E o Caetano Veloso no Fantástico? Criticou o governo e meteu Lula, FHC, PT e intelectuais da USP todos no mesmo saco de lixo. Foi ótimo. Sempre achei que ele ficava melhor cantando e compondo do que falando, mas dessa vez quase bati palmas no sofá da sala.
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Quem não viu o discurso de George W. Bush intitulado “Bush estimulando a juventude americana”, no programa do David Letterman, não sabe o que está perdendo. É hilariante. Enquanto ele fala, atrás dele vemos um garoto entediadíssimo, bocejando, espreguiçando-se, fazendo alongamentos e até mesmo cochilando. É de matar.
Eis um documentário que os amantes platônicos do regime cubano – esses coitados mentais – precisam ver. Não sabemos o quanto a ditadura de Fidel é pior que a de Fugêncio Batista simplesmente porque antes havia liberdade de imprensa e, depois de Fidel, não. “É a diferença entre uma ditadura autoritária como a de Batista e a ditadura totalitária de Fidel”, avalia Jorge Masetti, co-diretor do documentário. Acredite, os cubanos estão comendo o pão que o diabo – ou seu filho, Karl Marx – amassou. Será que no filme aparece o Fidel comendo churrasco com seu fã predileto, o Lula?
Nicholas D. Kristof, colunista do New York Times, alerta para o genocídio que vem ocorrendo no Sudão – árabes contra negros – e afirma: “In my last column, I called these actions “ethnic cleansing.” But let’s be blunt: Sudan’s behavior also easily meets the definition of genocide in Article 2 of the 1948 convention against genocide. That convention not only authorizes but also obligates the nations ratifying it — including the U.S. — to stand up to genocide.” E isso me faz lembrar o seguinte: os norte-americanos não encontraram armas de destruição em massa no Iraque, mas apenas “massa de iraquianos destruídos” em covas coletivas. E, incrível, ninguém aceitou isso como justificativa! Será que os sudaneses tem umas bombinhas nucleares por lá, para que, chegando a cavalaria americana, ninguém os acuse de imperialistas?
Os gays que se alegraram pleonasticamente com o partido da simpatizante Marta Suplicy precisam abrir os olhos. Veja o que escreveu Tereza Cruvinel, colunista de O Globo: “O BRASIL retirou a moção que apresentara na ONU contra países que discriminam homossexuais. Diz-se que para agradar a países árabes. Os protestos vão chover por aqui”. Onde se lê “Brasil”, leia-se “PT”.
Eis um artigo do Nelson Ascher, colunista da Folha de SP, dos mais críticos e divertidos.
Trecho de notícia publicada na UOL, por Carmen Munari: “Apesar de a fábrica da GM empregar 7 mil pessoas, menos de mil puderam ver o presidente (Lula). Todos os empregados que estavam sob a tenda do evento tiveram que ser ‘fichados’, informando previamente o número do documento de identidade”. E o medo de encarar o povo venceu a esperança…
Taí uma pergunta do Nelson Rodrigues – do conto A Dama do Lotação – que se encaixa perfeitamente bem ao comportamento de certos “funcionários” do Palácio do Planalto: “Como é possível que certos sentimentos e atos não exalem mau cheiro?”
A coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Jornal de Brasília, está sempre trazendo informações interessantes, de quem está próximo ao poder: “Palavra de ministro influente do governo à coluna: a polêmica entrevista de José Dirceu a O Globo foi autorizada pelo presidente e o Chefe da Casa Civil apenas disse o que Lula queria. Inclusive as críticas a Tasso Jereissati.” Esses politiqueiros são gente maquiavélica mesmo…
Como sempre, mais um excelente texto do Olavo de Carvalho…
