Arquivo para a categoria "música"




03/03/2007

A las seis de la mañana (Facundo Cabral)

yuri vieira (SSi), 4:34 am
Filed under: interiores,música,Podcast e videos

02/02/2007

Mangue beat

rodrigo fiume, 7:02 pm
Filed under: música

aspas_vermelhas_abre.gif Para mim é como se fosse o primeiro dia. A tristeza vai diminuindo, mas a saudade vai aumentando aspas_vermelhas_fecha.gif

Rita Marques de França, mãe de Francisco de Assis França, ou Chico Science, morto “hoje”, em 1997, aos 30 anos

27/01/2007

MOJO Books

daniel christino, 1:49 am
Filed under: Cotidiano,literatura,livros,música

A idéia é boa, mas ainda não tive oportunidade de ler. Mais para o meio de fevereiro sai uma história de uma ex-aluna minha da Alfa sobre Josh Rouse (quem?) e fiquei interessado; quem sabe baixo algumas músicas antes de ler o texto. A arte pop se reinventa.

19/01/2007

Elis

rodrigo fiume, 9:53 pm
Filed under: memória,música

Hoje, em 1982, eu estava na praia em Guarapari, no Espírito Santo, quando minha irmã me disse que a cantora de que meu pai gostava havia morrido. Coisas que guardamos na memória…

06/01/2007

The Michael Winslow Experience

yuri vieira, 11:39 am
Filed under: cinema,Humor,música,Podcast e videos

Você se lembra daquele figura do filme Loucademia de Polícia, aquele capaz de reproduzir qualquer som com a boca? E não é que ele criou um novo campo a ser explorado pelos adeptos malucos da famigerada air guitar? Confira.

26/12/2006

“You say you want a revolution”

daniel christino, 11:52 pm
Filed under: baladas,Cotidiano,música,Política

Flanando pelo Goiânia Shopping antes do natal dou de cara com o Álbum Branco dos Beatles. “Well, you know”, duplo e importado. Comprei, mesmo não podendo. Musicalmente, é o melhor álbum dos caras. Rock, blues, folk, heavy metal (é, você leu direito), experimentalismo prepotente e inútil e os caminhos que o rock iria seguir, desde o progressivo até o referido metal. Beatles é – na falta de uma expressão melhor – foda. Para se ter uma idéia, o álbum é de 1968 e vai abaixo a letra da música Revolution 1:

You say you want a revolution
Well you know
We all want to change the world
You tell me that it’s evolution
Well you know
We all want to change the world
But when you talk about destruction
Don’t you know you can count me out in

Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright

You say you got a real solution
Well you know
We don’t all love to see the plan
You ask me for a contribution
Well you know
We’re doing what we can
But if you want money for people with minds that hate
All I can tell you is brother you have to wait

Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright

You say you’ll change the constitution
Well you know
We all love to change your head
You tell me it’s the institution
Well you know
You better free your mind instead
But if you go carrying pictures of Chairman Mao
You ain’t going to make it with anyone anyhow

Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright
Don’t you know it’s gonna be alright

Está tudo aí.

19/12/2006

Piores do Ano III

pedro novaes, 10:56 am
Filed under: Arte,Humor,música

PIORES CANÇÕES DO ANO

Para além do esgoto produzido a rodo pelos grupos de pagode que se proliferam como bactérias e que não merecem sequer nosso tempo aqui, as piores canções do ano são todas aquelas compostas em conjunto por Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes.
Quem fará a gentileza de convencer esta senhora de tão bela voz a limitar-se a interpretar composições alheias, especialmente tão belos sambas como aqueles gravados no disco “Universo ao Meu Redor” (o de Paulinho da Viola, o de Argemiro Patrocínio, o de Dona Yvonne Lara, o de Casemiro Vieira, etc.), deixando de lado a idéia de compor?
As composições do trio tribalista são uma ofensa à poesia. É achar que eu sou bobo e que escuto qualquer coisa com uma melodiazinha simpática. É o reinado da rima a qualquer preço, dane-se o conteúdo e qualquer significado. Se não, vejamos:

“Nas asas do bem desse mundo
Carrego um quintal lá no fundo (????)
A água do mar me bebe (?????)
A sede de ti prossegue”

Ou, lembrando uma pérola tribalista:

“Me abraça e me faz calor
Segredos de liquidificador
Um ser humano é o meu amor,
De músculos , de carne e osso,
Pele e cor.”

