Caramba, estou escrevendo um conto em que cito o Zé Celso e, ao pesquisar certo fato na Internet, dou com o ensaio da minha amiga Míriam Virna, diretora de Brasília, publicado em meu próprio site, cujo título é “Zé Celso, o Guru do Cu”. Bom, isso, claro, não é novidade para mim, mas, graças à configuração do meu gerenciador de conteúdo, o título da página, no topo do navegador, ficou assim: “Zé Celso, o Guru do Cu de Yuri Vieira Santos”. Porra, do meu, não!!! (Confira.)
Autor: yuri vieira Page 100 of 107
Minha amiga Thelma Mello irá expor seu trabalho – intitulado Porque não sou contemporânea – na Galeria Athos Bulcão (anexo do Teatro Nacional, em Brasília) entre os dias 17 e 30 de Agosto. A abertura será às 19 horas (17/08). A Thelma é a mesma Thelma que cito na crônica Da Arte Humorística de Ser Escroto e com quem compartilho sempre muitas risadas.
Eis algumas dicas sobre como produzir uma “rádionovela“, incluindo tutoriais, softwares e equipamentos.
Essa agora foi longe. Os caras do MIT estão desenvolvendo um certo Jerk-O-Meter – algo como “Medidor de Bobo” – que, instalado num celular, irá acusar os momentos em que seu interlocutor não está senão babando e looooonge do assunto. Tudo por análise do tom de voz. Que meda.
“Tal como os corpos elementares regulares de Platão, as partículas elementares da física moderna são definidas por condições matemáticas de simetria; não são eternas nem invariáveis e portanto dificilmente podem ser chamadas ‘reais’ na verdadeira acepção da palavra. São antes simples representações daquelas estruturas matemáticas fundamentais a que se chega nas tentativas de continuar subdividindo a matéria; representam o conteúdo das leis fundamentais da natureza. Para a ciência natural moderna não há mais, no início, o objeto material, porém forma, simetria matemática. E, desde que a estrutura matemática é, em última instância, um conteúdo intelectual, poderemos afirmar, usando as palavras de Goethe no Fausto, ‘no princípio era a palavra’ – o logos.”
Werner Heisenberg
Concretismo é o Playmobil da literatura. Qualquer um que venha a abandonar a infância mental põe a um lado esse brinquedo, ao menos como coisa séria que se assine e imprima. Mas não vou mergulhar no mérito dessa questão. Leia Os Sapos de Ontem, do Bruno Tolentino. (Resposta aberta a um bom amigo.)

Esta é minha ilustração predileta, criada pelo Millôr Fernandes, para O Caderno Rosa de Lori Lamby, da Hilda.
Meu amigo Nemias F. Mól, da Associação Urântia do Brasil, acaba de me remeter este link. Na página, você poderá ouvir, em streaming, os cinco primeiros documentos do Livro de Urântia. Bom, está em inglês e é lido ou por um sintetizador de voz (o que seria bem estranho), ou por um cara que tem um chip no lugar do cérebro. Mas tá valendo. Bom, agora só falta os caras gravarem os demais 191 documentos…

