Notas sobre Matrix Reloaded
Algo que venho notando na moçada da minha geração – nasci em 1971 – é que não conseguem evitar de forma alguma o impulso de ir ao cinema assistir Matrix, mas – uma vez acabado o filme – só sabem meter o pau, em geral um pau oco, ainda que cheio de sutilezas irônicas. Tudo bem, concordo que a vida em Zion é uma bela porcaria, mas a história é boa. Até o poeta Bruno Tolentino, com quem assisti ao primeiro filme lá na casa da Hilda Hilst, curtiu o dito cujo. Se bem que ele é suspeito: adora filme de Kung fu, diz que é ótimo para relaxar o cérebro…
(Continua…)







