blog do escritor yuri vieira e convidados...

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Arranha-céu

Esta é pelo aniversário do meu bróder, o fotógrafo Dante Cruz.

Colibri e flamboyant — 2

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Outro beija-flor na Cidade de Goiás

Colibri e flamboyant

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Beija-flor na Cidade de Goiás

Depois do 11

Embarque no Aeroporto de Congonhas

Embarque no Aeroporto de Congonhas, em SP

Anoushka Shankar

Karina, minha irmã, apareceu por aqui com o DVD do show-tributo ao George Harrison – Concert for George – no Royal Albert Hall em Londres. Não vou nem falar das bandas que aparecem na segunda parte ou das intervenções do Monty Python durante o intervalo. Quem me enlouqueceu foi a filha do Ravi Shankar, Anoushka Shankar, que além de ser uma sitarista maravilhosa, ainda foi a regente da orquestra indiana ali presente. Foi simplesmente incrível com que graça e delicadeza ela, sem parar de reger, silenciou a platéia que teimou em aplaudir antes do final da peça. A garota é linda. Se vc tiver o celular dela, o MSN, qualquer coisa, por favor… 🙂

Frase de cinema — 27

aspas_vermelhas_abre.gif Io non sono intelligente. Sono sveglia! aspas_vermelhas_fecha.gif

(Eu não sou inteligente. Sou esperta!)

Monica Vitti, para Marcello Mastroiani, em La Notte (1961)

Ateus e Muçulmanos

Marcelo era ateu, mas de um ateísmo singular, que não vinha do seu professor de história, nem do seu psicanalista. Vinha de sua avó. A velha era católica demais, ia sempre à missa, falava dos santos e do Juízo Final. Por isso todos ficaram revoltados quando apareceu o tumor.

— Logo ela, que tem tanta fé! Por que Deus faz uma coisa dessas?!?

O rapaz estava entrando na adolescência, e queria compreender a contradição. Se Deus existia, por que deixava sofrer os que criam nele? Seu pai não soube responder:

— Essas coisas transcendem o entendimento, meu filho.

Mas o jovem estava angustiado. Queria se livrar logo da contradição. Resolveu dar a Deus um ultimato:

— Cure minha avó, e acreditarei em Você!

A velha morreu no dia seguinte, logo depois de deixar um bilhete aos netos:

Meus queridos, não esqueçam suas orações.

Todos se comoveram, menos Marcelo, que a essa altura já tinha cedido à descrença total.

— Pobre velha. Morreu com sua ilusão.

— Não diga isso, meu filho!

Por dentro, todos pensavam como ele, mas em público preferiam passar como crentes.

Veio o vestibular, vieram o primeiro carro e a primeira namorada. Marcelo agora acreditava na ciência e nas leis impessoais que regiam o universo. Deus era a ilusão de que os desafortunados precisavam para levar a vida. Ele vivia por outros motivos: as mulheres, por exemplo. Eram gostosas de beijar, de tocar, e cediam facilmente quando estavam bêbadas. Era uma lei da ciência: mulher + álcool + carro = sexo = prazer. Ele só não entendia era por que elas eram tão pegajosas, por que faziam tanta questão da fidelidade. Era mais uma coisa que transcendia seu entendimento. Assim como a rápida ascensão do islamismo no seu país. Marcelo continuava achando que religião não passava de ignorância.

— Essa gente precisa de ilusões cada vez piores… Que tristeza!

Mas, quando soube que os muçulmanos eram polígamos, a idéia imediatamente lhe agradou.

Cabelo sujo?

Minhas irmãs me disseram que ela está com os cabelos sujos. Alguém se importa?

O lado rosa da Força…

Esta foto é pro Paulo, que curte uma fricção, digo, uma ficção científica…

Darth Gayder

Freedom’s Fury

A produção é do Tarantino e da Lucy Liu:

FreedomsFury.Net

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