blog do escritor yuri vieira e convidados...

Mês: abril 2004

Imprensa cubana

Eis um documentário que os amantes platônicos do regime cubano – esses coitados mentais – precisam ver. Não sabemos o quanto a ditadura de Fidel é pior que a de Fugêncio Batista simplesmente porque antes havia liberdade de imprensa e, depois de Fidel, não. “É a diferença entre uma ditadura autoritária como a de Batista e a ditadura totalitária de Fidel”, avalia Jorge Masetti, co-diretor do documentário. Acredite, os cubanos estão comendo o pão que o diabo – ou seu filho, Karl Marx – amassou. Será que no filme aparece o Fidel comendo churrasco com seu fã predileto, o Lula?

Issadora!

Estou super feliz! Minha grande amiga Issadora Icaza, que conheci quando fiz intercâmbio no Equador (1989-1990) e que havia “sumido na vida” sem deixar rastros, voltou a me escrever!!! Viva a Internet!

Help!!!

Amigos, o pai de uma amiga – Sr. Rufino Alves Gomes – está internado em São Paulo-SP esperando um coração para transplante. Enquanto isso, precisa de sangue. Quem puder ajudar, basta dirigir-se ao Banco de Sangue da Rua Martiniano de Carvalho nº 1009, Liberdade (próximo à estação Vergueiro do metrô). O tel é 11-3253 5022 ramal 1122. O Banco atende também aos sábados das 8 às 17 horas. (Lembre-se de dizer que o sangue é para ele.) Muito obrigado!

Genocídio no Sudão

Nicholas D. Kristof, colunista do New York Times, alerta para o genocídio que vem ocorrendo no Sudão – árabes contra negros – e afirma: “In my last column, I called these actions “ethnic cleansing.” But let’s be blunt: Sudan’s behavior also easily meets the definition of genocide in Article 2 of the 1948 convention against genocide. That convention not only authorizes but also obligates the nations ratifying it — including the U.S. — to stand up to genocide.” E isso me faz lembrar o seguinte: os norte-americanos não encontraram armas de destruição em massa no Iraque, mas apenas “massa de iraquianos destruídos” em covas coletivas. E, incrível, ninguém aceitou isso como justificativa! Será que os sudaneses tem umas bombinhas nucleares por lá, para que, chegando a cavalaria americana, ninguém os acuse de imperialistas?

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