E ainda:

“Escureceu, o sol baixou
Anjo da guarda cantarolou
Nana neném
Nana neném
Cacheadinho, anjinho é”

Infelizmente, o site “Mundo Perfeito” fechou as portas, mas seu Gerador de Música Tribalista continua no ar. Vá lá, componha também a sua e tente entender por que este trio ganha milhões e você não. E junte-se à campanha “Não à Marisa compondo”.

08/12/2006

Jobim e Mongaguá

rodrigo fiume, 8:33 pm
Filed under: música

Tom Jobim morreu num 8 de dezembro. Foi em 1994. John Lennon também, mas 14 anos antes. Do Lennon, não me lembro; tinha 9 anos. A morte de Jobim foi um episódio bem estranho.

Eu havia acabado de chegar ao jornal quando me deram a notícia. Foi uma surpresa para todos. A redação do Estadão passou o dia bem mais silenciosa do que normalmente. Eu tinha começado a trabalhar no jornal havia um mês, achei que, sei lá, aquilo poderia ser algo normal. Mas nunca mais aconteceu. Nunca mais vi a redação em luto daquele jeito. Todos estavam tristes, cabisbaixos.

Mas o pior foi a manchete do jornal no dia seguinte, a única diferente de todos os grandes do País: “Jatene será o ministro da Saúde”. Perfeita sintonia, não?

Estranha foi a homenagem de São Paulo ao compositor. Tudo bem que ele não tinha lá uma grande proximidade com a cidade… Mas precisava ser aquela passagem subterrânea na Avenida Tiradentes?

Acho que mais lamentável mesmo foi a minha história sobre Mongaguá. No fim de 1993, Jobim iria fazer um show gratuito no Parque do Ibirapuera num domingo. Eu ainda estava descobrindo São Paulo e rolou um churrasco em Mongaguá. Alguém conhece Mongaguá? Vou morrer sem ter visto Jobim.

05/12/2006

Second Life: Solte Sua Imaginação

Era esse o nome do Projeto do qual fiz parte anos atrás em São Paulo: Solte Sua Imaginação. Na verdade, não foi além de um site que dividi com o fotógrafo Dante Cruz e com o VJ Alexis Anastasiou, tendo cada qual uma página para apresentar suas próprias viagens pessoais. (Hoje é apenas o site do atual estúdio do Dante.) O Dante, obviamente, pretendia incluir mais um monte de artistas, músicos, cineastas, DJs, estilistas e escritores que pudessem dar asas às suas respectivas imaginações, gente que íamos conhecendo nas raves que frequentávamos. Mas o Projeto SSi não foi pra frente. Claro que tudo teria sido muito diferente se fôssemos programadores e não um bando de artistas. Porque, quando me lembro das conversas que eu tinha com o Dante, vejo que a realização de tudo o que ele sonhava então – liberdade, criatividade, interatividade, internacionalismo – se chama hoje Second Life. Ainda não é grande coisa – e para muitos pode não passar de um vício besta e de pura perda de tempo – mas essa tal “SL”, como se costuma dizer ali dentro, já está pirando a cabeça de aproximadamente 1.790.000 pessoas.

(Senhor, não me deixeis errar pelos caminhos perversos da minha imaginação…)

25/11/2006

Anoushka Shankar

yuri vieira, 6:26 pm
Filed under: colírio,música,Podcast e videos

Karina, minha irmã, apareceu por aqui com o DVD do show-tributo ao George Harrison – Concert for George – no Royal Albert Hall em Londres. Não vou nem falar das bandas que aparecem na segunda parte ou das intervenções do Monty Python durante o intervalo. Quem me enlouqueceu foi a filha do Ravi Shankar, Anoushka Shankar, que além de ser uma sitarista maravilhosa, ainda foi a regente da orquestra indiana ali presente. Foi simplesmente incrível com que graça e delicadeza ela, sem parar de reger, silenciou a platéia que teimou em aplaudir antes do final da peça. A garota é linda. Se vc tiver o celular dela, o MSN, qualquer coisa, por favor… 🙂

24/10/2006

André Abujamra fala do incentivo à cultura

yuri vieira, 5:16 pm
Filed under: cinema,música,Podcast e videos,Política

Em entrevista a mim, para a Cora Filmes e o Icuman – durante o Sexto Goiânia Mostra Curtas -, André Abujamra, após falar da importância da trajetória do artista, dá o seu recado aos eternos dependentes do apoio estatal. Mais tarde coloco o vídeo no You Tube.

    Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

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André Abujamra é músico, ator, produtor e diretor de cinema. Formou a dupla Os Mulheres Negras em 1985, tocou na banda Vexame e integrou a banda Karnak, que durou 10 anos. Dirigiu alguns vídeo clips, entre eles os de João Suplicy, Charles Brown Jr. e alguns do próprio Karnak. Foi ator e diretor do Grupo Boi Voador, tendo atuado nos filmes “Sábado” e “Boleiros”, de Hugo Giorgeti, “Quando dois corações se encontram”, de Torero e “Durval Discos”, de Ana Muylaert. Em televisão compôs trilhas e vinhetas para diversos programas como o “Provocações”, de Antônio Abujamra, “Telecurso 2000”, “Programa Multishow” e “Castelo Ratimbum”. Compôs mais de 50 trilhas para teatro e cinema, como para os filmes “De passagem”, “O Caminho das Nuvens”, “Bicho de 7 Cabeças”, “1,99”, “Cafundó”, “Carlota Joaquina”, “Carandiru”, “Domésticas” e “Durval Discos”. É produtor musical nos Estúdios Voz do Brasil e atualmente realiza um trabalho solo de música pop, intitulado “O Infinito de Pé”.

04/10/2006

Igor Falecki, o Mozart da bateria

yuri vieira, 2:01 pm
Filed under: extraordinárias,música,Podcast e videos

Esse garoto é um fenômeno. Tem apenas quatro anos de idade, mas parece tocar bateria há pelo menos vinte anos. Espantoso. Ainda não sei de onde ele é, mas imagino que seja russo ou de algum país do leste europeu. Ele tem o completo domínio do instrumento, do ritmo. Toca sem qualquer tensão no rosto, como se meditasse num brinquedo. Tão novo, há de ser totalmente intuitivo, mas toca com a técnica de quem estudou anos a fio. Bom, já estou falando demais. Eis o Mozart da bateria.

E tem mais: (Continua…)

Secos e Molhados

yuri vieira, 5:24 am
Filed under: música,Podcast e videos

Eu acho que estava sentado, aos dois anos de idade, diante da TV durante essa apresentação dos Secos e Molhados. Que coisa espantosa.

28/09/2006

Ainda o Second Life (um esboço de artigo)

O aspecto revolucionário do Second Life está em seu potencial, não naquilo que ele já é. Há três anos, entrei num “mundinho virtual” que imagino tenha sido o próprio. Era apenas um chat com “bonequinhos”, uma chatice de tão lento e tosco. Nada além disso. Mas, conforme avança a tecnologia, conforme aumenta a capacidade de processamento dos computadores servidores e clientes, conforme aumenta a velocidade da transmissão de dados, a coisa vai assumindo proporções espantosas. Hoje, um arquiteto já pode comprar um terreno ali e reconstruir virtualmente todos os seus projetos já realizados em vida, um condomínio, com casas planejadas apenas por ele, que pode ser seu portfolio profissional, seu mostruário. “Ah, você quer conhecer meu trabalho? Visite meu bairro: ‘arquiteto fulano (123, 87, 67)'”. E pronto. Um decorador pode se associar ao arquiteto e botar mãos à obra. Artistas plásticos (olha a chance dos escultores) e fotógrafos expõe seus trabalhos. Salas de cinema virtuais exibem filmes de verdade. (Já imaginou? Um festival de cinema ali dentro? Com entrega de prêmios e tudo mais?) A exposição de trabalhos em 2D pode parecer redundante, afinal, a internet já tem tudo desse campo. Mas o louco do Second Life é que ele reforça a ação do acaso no relacionamento virtual. Na internet, em geral, as pessoas saem pesquisando o perfil uma das outras no Orkut, ou através de blogs, e já entram em contato com o próximo condicionadas por aquilo que acreditam saber dele. No Second Life, não. Você encontra os demais como quem se esbarra na rua com um desconhecido e, sem qualquer razão que não seja a pura cortesia, troca com ele uma idéia. Amizades podem sair daí. Sociedades. Parcerias. “Ei, vai rolar um vernissage agora, vamos?” E vocês saem voando juntos.

