blog do escritor yuri vieira e convidados...

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O Asno

“Tudo menos o Lula. Se um dia ele virar presidente vai haver uma guerra civil. O PT é o maior atraso de vida que já houve na política. Durante anos fiz vista grossa às implausibilidades e desconversas da esquerda. A melhor propaganda anticomunista é deixar os comunistas falarem.”
(Paulo Francis)

“(…)época do asno, que é como chamarei o advento de Lula.”
(idem)

Vote

Através do site BetaVote.com você pode fazer de conta que é norte-americano – seja franco, uns quatro bilhões de terceiro-mundistas desejariam sê-lo (do you?!) – e “votar” no seu candidato à presidência dos EUA. E não se esqueça: não importa o vencedor – real ou virtual – continuaremos “jodidos” do mesmo jeito… (Valeu, Carol!)

Religião de ateus

“Marxismo bem conduzido é intoxicante, como notou Bertrand Russell, em 1896, ao escrever sua primeira obra ‘A Social Democracia Alemã’. Russell deduziu logo que marxismo era tolice, que suas pretensões científicas não conferiam com as descobertas em ciências naturais (em 1896!), mas percebeu a força do marxismo como religião, sem deus, de ateus, o que é óbvio até hoje, até nesta versão pé-de-moleque de Lula.”
(Paulo Francis)

Arma na boca

Segundo o jornalista Cláudio Humberto, “traficantes entraram no ‘desarmamento’. Favelas da Zona Oeste e no Complexo do Alemão têm faixas ‘Não seja bobo, a boca paga o dobro’“. Isto é que é ironia: concorrência do “Estado paralelo”! Claro, quem pensou que o tal “desarmamento civil” iria desarmar os criminosos não passava de um ingênuo. Mas… quem é que havia previsto que o dito cujo armaria ainda mais esses caras?

Greenpeace

Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, nós perceberemos que dinheiro não se come e, então, comeremos o cara do Greenpeace que criou essa frase pentelha…

Brazil, o filme

Acabo de rever Brazil, o filme, de Terry Gilliam, quem, claro, deve ter tido a idéia do roteiro quando, no princípio dos 1980, imaginou como seria este país após 20 anos de PT no governo. Deprê. Para ser realista, só faltou um toque tropical.

ANCINAV II

Até agora, este artigo, de Ipojuca Pontes, é a melhor explicação sobre o que realmente é a ANCINAV.

John Kerry

Esta semana percebi por que os americanos não querem votar no Kerry. Não, o povo não se preocupa com ideologia, não dá a devida atenção a isso. Mas uma entrevista que ele deu ao David Letterman mostrou a razão: ele gaguejava ao tentar responder justamente as perguntas que exigem uma resposta firme. Exemplo: “Você teria iniciado a guerra se tivesse as mesmas informações que tinha o Bush sobre o Iraque?”, e o cara: “ah, é, bem, eu, quer dizer…” E ainda tinha a ousadia de se sentir aliviado ao ser interrompido por nova pergunta do Letterman, como se estivesse sendo salvo pelo gongo. Bastava ele dizer sim ou não e se justificar, caramba. Se ele estivesse na sala de reuniões do Donald Trump, no Aprendiz, certamente teria ouvido: “you’re fired!”

Propaganda eleitoral

Às vezes me pego matutando o que afinal o comandante George W. Bush tem a ver com as eleições brasileiras. Fico tentando lembrar qual candidato petista o citou e detonou em seu “horário gratuito”. E, então, após firmar a vista interna, percebo que estou misturando o Farenheit 9/11 do Michael Moore com as campanhas locais. Farinha do mesmo saco. O PT devia inscrever suas campanhas no Festival de Cannes…

Bolsa-escola

Não sei se foi em 2001 ou 2002 que fui a Brasília escrever roteiros publicitários para uma agência local. Em uma semana, escrevi 19 roteiros, incluindo aí roteiros de reclames de TV, cartilhas e histórias em quadrinhos. Campanha institucional. Até hoje não me pagaram… Mas a questão é que, no apê em que me hospedei, havia uma empregada doméstica que me deu sua opinião a respeito da bolsa-escola do Cristovam Buarque: “uma boa porcaria”, me disse. E explicou: conhecia diversas pessoas – a maioria seus vizinhos – que pegavam emprestados os filhos uns dos outros para aumentar o valor de suas respectivas bolsas. Inscreviam-nos como se fossem seus. “Um bando de à toas”, dizia. “Ficam o dia inteiro em casa, se coçando, falando da vida alheia, com a vida ganha…”

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