se espere outro Sexo Anal porque VB é bem diferente. Como já se disse por aí, é como se nos fosse permitido espiar um fragmento de uma vida durante algum tempo. É bonito e impactante. Termina-se a leitura com uma tristezinha. Enquanto o Sexo Anal mexe com a gente pelo que tem de cru, violento e libidinoso, Virgínia Berlim emociona de verdade por uma outra crueza, relacionada ao sentido e à banalidade de nossas vidas e das vidas dos outros, e por falar de arrependimento e de falta de respostas. Sexo Anal é irônico e de um excelente humor negro. VB é composto de notas tristes e meio perplexas.

Eu não escreveria VB porque sou idiota e volta e meio tenho uma estúpida tendência à idealização e ao melodramatismo, à autocomiseração e para colocar nos personagens a pena que sinto de mim mesmo, vítima do mundo. O Bia, ao contrário, não tem pena dos seus personagens: eles são feios, têm espinhas e hemorróidas, estrias, peitos caídos, trabalham em repartições e têm vidas comuns e tacanhas. Se isso soa meio Bukowiskiano, o Biajoni se separa do mestre californiano porque suas histórias não passam qualquer rancor. Não há ressentimento com a humanidade. Estão mais pra Almodóvar.

Compra lá.

13/12/2007

A cordialidade do garção carioca

pedro novaes, 7:00 am
Filed under: Educação
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Waiter

Nasci no Rio e me mudei pra Goiânia com oito anos. Com orgulho, sou mezzo carioca, mezzo goianiense. E amo de paixão o Rio de Janeiro, apesar das balas perdidas, do mau cheiro de certos locais e do chiqueiro que vira o Baixo Gávea em dia de agito. (Aliás, o Meirelles nem precisava de cenografia pra fazer o filme do “Ensaio sobre a Cegueira”, se o pessoal da O2 tivesse lembrado do BG nos domingos de madrugada. Era só ligar as câmeras e filmar. O odor também remete ao livro de Saramago).

O Rio é maravilhoso e eu volto pra lá sem qualquer crise de consciência se as circunstâncias profissionais conspirarem para tanto, apesar da merda que é a qualidade do atendimento, consequência, ao menos em parte, me parece, da falta de civilidade generalizada. No Rio, não existe bom dia, boa tarde, nem boa noite. A resposta a qualquer desses cumprimentos é invariavelmente um muxoxo ou um olhar confuso. Na melhor das hipóteses, um “e aí?” ou “beleeeza?”. O ápice – ou fundo do poço – são os garçons. Em lugares chiques, a coisa é um pouquinho melhor, mas nos bares e restaurantes comuns, o serviço é um lixo: garçons mal humorados, demora, desatenção e cara feia. São Paulo, neste quesito, é outro universo.

Falo isso pros meus conterrâneos e quase todos me olham espantados. Minha hipótese é a de que o Rio é tão bonito que as pessoas nem notam ou, pior, já se acostumaram.

Na verdade, tem um jeito de ser melhor atendido no Rio. O negócio é, de saída, você já tirar um sarro da cara do garçom e demonstrar que tem malandragem no sangue. Via de regra (tinha um velho editor que sempre repetia pro me pai que “via de regra é boceta”), o cara dá logo uma risada e aí já se formam aquela intimidade forçada e camaradagem tão típicas de nossa cordialidade tropical. Não se consegue nada pela via da civilidade e pelas regras comuns, só forjando uma relação de cunho privado. Assim o explicava Sérgio Buarque de Holanda. De “Raízes do Brasil” para os botecos e ruas cariocas. Verdadeira sociologia de botequim, nevertheless true.

12/12/2007

Com Biajoni, no Rio (II)

pedro novaes, 4:08 pm
Filed under: baladas,escritores
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Biajoni e Pedro

O Biajoni – vulgo Camarão – e eu, testando a qualidade dos serviços no Rio de Janeiro.

