O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados…

A Sílvia morreu

Cada vez que morre um dos cães da Hilda Hilst sinto uma estranha pressão no peito: é como se a Hilda ainda não tivesse terminado de morrer. Agora foi a vez da Sílvia, filha do Zidane, o cachorrão com quem eu “lutava kung fu”. Na foto abaixo, de 1999: a diretora teatral Ana Kfouri, Hilda, eu e a Sílvia, sob a figueira da Casa do Sol.

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Epígrafe – I

2 Comments

  1. Tati

    Sinto muito pela morte da Silvia e pelo seu sentimento que não passa, as vezes acho que se afastou um pouco de mim, por minha personalidade parecer um tanto com o da Hilda, e posso imagnar o quanto doi perceber, sentir e recordar momentos vividos com ela. (pode ser pretenção a minha, pois sei que não chegria aos pés desta grande mulher) Quem sabe um dia………….

    Beijos saudades

    Tati

  2. SEI MUITO BEM , COMO DOI PERDER UM ANIMAL ! Sempre vou lutar por eles! É um sofrimento q nunca vai ter fim!

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