O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados…

Signorina Lavelle

A pedido não direi seu nome real, mas posso dizer que finalmente conheci uma brasileira boa de papo no Second Life: Signorina Lavelle. Ela é cheia de viagens mirabolantes e, sendo filha de argentinos, me pediu para conversamos apenas em espanhol. Quando comentei que fui convidado a me retirar de uma região porque tratava-se duma área para lésbicas, me disse: “Uê, registra outro nome no site do Second Life, entra como mulher e vai lá”. Tão óbvio… Por que eu não pensara nisso antes? Aliás, já comecei meu laboratório como mulher. Criei uma avatar de forma a me deixar… hmmmm… excitado. Sim, o efeito é devastador. Os homens se jogam aos pés da minha personagem. Muitas mulheres também. (Sou uma mulher linda, inteligente, irônica e fatal, hehe.) Um londrino chegou a se oferecer como professor particular para ajudar a melhorar meu inglês, o que aceitei de pronto. Muito louco estar pela primeira vez “do lado de lá”, do lado da “coisa mais linda que eu já vi passaaaaar”. A beleza feminina, mesmo a virtual, deixa a todos completamente retardados. Tudo bem, eu também fico pasmado frente à beleza real delas, mas me cuidarei mais no mundo do Second Life. Vai saber se a linda garota aí no monitor, lá do outro lado da rede, não tem um peito mais cabeludo que o deste maquiavélico escritor…

Não direi o nome da minha avatar nem mostrarei sua foto porque quero sacanear alguns amigos. Imagine que engraçado se ela seduzisse o Daniel Ahmed, por exemplo, e o fizesse transar virtualmente. Seria a “Brincadeira do Copo II – a Missão”… Rindo, contei meus planos diabólicos à bela signorina Lavelle. A figura, mais que depressa, começou a me presentear com alguns vestidos sedutores. Apenas uns três ou quatro, claro, ela não pretende me encontrar por aí usando a mesma roupa. Ganhei um igual ao que ela usa nesta foto no Santuário do Rock.

E aqui eu a fotografei diante da piscina da Villa Brasil, reduto dos brasileiros locais. A Villa é uma área bacana, contudo, tanto como minha nova amiga, prefiro treinar outras línguas a viver num gueto digital. Claro, abro exceções: você tem histórias para contar?

Em tempo: voltei à área para lésbicas e, para minha decepção, a maior parte dos diálogos que presenciei não se referiam senão a brigas entre namoradas e a casos de traição. Uma coisa chata pra cacete. Daí eu ter tirado o meu de lá. Acompanhado, é óbvio. Sou mulher mas ainda sou muito macho, hehe… 😛

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1 Comment

  1. haha, sinistro. Legal o post, entrei hoje no SL pela primeira vez. Louco aquilo lah, neh!

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