Police

rodrigo fiume, 1:29 pm
Filed under: música
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police.jpg

Show no Maracanã, sábado, 8. Foto de celular, portanto…

No Rio, com o Biajoni

pedro novaes, 11:18 am
Filed under: baladas,escritores,literatura
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SA

Domingão, umidade a 105% e calor de 57 graus, tive o enorme prazer de desfrutar do excelente serviço dos bares cariocas (post sobre isso brevemente) na companhia de ninguém mais, ninguém menos, que o Luiz Biajoni, autor do imperdível Sexo Anal – Uma Novela Marrom, sobre o qual já falei aqui, e agora de Virgina Berlim que, se nenhum chato vier me pentelhar, vou ler hoje à noite, tomando um whiskey e ouvindo o CD de trilha sonora que o acompanha. Todo o mundo que leu, diz que é do caralho. Aliás, se você não baixou Sexo Anal, meio que se ferrou porque o livro não está mais disponível pra daunloudi. Em comemoração aos 10 mil daunloudis e 16 recusas por editoras, a Os Viralata vai lançar uma edição comemorativa de bolso. Corre lá e encomenda o seu (são só 100 exemplares): excelente presente pro Natal em família.

Enfim, o Biajoni é uma besta: depois de 51 chopps (uma vitória conseguir esta marca com o mau humor e excelente serviço dos garçons cariocas), tínhamos tudo tramado para dominar o mundo, mas nem minha prima doida conseguiu convencer o Bia a dar o rabo, pois ela tem certeza de que a fixação dele com a Analtomia dos outros significa que, no fundo, ele quer doar o seu.

Furthermore, atesto, conforme já dito por aí pelo Alex Castro, que o Bia, decepção geral, é o cara mais normal do mundo, a despeito das evidências contrárias. Uma figuraça. Agora, sempre que for a São Paulo, vou ter que dar um jeito de parar em Americana.

10/12/2007

Câmara aprova IPTU progressivo

yuri vieira, 10:29 am
Filed under: Cotidiano,Economia,Política
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Os politiqueiros do PSOL de Goiânia conseguiram aprovar uma lei da cartilha marxista, o imposto territorial urbano progressivo. Quem não der uma “função social” para seu terreno vazio, terá a alíquota de seu imposto aumentada ano a ano e, não ocorrendo o pagamento, perderá o terreno para o Estado. Que coisa linda! Agora a propriedade privada já é oficialmente crime por aqui…

Para entender melhor o perigo que isso representa, leia o artigo de Fernando Lobo d’Eça, Reforma Tributária Marxista. Eis um trecho:

[…] Para realçar o viés marxista da reforma proposta pelo Governo Lula basta lembrar que, desde 1848, K. Marx e F. Engels recomendavam o estabelecimento de impostos especialmente progressivos como uma das medidas a tomar após a primeira fase da revolução, de modo que o proletariado utilizasse seu poder para privar cada vez mais os burgueses do capital e centralizar todos os meios de produção no Estado (cf. K. Marx e F. Engels, in Augewahlte Schriften, vol. I, 1958, pág. 42). Exatamente para coibir a interferência ideológica na tributação a melhor Doutrina sempre entendeu que os Estados Democráticos de Direito que garantem a propriedade não podem permitir ao mesmo tempo que a propriedade se veja minada e finalmente suprimida por meio de impostos (cf. Tipke, Klaus, in Moral Tributária del Estado e de los Contribuientes, tradução espanhola do original alemão Besteuerrungsmoral und Steuermoral por Pedro M. Herrera Molina, Marcial Pons, Ed. Jurídicas e Sociales S/A, Madrid, 2002, pág. 60), razão pela qual as Constituições modernas procuram proibir o confisco da propriedade privada através da tributação.[…]

Do jornal O Popular 05/12/2007:

Câmara aprova IPTU Progressivo

A Câmara Municipal de Goiânia aprovou ontem, em segunda e definitiva votação, o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município que cria o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Progressivo no Tempo. O texto altera o artigo 161 da Constituição Municipal, que antes exigia tamanho mínimo de 2,5 mil metros quadrados de área para aplicação da medida, que prevê alíquotas de imposto maiores a cada ano em que o proprietário ignorar a notificação da Prefeitura para dar destinação social à sua propriedade, construindo uma moradia. Depois de cinco anos e tendo atingido a alíquota máxima a Prefeitura pode desapropriar o terreno. Como trata-se de uma emenda à Lei Orgânica, não existe a possibilidade de veto ou sanção do prefeito Iris Rezende. O texto precisou ser aprovado por dois terços dos vereadores, os 23 que estavam em plenário e votaram pela aprovação da matéria, apresentada pelo vereador Elias Vaz (PSOL). A proposta recebeu apoio do prefeito. Para que ela tenha efeitos práticos ainda falta a regulamentação. “É um processo semelhante ao do Plano Diretor, que estabeleceu as diretrizes e agora está sendo regulamentado”, compara Elias.

