Oportuno memorial, escrito por Deonísio da Silva, a respeito da querHilda amiga.
Em novembro de 2000, em entrevista à revista Caros Amigos, disse Luiz Inácio Lula da Silva: “Se eu ganhasse a presidência para fazer o mesmo que Fernando Henrique Cardoso está fazendo, preferia que Deus me tirasse a vida antes. Para não ter que passar vergonha. Por que sabe o que acontece? Tem muita gente que tem o direito de mentir, o direito de enganar. Eu não tenho. Há uma coisa que tenho como sagrada: é não perder o direito de olhar nos olhos dos companheiros e de dormir com a consciência tranqüila de que a gente é capaz de cumprir cada palavra que a gente assume E, quando não cumprir, ter a coragem de discutir o que não cumpriu”.
O presidente precisa ter mais cuidado. E se agora em 2004 Deus resolve escutar seu pedido?
Citado por Maria Lucia Victor Barbosa, no MSM.
Já estou com novos capítulos do “Eu odeio terráqueos!!” e do “LSDeus” praticamente prontos. Logo mais estarão on line.
Tá todo mundo cansado de saber que o Clodovil é venenoso em seus comentários e praticamente a mesma quantidade de gente não assinaria embaixo do que ele diz. Não vi o tal programa em que ele desceu a lenha na Marta Suplicy, mas entendo perfeitamente a razão e dou todo meu apoio. Impedir o Agnaldo Timóteo – que não ouço mas tem quem goste – de vender seus próprios CDs na rua? É o fim da picada. Ambulantes não são bandidos, trabalham. Ainda mais quando produzem sua própria mercadoria. E agora a prefeita ainda quer processar o Clodovil por continuar sendo quem ele é, um cara que fala pelos cotovelos. Eis o modus operandi da censura petista: botar a “justiça” em cima de qualquer um que diga o que seus afiliados não gostam mas precisam ouvir.
E os arqueólogos da UCG encontraram vestígios de um sex-shop pré-histórico…
Um texto da Marisa Moura sobre o agente literário, essa entidade mais rara no Brasil que político honesto. Aliás, tanto escritor ruim, feito na medida pra ser best seller – eu, por exemplo – e ninguém pra empresariar. É o fim da picada mesmo. 🙂
Se essa moda de tentar se atirar da galeria do Senado pega, os senadores da oposição terão de criar um projeto de lei defendendo a construção de um enorme trampolim no local. Claro que seus colegas da situação revidarão esticando redes de trapézio por todo o recinto. Nisto se resume a política do país. Coisa de circo.
Este sou eu, na casa do Pedro Novaes (GYN), do jeito que o diabo gosta – mas não a
Cássia, minha namorada… A foto é do Paulo Paiva e vê-se, da esquerda pra direita: eu, Luciana, Juliana Naves, Leon Rabelo e Andréa Leão. Aliás, peraí: diabo? Não, do jeito que o Pai gosta e a Cássia também. (Com Pedro, Paulo e Leon.) A propósito, minha calça foi um presente da estilista Carol Martins, da Galeria Ourofino, Rua Augusta, São Paulo. Interessados, procurem-na.
E por falar no J. Toledo, verei se em breve coloco no site da Hilda o depoimento que ele escreveu a respeito dela para o Blocos on line. Aliás, a Ana Peluso, que parece ser do mesmo planeta que eu, também fez sua homenagem.
Já que comentei sobre dois excelentes artistas plásticos que conheci recentemente (Luiz Costa e Siron Franco), decidi pagar um mico e mostrar umas das telas que pintei em Brasília (1996), enquanto cursava artes-plásticas na UnB. Eu a chamo de “Borboleta-Cacatua-Elefante”. :)) Caso vc preste um pouquinho de atenção, entenderá por quê. Ah, não adianta ninguém querer comprá-la, pois pertence à minha irmã, que é arquiteta, e que atualmente a usa para “decorar” sua sala de estar.

