Caramba, acabo de ler no blog de uma amiga, a GataLôca, que agora é crime, na Venezuela, insultar o já ditador Hugo Chávez! Neguinho pode pegar de 6 a 30 meses de prisão apenas por “ofender de maneira grave” o hijo-de-puta!! Se não me falha a memória nem os militares fizeram isso no Brasil. Depois nosso presidente Mula ainda aparece pra contrariar o Rumsfeld e a Condoleezza, garantindo que o governo venezuelano é democrático. Absurdo!! O Mula deve estar morrendo de inveja da ousadia desse hijo-de-puta, cabrón, desgraciado, bestia, mala-nota, cochino, imbécil, cara de verga, o sea, Hugo Chávez. Qualquer um que ameace a liberdade de expressão merece ouvir coisas muito piores do que essa.
Mês: abril 2005 Page 2 of 5
Um dos boatos mais doidos que já ouvi — na verdade, meu boato predileto — é esse que afirma serem Jim Morrison e o escritor Thomas Pynchon a mesma pessoa. Veja o que diz a esse respeito o verbete do livro de Edson Aran, “Conspirações – Tudo o que Não Querem que Você Saiba“:
“O líder dos Doors, Jim Morrison, morreu em 3 de julho de 1971, em Paris. Mas:
1. Três dias antes da ´morte´, Morrison visitou o próprio túmulo, que ele havia comprado alguns meses antes, no cemitério Père Lachaise.
2. Ninguém viu o corpo. Quando Bill Siddons, empresário do grupo, chegou ao apartamento de Morrison, o caixão já estava lacrado.
3. Pamela Courson, viúva do roqueiro, mostrou uma certidão de óbito assinada por um médico desconhecido. Ela disse que estava muito transtornada para perguntar o nome do médico que, apesar da notoriedade do defunto, preferiu ficar no anonimato. Até hoje.
4. A causa da morte foi ataque cardíaco, mas a polícia não fez autópsia no corpo, prática incomum na França.
5. Quando o baterista do grupo, John Densmore, visitou o túmulo do colega, não conteve a surpresa: ´Mas é pequeno demais!´.
6. Testemunhas afirmam que viram Jim Morrison andando tranquilamente por Paris. Dois anos depois da sua morte. E um certo James Douglas Morrison abriu uma conta no Bank of America, de São Francisco, de onde transferiu grandes somas para a Dinamarca.Mas por que Jim Morrison teria forjado a própria morte? Simples. O Rei Lagarto se sentia velho demais para o rock´n´roll, mas novo demais para morrer. Embora fosse um popstar milionário que comia toda a mulherada, ele, no fundo, queria ser um escritor pobre que não come ninguém. Preferiu se fingir de morto e tentar a carreira literária numa outra encarnação. Conspirólogos mais doidões dizem que Morrison é o escritor Thomas Pynchon, autor de Vineland, O Arco-íris da gravidade e O Leilão do Lote 49. Pynchon não se deixa fotografar nem dá entrevistas. É a prova que faltava.”
Eu já fui assaltado cinco vezes ao longo da vida. Três em São Paulo – duas no mesmo dia, quando eu tinha 14 anos de idade(1985) – uma no Equador(1990) e outra em Goiânia (1988). Todas a mão armada, três com armas de fogo. A última foi em 2000, numa travessa da Av. Paulista, enquanto eu estava ligeiramente alcoolizado, dirigindo o carro de um amigo mais alcoolizado que eu. O cara meteu o revólver pela janela e eu o tratei com a maior delicadeza, como se ele estivesse me pedindo esmola. O figura ficou de cara e eu, com a vida. E com o carro. Experiência… Em Goiânia, quando eu ainda estava aprendendo a ser assaltado, o figura chegou a atirar pra cima, já que eu não queria me separar da minha envenenada Mobyllete, que, apenas na minha ilusão, estava destinada a ser trocada por minha primeira moto. Larguei-a muito a contra-gosto. No Equador, vi a morte chegar junto, pois o pivete engatilhou o revólver e o apontou na minha cara no momento em que perguntei se podia “sacar la pelícola de la” câmera. Eu havia tirado altas fotos de um cemitério de navios…
Tudo isso é para dizer que… bem, eu finalmente não possuo mais nada a ser levado, tô zerado, duro, pobre que nem um monge chinês. Mas que agora eu tô afim de treinar a minha capoeira, ah, isso eu tô…
Se eu disser em público, ao me referir à minha situação econômica, que “a coisa tá preta”, poderei ser processado por racismo? Mesmo não sabendo de que diabo de raça eu faço parte?
Para quem ainda não captou a burrada desses caras (leia-se, desses politiqueiros do terceiro mundo) em querer tirar o “controle” da Internet da ICANN, leia este artigo da New Order e este pequeno guia TCP/IP. O resto é politicagem de ignorantes.
Já escrevi isso meses atrás, mas vou repetir: o primeiro defensor da Teologia da Libertação foi Judas Iscariotes. Isto é óbvio. Não foi ele quem criticou a irmã de Lázaro quando esta aparentemente desperdiçava um óleo perfumado caríssimo? Maria massageava os pés de Jesus com óleo de nardo quando foi interpelada por Judas: “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários, para dá-los aos pobres?” Ao que Jesus respondeu: “Deixai-a… pois os pobres sempre os tereis – e quando quiserdes podeis lhes fazer o bem -, mas a mim nem sempre tereis”. Pelos mesmos motivos, Boff se indigna com Ratzinger: porque este prefere se ocupar com o espírito do evangelho que com os problemas materiais do mundo. Boff não entende nada de religião.
Quanto mais leio sobre Joseph Ratzinger, mais me convenço de que os cardeais entenderam direitinho o recado do Espírito Infinito, a Mente Cósmica.
Eu nunca havia tido interesse em contribuir com a Wikipedia. Mas desde que vi, na versão portuguesa, a completa ausência de qualquer referência à querHilda amiga, dei um jeitinho nisso. Aliás, dia 21/04 foi aniversário dela. (Será que vcs acessam a Internet daí de Marduk, Hilda? E a tal transcomunicação?)
Acrescentei mais alguns ítens na lista de links do meu site. Sei que estou esquecendo muita coisa, mas o grosso do que costumo visitar online já está lá.
Pensando bem, o Osama Bin Laden deve estar adorando – muito mais que qualquer um de nós – o Google Maps…
