Arquivo para November, 2005




03/11/2005

Mirisola, o demônio

yuri vieira, 12:05 am
Filed under: escritores,literatura,Religião

Veja abaixo o futuro encontro do escritor Marcelo Mirisola com o Senhor Yama, o Plutão dos hindus, senhor da morte, que encaminha as almas para seus devidos lugares(loka)… 😉
Mirisola diante do Senhor Yama
(Continua…)

02/11/2005

Garota de Ipanema no Google Earth?!

yuri vieira, 10:53 pm
Filed under: colírio,Humor

E um gaiato teve a manha de colocar um link na Keyhole para nos levar, através do Google Earth, até a garota de Ipanema

Cenários de Shakespeare

yuri vieira, 10:41 pm
Filed under: escritores,tecnologia

Taí uma tarefa levada a cabo por um nerd que curte literatura. Um francês colocou na comunidade Keyhole (Google Earth) – num único arquivo – links que levam a 85 lugares citados em diferentes peças de William Shakespeare.

Do “blog” do Monteiro Lobato

yuri vieira, 6:37 pm
Filed under: escritores,livros

Trecho do livro Mundo da Lua, no qual Monteiro Lobato reuniu anotações de seu diário (estou mantendo a grafia do autor, sem acentos “inúteis” e outras coisinhas mais):

Quadros da vida

Tarde linda ontem. Conversamos á janela, eu e o Quim, sobre a ação ideologica de Rui neste país e sobre a ascenção ininterrupta da grande figura nacional.
– Sobe sempre…
– Já aquele desce sempre, observou Quim.
Referia-se ao Pedro Inchado, mendigo habitual da nossa rua. Lá vinha ele, todo farrapos, imundo. Ha mendigos decentes, que guardam a compostura da miseria. Este perdeu tudo e é no moral tão roto como no fisico. Sem camisa – um trapo de paletó sobre o couro gafeirento; sem ceroulas – vêem-se-lhe pedaços de perna pelos buracos da calça imunda. Passou por nós e apanhou uma ponta de cigarro.
– Desce sempre. Ha meses pilhei-o querendo apanhar um cigarro; olhava para os lados a ver se era observado. Perdeu já este ultimo pudor…

Loterias

Contou-nos um velho vendedor de loterias coisas curiosas de sua vida de bufarinheiro de esperanças. Desde mocinho só fez aquilo: vender a esperança da riqueza. Já deu duas sortes grandes e varias pequenas. Uma vez…
– Uma vez aconteceu um caso interessante. A sorte andou por cá procurando quem a quisesse. Ninguem a quis. Vendi todos os bilhetes que tinha, menos um, o premiado. Para não ficar com esse encalhe, dei-o a um compadre meu que seguia para S. José. “Venda-o por lá.” Assim foi. Um sitiante comprou-o no caminho, mas achou feio o numero e vendeu-o a um guarda-livros de lá, muito boa peça, rapaz serio, trabalhador, pai de tres filhos. Nesse mesmo dia saiu-lhe a sorte – cem contos.
O moço foi ao Rio receber o dinheiro e lá ficou meses, a meter o pau no cobre.
Voltou um perdido, um bebado, e hoje anda por aqui, rolando…
– Por aqui? Como se chama?
– Pedro. É o Pedro Inchado, não conhece?

Homenagem ao José Mojica Marins

yuri vieira, 6:02 pm
Filed under: cinema,Política

Uma notícia para o dia de Finados: acabo de falar ao telefone com a Neide – escudeira do José Mojica Marins – e ela me disse que ambos estão viajando esta semana para Brasília, onde o “Zé do Caixão” receberá a medalha de Honra ao Mérito Cultural das mãos do nada honorável Lula. (O “nada honorável” é meu, não dela ou do Mojica.) O fato é que o Mojica merece, já estava passando da hora de ser reconhecido oficialmente. (Se é que isto tem lá alguma importância…)

Direita e esquerda

yuri vieira, 4:37 am
Filed under: Política

Taí o Olavo de Carvalho afugentando as trevas de sobre esses termos políticos tão mal compreendidos



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