blog do escritor yuri vieira e convidados...

Mês: junho 2006

Lula de cu é rola

Via Olavo de Carvalho:

Mark Steyn, no Jerusalem Post de 28 de maio, recorda: “Quatro anos atrás, The Economist publicou uma reportagem de capa sobre o vencedor das eleições presidenciais brasileiras, o líder socialista Luiz Inácio Lula da Silva. Era um acontecimento de grande importância hemisférica. Daí a manchete: ‘O significado de Lula’. Na semana seguinte, um leitor, Asif Niazi, escreveu ao editor da revista: ‘Caro senhor, o significado de Lula, em língua urdu, é pênis.”

Nomen est omen, “o nome é um presságio”, diziam os romanos. Pelo jeito, o Brasil vai tomar naquele lugar.

New Order – “True Faith”

Não pretendia postar esse video hoje, mas como estou acordando com essa maledetta música na cabeça todos as manhãs desta semana, então, voilà. Talvez assim eu me livre dela.

Siga a bolinha luminosa:

Na Montanha Mágica

Preciso parar com essas estranhas somatizações. Certos livros exigem mergulhos profundos, mas aí já é demais. Acompanhar, com a mente, Hans Castorp e seu primo Joachim Ziemssen até esse sanatório para tuberculosos é uma coisa. Mas eu precisava ser acometido por uma pleurisia durante a leitura? É como se eu também estivesse internado ali. Que cazzo!

Boy’s toys

[Este é um post ligeira e inofensivamente machista]
Aconteceu num domingo…

Dirijo pela Faria Lima. Paro no semáforo na Rebouças. É um sinal demorado. Olho para o carro que pára ao meu lado. Desvio os olhos para o sinal. Vejo de novo o carro. Olho então à minha volta. Penso se não estariam filmando. Talvez fosse um comercial. Ou uma pegadinha, não sei. Mas nada vejo que comprove isso.

Volto os olhos para o carro. De novo para o sinal. De novo para o carro. No meu outro lado, minha namorada nota o que está acontecendo. Fico ligeiramente constrangido. Acho que ela também está surpresa.

“Pode olhar”, diz ela.

É, penso. A chance de isso acontecer de novo deve ser pequena. Volto os olhos para o carro. É uma Ferrari. Vermelha — vermelho-ferrari, entende? Ao volante, uma loira. No banco do passageiro, uma morena. No de trás, outra loira. São jovens. Todas bonitas. Bem bonitas. Beeemmm bonitas, quero dizer. Estão felizes. Sorriem. Gargalham.

O sinal abre. O carro parte. Parto também. Sigo o meu caminho.

“Brinquedo de menino”, diz minha namorada.

É… Quatro deles, penso.

Palestra do Olavo de Carvalho

Palestra de Olavo de Carvalho no Seminário de Democracia Liberal, dia 14/05/06. Olavo fala desde os Estados Unidos e muda o roteiro da palestra para comentar as origens da onda de terror criminoso que paralisou São Paulo e o Brasil naqueles dias.

(Via blog do Luis Afonso Assumpção.)


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