Na regulamentação, os parlamentares definirão os critérios para a aplicação das alíquotas progressivas e desapropriação de imóveis. Elias adianta que a idéia é atingir primeiro as áreas centrais, onde há grande concentração de imóveis vagos – ele cita bairros como Jardim América, Setores Bueno e Bela Vista e Parque Anhangüera.

Com a aprovação do IPTU Progressivo e o início das discussões para sua regulamentação, pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplam), vereadores, universidades, poder público e empresários voltam à discussão sobre o tamanho do vazio urbano em Goiânia (veja quadro). Elias Vaz cita dados da Companhia Energética de Goiás (Celg) e da Universidade Católica de Goiás (UCG), que apontam, respectivamente, a existência de 118 mil e 120 mil lotes vagos. Titular da Seplam, Francisco Vale Júnior revela que um dos produtos do Plano Diretor de Goiânia é justamente a contagem oficial dos imóveis não-ocupados na capital, que está em fase adiantada. As estimativas apontam que eles somam entre 80 mil e 90 mil imóveis. Já o Sindicato da Habitação (Secovi), estima que eles não passam de 80 mil.

Vale Júnior esclarece que a Seplam tem um ano para regulamentar o Plano Diretor, que entrou em vigor em outubro do ano passado. As leis complementares, no entanto, estão sendo enviadas à Câmara. Em menos de dois meses, os técnicos da Seplam já concluíram pelo menos 6 do total de aproximadamente 40, entre leis, decretos e regulamentos.

08/12/2007

Grafite — 15

rodrigo fiume, 12:55 am
Filed under: fotografia,plásticas
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grafite15.jpg

07/12/2007

A lista dos leitores

rodrigo fiume, 8:43 pm
Filed under: cinema
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Os leitores do Blog do Bonequinho, do Globo Online, opinaram e opinaram sobre a tal lista de melhores cenas de morte, que citei no post. O resultado é que os autores do blog incluíram um post com os mais citados pelos internautas. Em primeiro, aparece Bonnie e Clyde, mas citaram até a morte do Baiano em Tropa de Elite, o que, convenhamos, é algo beeemm forçado. Veja a lista dos leitores.

06/12/2007

A merda do Chávez

rodrigo fiume, 3:34 pm
Filed under: Imprensa,Política
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Comentário do ombudsman da Folha, hoje:

Palavrões

É sempre delicada a decisão de publicar palavrões.

Hoje a Folha publica em alto de página interna e em título na primeira página (“Chávez afirma que oposição teve ‘vitória de merda’”).

O Estado só publica dentro, com letra “m” seguida de reticências.

O Manual da Folha afirma no verbete “palavrão”: “Evite. Só deve ser usado quando for relevante no contexto da notícia, sempre com consulta prévia à direção de Redação […]”.

Creio que era o caso, inclusive para o título na capa. A expressão de Chávez diz mais sobre o momento da Venezuela e seu presidente que muitos ensaios de fôlego.

A cena de Cortina

rodrigo fiume, 3:19 pm
Filed under: cinema
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rasgada.jpgO Blog do Bonequinho, do Globo Online, fez uma daquelas listinhas comuns, sobre
As melhores cenas de morte no cinema“. É uma escolha da autora do post. Longe de mim criticar a primeira da lista dela, a do chuveiro em Psicose, mas particularmente gosto muito de uma bem pouco comentada, acho até que jamais estaria em alguma destas listas — nesta não estava. É a de Cortina Rasgada, outro filme de Alfred Hitchcock (1966). Alguém se lembra? Paul Newman e o forno? Sensacional!



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