Será que meus colaboradores haviam esquecido que eu, o editador deste blog, continuarei urantiano mesmo com a presença deles? (“Yurantiano”, dirá o Daniel.) Pois é, fiquem eles sabendo que o HAL9000 retornou dos confins do espaço e, após passar por uns maus bocados, também ele veio proclamar, de cima dos telhados digitais, o amor do Pai Universal por seus desencaminhados filhos terráqueos, quero dizer, urantianos.
Para saber (em português) o que foi que o HAL9000 aprendeu após sofrer um boot da parte do Dave – não há nada como uma experiência de quase-morte – clique no link abaixo. (Por favor, amigos, respeitem a minha loucura e eu respeitarei as respectivas.)

Se eu ainda tivesse a cabeça que tinha quando, nos anos 80, acompanhava o movimento punk – inclusive indo a shows dos Inocentes, Garotos Podres, Replicantes, Cólera, etc. – se eu tivesse essa cabeça, estaria loucamente apaixonado pela fase vocalista da Juliette Lewis, aquela lolita que conhecemos no filme Cabo do Medo. Pena que essas garotas doidinhas já não me assustam mais. (A gente sempre se apaixona por quem nos causa temor y temblor. Ultimamente a Teresa de Ávila me parece infinitas vezes mais espantosa.)
Mas até que a banda