O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados...

Visions of China, por Vincent Laforet

Tsuboi Gustavo of Brazil (bottom) and Peter-Paul Pradeeban of Canada playing table tennis in this long exposure from overhead. Photo by Vincent Laforet for NEWSWEEK

Tsuboi Gustavo, do Brasil (de verde), e Peter-Paul Pradeeban, do Canadá
Photo by Vincent Laforet for NEWSWEEK

France\'s Patrick Chila serving against Janos Jacob, who he defeated, in table tennis. Photo by Vincent Laforet for NEWSWEEK

Patrick Chila, da França, saca no jogo contra Janos Jacob
Photo by Vincent Laforet for NEWSWEEK

Vincent Laforet for NEWSWEEK

Ange Mercie Jean Baptiste, judoca do Haiti

Vincent Laforet em Visions of China, blog de fotógrafos da Newsweek sobre os Jogos de Pequim

Olympic Photo Blog

2a0cd3f5a60fb05a259a0c682e19141d.jpg
Tonya Verbeek, atleta canadense de luta livre, cuja roupa de baixo traz a frase: "Chutando bundas desde 1993, continuando em 2008!!!”
Steve Russel/Toronto Star

Olympic Photo Blog, sobre os Jogos de Pequim, do Toronto Star

Photographers

9e458ac26acc973ed80bee318eef0f28.jpg
Yelena Isinbayeva quebra o recorde mundial de salto com vara em Pequim.
REUTERS/Dylan Martinez

Photographers, blog dos profissionais da agência Reuters

O estado contra o indivíduo

Uma discussão que deve ser urgentemente pautada no campo das idéias brasileiras é até onde se limita o Princípio de Supremacia do Interesse Público sobre o Particular. Tal prerrogativa conferida à Administração Pública, atua sacrificando, sempre que houver necessidade, um interesse individual ante um interesse coletivo. No entanto, além de ser importante definir quais necessidades impõem-se restringindo as garantias individuais, não menos importante é a reflexão sobre a ascensão de uma política autoritária estatal a partir de tal supremacia.

Não é demais solicitar a razão para definir a necessidade de um ato estatal que fira um direito individual. Quando decretado o Estado de Defesa, frente a uma iminente guerra ou perigo institucional, justifica-se claramente os direitos do estado (visando o interesse público ou de defesa da nação) sobrepondo-se aos direitos individuais. Por outro lado, o advento das escutas telefônicas ilegais, ou o abuso na execução de Ordens Legais por parte de agentes do estado (como se deu na Operação Satiagraha em que uma Ordem Judicial deu margem para a escuta de indivíduos alheios ao processo) – põe em xeque a tese do princípio de legalidade, que representa o limite estabelecido para a atuação do estado, visando proteger o cidadão de um possível abuso de poder. É razoável concluir que o estado legitima-se a partir dos direitos fundamentais, que garantem liberdades individuais e a isonomia, que, aliás, é a idéia essencial de justiça. A partir do momento que a obsessão pela supremacia estatal passa a justificar a revogação dos direitos inalienáveis do indivíduo na busca pelo interesse coletivo de importância, às vezes, questionável, flerta-se literalmente com o autoritarismo.

Atualmente, o Princípio de Supremacia do Interesse Público sobre o Particular é o argumento preferido daqueles que pretendem inflar ainda mais o poder estatal. Não notam que o fato do estado ter a incumbência de administrar ou zelar pelos bens e interesses públicos, não o torna proprietário deles. É puro nonsense tal idéia de atestar a sua supremacia sob o pretexto, por exemplo, de objetivar a diminuição da desigualdade ou os direitos da coletividade. Pois corre-se o risco de admitir que a luta pela “justiça social”, provê ao agente público uma superioridade moral que o atesta ao poder de revogar direitos individuais que nada mais são do que os fundamentos do Estado de Direito.

The Games, Framed

4c49074344e885e8328b0628e735cdb2.jpg
Michael Phelps abraça a mãe e a irmã em meio a uma multidão de fotógrafos, após a oitava melhada de ouro.
Jonathan Newton/The Washington Post

The Games, Framed, blog sobre as Olimpíadas de Jonathan Newton, fotógrafo do Washington Post.

Meu Twitter

Assim que possível, darei um jeito de colocar neste blog um plugin que exiba as entradas do meu Twitter. (A facilidade de publicação do Twitter, sem falar da minha preguiça de escrever textos longos que não sejam ficção ou crônica, faz dele uma ótima ferramenta.)

No momento, pretendo reservar à literatura a energia de escrever prolixamente…

Grafite — 24

O amor é um incômodo necessário

Palavras de Facundo Cabral durante um de seus shows.

Ron Paul, Rússia e Geórgia…

Ron Paul, em 2002, explicando por que a Rússia atacaria a Georgia numa boa…

Watergate e Mensalão

Do “Ex-Blog” do Cesar Maia:

AVISO AOS MENSALEIROS, A LULA, AO COMISSÁRIO TARSO GENRO, ZÉ DIRCEU…!

Dia 8 de agosto, 40 anos atrás, Nixon “renunciava” à presidência dos EUA em função do escândalo no edifício Watergate -onde estava a sede do Partido Democrata- que havia sido espionada por comando da direção do Partido Republicano. Nixon nada sabia. Mas depois que o escândalo estourou e ganhou a partir do Washington Post a cobertura da imprensa mundial e uma CPI no Congresso dos EUA, Nixon por menos de um mês, orientou as não-ações do FBI, o análogo a nossa Polícia Federal. Esse ato foi o nó górdio que provocou sua “renúncia”: usar um órgão público como o FBI para dar cobertura àquelas ações de espionagem política. O caso Watergate foi identificado no dia 17 de junho de 1962. Nixon saiu seis anos depois. O Mensalão foi identificado em junho de 2005. O caso já passou pela CPI no Congresso. Está no STF com denúncia feita. Passaram-se 3 anos. Metade ainda do interregno do caso W. nos EUA.

Page 13 of 271

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén