O blog anda meio devagar esta semana pois estou em São Paulo, na Vila Madalena, hospedado na casa do meu bróder Rodrigo Fiume, subeditor do caderno Vida& do Estadão. E o cara não tem internet em casa!!! Bom, estou vendo se meu destino vira uma esquina. Se for da vontade da Primeira Fonte e Centro, é claro…
Autor: yuri vieira Page 93 of 107
A ciência continua suas especulações em torno da data em que se iniciou e finalizou a migração através do estreito de Bering. Alguns afirmam que os povos começaram a chegar da Ásia por volta de 12 mil anos atrás, outros 13, 14 ou 24 mil. Mas todos concordam que a migração é mais antiga do que se supunha. (Veja aqui.) Já o Livro de Urântia afirma que já se passaram 85.000 anos desde que os últimos homens cruzaram a antiga passagem de terra do estreito.
O blog Bad Science é uma espécie de Observatório da Divulgação Científica. Interessante. Aliás, aqueles meus amigos que adoram apontar elementos de pseudociência em alguns dos meus textos irão adorar. Mas que a imaginação é a avó da ciência, ah, isso é. Respeitem os mais velhos!
Hermelino Neder, compositor e professor de música, em sua coluna, na Folha de São Paulo:
“Deduzi que exaltar qualquer feito ou fala da criança, na presença dela, poderia favorecer a necessidade da fama, de ser comentada sempre, de ser veiculada primeiro na mídia doméstica, depois na grande mídia. Minha mulher acha que o Jô Soares parece um garotinho gordinho exibidinho, o orgulho do papai e da mamãe. Dance, filhinho, para a dona Maricotinha ver, toque bongô, como é que fala ‘eu te amo’ em inglês? E em francês? Minha mulher é malvada.”
No site da Primeira Leitura:
Na edição deste domingo do jornal Correio Braziliense, o humorista do programa Casseta e Planeta(TV Globo) Marcelo Madureira conta em entrevista ao repórter Luiz Carlos Azedo que o grupo recebeu “recado velado de desagrado” do presidente Lula. A mensagem foi repassada por ninguém menos que a primeira-dama Marisa Letícia, em evento no Palácio Alvorada. “A dona Marisa fez uma colocação meio impertinente. O Cláudio Manoel respondeu à altura”, contou Madureira – o jornal não revela nem os detalhes da impertinência nem da resposta. Segundo Madureira, desde que o programa existe, há 14 anos, “todos [os presidentes] foram sacaneados democraticamente, na mesma medida, na mesma proporção das sandices e babaquices que fizeram”. Porém, de Sarney para cá, “curiosamente, o único que mandou recado”, foi Lula. Outro que reclamou das piadas do programa foi Luiz Gushiken. “Na época do [personagem] Luiz Eskudeskem chegaram recados também”, contou o humorista. Para Madureira, “aquelas manobras que houve na regulamentação da Agência Nacional de Cinema e na [tentativa de criar] o Conselho de Jornalismo eram para tentar cercear ou controlar a imprensa e o meio artístico”.
Ana agora cursava uma escola de línguas na Inglaterra. Falou, “Eu queria escapar da língua portuguesa. Sentia que era isso que fazia do meu avô um homem tão limitado. Ele não tinha uma verdadeira idéia do mundo. A única coisa em que podia pensar era em Portugal, África portuguesa, Goa e Brasil. Na sua cabeça, por causa da língua portuguesa, todo o resto do mundo foi filtrado, excluído. E eu não queria aprender o inglês da África do Sul, que é o que as pessoas aprendem por aqui. Queria aprender o inglês inglês”.
(Meia Vida, V.S. Naipaul.)
Realmente, a Câmara dos Deputados anda uma sujeira só…
Os dois, no boteco:
“Eu sempre sigo o conselho do Fernando Pessoa.”
“Que conselho?”
“Aquele: ‘Irritar é também uma forma de agradar. Toda criatura que gosta de mulheres sabe disso e eu também o sei’.”
“Por que ele diz eu também? Ele era bicha por acaso?”
“Homossexual talvez, bicha não.”
“Pois então! Ele tinha era um caso com o Álvaro de Campos…”
“Eram a mesma pessoa, idiota!”
“Claro que não, eles só inventaram essa história de heterônimo pra não chocar a sociedade. Ficava um sentando no colo do outro.”
“Que absurdo! Você só fala merda.”
“O Ricardo Reis adorava uma suruba gay. Os três não saiam da quinta do Caeiro…”
“Puts, quanta besteira…”
“Que foi? Tá irritado, é? Não posso falar assim do seu mestre?”, disse o outro, colocando a mão no joelho do primeiro.
“Qué isso, meu chapa? Pirou, é?”, e deu um empurrão no companheiro de mesa, que caiu estatelado para trás, um copo na mão, às gargalhadas.
Na internet encontramos respostas até para esta pergunta. Quer saber por quê? Clique aqui.
No filme Tão perto, tão longe, de Wim Wenders, a certa altura vemos, num muro de Berlim, a frase “Zeit ist kunst”, isto é, “Tempo é Arte”, o mesmo lema do calendário Maya. Wim Wenders e aprendenders…