Uma das coisas mais interessantes no Second Life é sua semelhança com os sonhos e projeções astrais. Para quem não vê o mundo como eu vejo, isso pode soar como uma grande besteira. Então apenas esqueça tudo o que já ouviu a respeito desses “esoterismos” e entenda: agora você poderá experimentar, em grau menor, o que certos místicos afirmam experimentar, a saber, o relacionamento com pessoas reais num ambiente onde tudo o que é imaginável é também possível. Sim, é virtual, é ilusão, a maya da Maya, mas as pessoas são reais e também as reações delas a suas ações. O sentimento de vergonha existe ali dentro, você se sente embaraçado ao cometer uma gafe em público e há aquela mesma timidez de sempre ao se aproximar duma “mulher bonita” pra puxar conversa. Retorna aqui toda aquela metáfora do mundo da Matrix no tocante a esse mundo real. Tal como num RPG, ou num simulador de vôo, é possível ter experiências ali dentro que nos aprimorem. Não importa se o mundo é feito da mesma matéria dos sonhos ou da mesma matéria dos pixels, os espíritos são os mesmos e não importa o meio que usam para se manifestar. Sem falar que Freud está ali o tempo todo: você pode expressar seus desejos mais recalcados. Daí toda a perversão que também existe no Second Life. Tal como colocou Swedenborg ao falar da vida após a morte, nessa realidade virtual cada qual se encaminha até as regiões com a qual se sente mais afim. Você pode ter ótimos diálogos, aprender outras línguas, ir a saraus de poesia, passar a tarde inteira fazendo compras, procurar um “emprego” ou expor seu trabalho, explorar sozinho ou acompanhado as curiosidades daquele mundo ou simplesmente ficar num inferninho de sexo explícito. Você é quem sabe.

Enfim, há muito o que falar sobre mais esse “fenômeno da internet”. Mas deixarei isso a cargo do meu avatar no sistema, uma mistura daquelas coisas lindas que eu imagino ser com aquelas horríveis que trago em mim, o meu Mister Hyde pessoal.

19/09/2006

The Piano

yuri vieira (SSi), 1:51 am
Filed under: música,Podcast e videos

It’s raining again

yuri vieira, 1:18 am
Filed under: Educação,memória,música,Podcast e videos

Eu tinha uns 11 anos de idade quando nossa linda professorinha de inglês — lá no Colégio Spinosa, em São Paulo — teve a ótima idéia de nos fazer cantar I’s raining again, do Supertramp. A princípio, com a letra em mãos, parecia uma tarefa impossível. Mas ela conseguiu: no final da aula já éramos um côro infantil afiadíssimo. Tanto que o todo-poderoso e temido Marco César Spinosa, capitão-aviador reformado e diretor do colégio, veio à nossa sala presenciar o fenômeno. Todos se calaram e ficaram de pé. A professora ficou branca, sem saber se receberia ou não uma bronca. Já o Marco César, na época ainda solteiro, cravou uns olhos inesquecíveis sobre a linda maestra e nos mandou continuar. Pintou um clima. Toda a sala percebeu e as risadinhas das meninas foram constrangedoras. O diretor, um ex-militar, era fã de hinos e estava sempre nos fazendo cantar o Hino à Bandeira, o Nacional, o da Independência, do Aviador, da Proclamação da República, etc., etc. Mas ele nunca vira seus alunos cantarem em inglês. Seus olhos brilhavam. Ah, as mulheres…

Oh, está chovendo de novo,
Oh não, meu amor está acabando
Oh não, está chovendo de novo
E você sabe que é difícil fingir.

Oh não, está chovendo de novo
Muito ruim, estou perdendo uma amiga
Oh não, está chovendo de novo
Oh, meu coração vai se consertar?



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