blog do escritor yuri vieira e convidados...

Categoria: Política Page 44 of 83

O guru da NOM

O guru da Nova Ordem Mundial:

Quando o Prof. Peter Singer afirma resolutamente os direitos humanos das galinhas, estendendo às diferenças entre espécies animais o mesmo preceito que obteve tanto sucesso no que diz respeito às diferenças entre culturas, ele está sendo rigorosamente kantiano.

The Right Brothers

“Quem fala?”

“Yuri.”

“Bom dia, Yuri, bem-vindo à Rádio Direita Volver. O que você faz da vida, bicho?”

“Sou escritor.”

“Claro, claro, hoje em dia, quem não é, né?”

“#%&”

“O que você vai querer ouvir?”

“Eu quero aquela música do The Right Brothers, ‘Bush was right’.”

“Beleza, já tá no laser. Vai dedicar a alguém?”

“Yes, cara, quero dedicar à minha querida amiga Jamila, de Brasília!”

“Ok, Yuri, forte abraço. Jamila – nome bonito, hem, deve ser uma gata de esquerda – essa é pra você!!”

(Se estiver muito lento, clique aqui e assista a um trecho do clipe.)

A letra:

A casa, o caseiro e o chefe

    A casa.
    (Já andei muito de bicicleta por ali…)
    O caseiro:
    [audio:http://www.estadao.com.br/ext/som/2006/mar/15/caseiro.mp3]

Vamos votar

Dizem que este site – VotaNet – previu o resultado do referendo sobre as armas com maior eficácia que o Ibope, CNTSensus, DATAFOLHA e semelhantes, o que é estranho, já que a maior parte da população brasileira está fora da Internet. Em todo caso, o site agora quer saber em quem vamos votar para presidente do Buragiru. Entre lá e contribua.

Libertários, estatistas, Friends, Jivago e Islã

Aaah, então o Daniel também tem crenças absolutas: “o indivíduo é pura ficção”, diz ele, num comentário ao texto do Paulo. A autoconsciência humana e o livre-arbítrio são, portanto, segundo essa perspectiva, desvios virtuais da nossa existência absolutamente animal e coletiva: não temos individualidade, somos meramente a “espécie humana”. Interessante mais essa confissão do nosso amigo, com a qual discordo. Mas ele tem razão em certo aspecto. No estágio em que estamos, sem um fiozinho sequer de Estado, cairíamos mesmo na barbárie, e como prova disso basta uma greve da polícia, que aliás já experimentamos.

Eu, porém, considero o Estado um tipo de gesso sobre o esqueleto fraturado da sociedade.

Venezuela em transe (5 vídeos)

Eis o prefeito de Caracas, Juan Barreto, apoiando a desapropriação de edifícios – aquela coisa bem comuna – e dizendo para a repórter que ela não sabe o que é jornalismo (ou seja, puxa-saquismo esquerdista) e que “invasor” é um termo que deve ser usado para designar ricos que precisam de terras para jogar golfe. Termina a entrevista incitando o “pôvo e a póva” contra a jornalista.

A meleca do Berlusconi

O crítico cara-de-pau

Depois de aparar a barba com uma plaina, como normalmente faz todo político brasileiro, o senador Aloizio Mercadante, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT (o partido que vem mentindo descaradamente para o país desde que assumiu a Presidência), criticou José Serra. Do Globo Online:

“Como ele afirmou reiteradas vezes e assinou até um documento afirmando que não deixaria a prefeitura, só nos resta concluir que ele passou um cheque sem fundo para a população de São Paulo. A palavra é tudo na política. E Serra mentiu. A mentira é a maior prova da falta de decoro na política e é motivo para cassação”.

O trecho do “fico”

Trecho do debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo, em 2004 [se preferir vê-lo, clique aqui]:

Apresentador Boris Casoy – “O senhor ou a senhora, aceita assumir neste momento, o compromisso de cumprir integralmente o seu mandato na prefeitura e recomendar ao eleitor que se isso ocorrer (o não cumprimento do mandato) não votem mais no senhor ou na senhora?”

Resposta de Serra – “Assumo esse compromisso como já assumi, embora alguns candidatos adversários possam dizer que vou sair candidato a presidente da República ou governador, etc. Não. Meu propósito, minha determinação, meu compromisso é governar São Paulo por quatro anos. Planejar a cidade com seriedade, administrar com competência, ampliar os serviços públicos, atender as pessoas que mais precisam. Este é o meu compromisso como prefeito, essa é a minha determinação. Isto eu farei caso eu seja eleito durante quatro anos.

Boris Casoy – “E se o senhor não fizer, o senhor recomendará que o eleitor não vote mais no senhor?”

Serra – “Estou assumindo o compromisso nos termos que você disse…”

Boris Casoy – “Perfeito”.

O general

Do Estadão:

General da carteirada defende o golpe militar de 64

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