“(…)a burguesia tenta ganhar dinheiro vendendo corda aos que planejam enforcá-la(…)”
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E o juiz Paulo Alberto Jorge diminuiu o tamanho da mamata dos tais perseguidos políticos. Pode checar. Já tava passando da hora. (Cá entre nós, R$2400 ainda é um absurdo, né.)
E ainda segundo o Feirão do Imposto, verifico que 83% do valor de uma garrafa de cachaça é puro imposto. (Uma cerveja tem 56% de imposto!) Que absurdo! Por que ao invés de pagarmos isso não enviamos apenas uma garrafa de 51 por ano ao Lula? Aposto que ele ia adorar esse pagamento em espécie. (Bêbado, ele diria: o Estado sou eu!)
Nesta tabela do Feirão do Imposto vejo que um vaso sanitário está tributado em 39,5% de seu valor. Fica difícil não pensar nisto quando se está no banheiro: 39,5% do que pagamos pela privada foi parar nas mãos do Estado!! Pode?! Uma folha de papel sulfite custa 38% a mais do que deveria. (E um escritor só recebe 10% do preço de capa de um livro…) Quase todos os instrumentos musicais estão tributados em cerca de 40%! Precisamos lutar contra essa intromissão do Estado na vida (da) privada… (Não pude evitar.)
E o ex-agente da CIA, Philip Agee, vive hoje em Cuba, onde dirige uma agência de turismo… O cara sai da turma dos sujos para entrar na dos mal lavados. (Até contribuiu com a KGB.) Cada um…
“Montevidéu -18/04/1964 – Holman acaba de voltar de uma conferência com chefes de base e trouxe a convicção de que devemos dedicar mais atenção aos exilados brasileiros. A decisão, tomada aparentemente pelo próprio presidente Johnson, foi de que devemos fazer todos os esforços a fim de não apenas evitar um contragolpe e movimentos de revolta em futuro próximo no Brasil, mas também para fomentar suas forças de segurança tão rápida e eficientemente quanto seja possível. Não se deve permitir, nunca mais, que o Brasil se incline para a esquerda, pois aí comunistas e outros constituem uma ameaça de domínio ou de, pelo menos, tornarem-se muito influentes.”
(Diário da CIA, Philip Agee, 1975.)
Essa resistência aos americanos, no Iraque, obviamente não é originária de lá. Tudo o que um povo quer é paz, não quer agitação sangrenta. Ou será que esse povo morre mesmo de medo de ser dominado pelo “jeitinho americano” e de ver seu país tornar-se um lugar tão horrível pra se viver quanto o Japão, a Alemanha e a Itália, os perdedores da Segunda Guerra? Esse medo é dos xiitas apenas e de seus amiguelhos revolucionários, a maioria não-iraquiana, que não passam de terroristas islâmicos ali infiltrados para botar mais lenha na fogueira. Os sunitas que entram na onda assim o fazem porque, claro, se identificam mais a eles que aos americanos. Ambos seguem Alá. Os xiitas, a minoria, são a espoleta, os sunitas, quais inocentes úteis, o grosso da pólvora.
O explorador inglês Sir Richard Francis Burton (1821-1890) – tradutor das Mil e uma noites e do Kama Sutra – converteu-se ao xiismo. Quando mijava, tinha que se agachar e enxugar o pau com terra. Se não o fizesse, descobririam sua origem ocidental e poderia morrer durante a peregrinação a Meca. Xiismo – no sentido mais lato – é isso: misturar aspectos secundários com essenciais, no caso da religião, questiúnculas materiais com espiritualidade.
“Se pudermos impedir o Governo de desperdiçar o trabalho do povo, sob o
pretexto de cuidar dele, este será feliz.”
(Thomas Jefferson)
Citado por Rodrigo C. dos Santos, na introdução à sua segunda coletânea de aforismos de Roberto Campos. A primeira está aqui.
O método de atuação de Stanislavsky realmente funciona. Buscar uma experiência pessoal análoga à do personagem… Eu ainda não havia compreendido o tamanho da decepção dos Democratas com a vitória de Bush. Aí me lembrei do dia 28/10/2002 e entendi tudo.
“A América meridional alemã nos proporcionará, na zona temperada, um espaço de colonização onde nossos emigrantes conservarão sua língua e autonomia. Exigiremos, porém, que o alemão seja ensinado nas escolas como segunda língua. O Sul do Brasil, o Paraguai e o Uruguai são países de cultura alemã. O alemão passará a ser a língua nacional.”
(Otto R. Tannenberg, 1911.)
“Criaremos no Brasil uma nova Alemanha. Encontraremos lá tudo de que necessitamos.”
(Adolf Hitler, 1933.)
“Uma vez caído o Brasil, o continente sul-americano será nosso.”
(Juan Domingo Perón, simpatizante de Hitler, 1943.)
Fonte: Nossa História, Nº12.
