blog do escritor yuri vieira e convidados...

Autor: yuri vieira Page 72 of 107

Os mísseis cubanos

Por falar em ferrar opositores do regime, na comunidade do Google Earth encontrei este link que supostamente mostra um dos dois lugares onde o Fidel esconde seus mísseis. Ao clicar no ícone “i”, lemos esta mensagem:

Este es el Segundo lugar donde se preparan los misiles en La Habana. Ya te lo dije Fidel, sé donde tienes todos los misiles, destruyen estos dos lugares y Fidel se tendrá que esconder abajo de la cama, rezando un par de Padre Nuestros. jajajajaj Miren con cuidado y se pueden ver los missiles. Luis

Pronto, agora também podem dizer que trabalhamos pra CIA… 🙂

Sou classe média

Esse é um video que andou circulando por email, uma apresentação de Max Gonzaga e da Banda Marginal no festival da TV Cultura, no segundo semestre de 2005. A letra vem logo abaixo.

Bono bonzinho…

Do Reinaldo Azevedo:

O roqueiro pôs uma faixa na cabeça. Havia o símbolo do cristianismo, a estrela de Davi, do judaísmo, e o crescente, símbolo do islamismo. Oh, grande coragem a deste senhor, não é mesmo? Que lindo o seu ecumenismo pacifista! Ao pôr os três símbolos na testa em nome da paz, ele os igualou, culturalmente, aos olhos do Ocidente. Muito bem! Agora espero que ele vá dar um show em Gaza, sob o governo do Hamas, ou, sei lá, em Teerã e exiba na testa a cruz e a estrela de Davi.

Frenologia

É o estudo da personalidade humana revelada pelos contornos do crânio. Encontrei esta curiosa informação num dos meus inúmeros blocos de anotações (não sei de onde tirei):

Walt Whitman pagou três dólares para que Lorenzo Fowler apalpasse as protuberâncias de sua cabeça. Resultado: “um bom domínio da linguagem” e “escolheria lutar com a boca e a caneta”. Whitman publicou o resultado várias vezes e teve a primeira edição de “Folhas da Relva” (1855) distribuída pela Fowler & Wells.

Uma coisa que não falta é escritor acreditando em teorias estranhas. Pirar é humano. E literário.

A Comunhão dos Monstros Malucos

Um dos grandes traumas da minha infância – sim, da minha infância “pequeno burguesa” – foi ter perdido, graças a uma aula de catecismo, a reapresentação na Sessão da Tarde do filme de animação A Festa dos Monstros Malucos, de Jules Bass, o mesmo que dirigiu The Hobbit.

Henry Fonda à italiana

No bang-bang à italiana Era uma vez no oeste, de Sérgio Leone, o personagem de Henry Fonda, um pistoleiro folgado, acomoda-se na cadeira e responde a seu interlocutor como é sentar-se atrás da mesa do dono da ferrovia, aliás, seu patrão:

“É quase como segurar uma arma, só que com mais poder…”

Essa cena já vale o filme.

Ex Libris

Dia desses o Túlio Caetano fará um Ex Libris para mim. Claro, primeiro alguém precisa dizer a ele que eu gostaria muito e me sentiria muito honrado se ele fizesse um Ex Libris para mim. Bom, espero que ao menos este blog lhe diga isso, pois, assim que o recado chegar até ele, precisarei aguardar apenas uns quinze anos para que ele encaixe tal encomenda em sua movimentada agenda. Ah, esses artistas perdidos pela França…

Para quem não sabe, Ex Libris é aquele selo que colocamos em nossos livros para distigüi-los dos alheios. Significa mais ou menos isto: “Dentre os Livros [que fulano possui este é um exemplar]”. Veja, por exemplo, como era o Ex Libris do Santos Dumont:

WYD – With Your Destiny

O Marcelo Moon, proprietário da OnGame, está lançando seu MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game), o With Your Destiny. O jogo é gratuito e totalmente em português. (Para quem não leu, Marcelo é o coreano com quem tive uma dessas conversas mirabolantes numa festa em São Paulo, a qual descrevo na crônica Pão em coreano.)

Para mais informações, veja o site do jogo ou a Revista do CD-ROM.

Di Cavalcanti di Glauber

Assisti a esse curta-metragem do Glauber Rocha pela primeira vez em 1994, quando ainda morava na UnB. (Comentei a respeito noutra entrada.) Dei muita risada então. Fora de brincadeira, acho que é uma das melhores coisas que ele já fez. Sua narrativa é hilariante. (Sem falar que, no cortejo fúnebre do Di Cavalcanti, ele ainda aparece seguindo o caixão, todo discreto. Era o Dr. Jekyll dele. Já o narrador, piradão, é o Mr. Hyde.) Diz ele que, em 1976, estava em casa, coçando, quando ficou sabendo da morte do Di. Passou na casa de alguns amigos para pegar restos de película, chamou o cinegrafista e se mandou pro velório. Deu no que deu. A família pirou a cabeça com o resultado. E proibiu o filme de ser veiculado no Brasil. Isto até hoje.

Daddy Cool

É uma pena as imagens deste video não estarem perfeitamente sincronizadas com o som. Mas dá pra enganar. É uma apresentação do grupo Boney M e sua musiquinha incestuosa (ou de cafetão) Daddy Cool. Assisti pela primeira vez com a Cássia, a Karina e a Paola no apê do Paulo Paiva, que quis nos mostrar seu DVD com bandas dos anos 70 chamado Disco Inferno, uma coisa mutcho loca.

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