Meu Deus, a leitura de Górgias, de Platão, faz a gente ter verdadeiros intelectorgasmos.
Foi realmente uma experiência das mais interessantes apertar a mão do Zé do Caixão horas antes da entrega do Oscar…
Quem quiser conhecer as primeiras ilustrações criadas pelo desenhista Túlio Caetano para meu livro A Tragicomédia Acadêmica, clique aqui.
A comunidade que fiz, no Orkut, para meu livro “A Tragicomédia Acadêmica” está com 256 membros. Obrigado a todos pelo apoio.
Passei uma semana com meu amigo Pedro Novaes, na Chapada dos Veadeiros, rodando a primeira parte de um documentário idealizado por ele. Excelente viagem!
Se tudo correr bem, em breve este site terá, além de mim, outro hóspede – Túlio Caetano -, e conseqüentemente sofrerá algumas mudanças visuais pra lá de criativas. Aguarde…
Este blog andou meio devagar de Dezembro pra cá por dois motivos: o servidor caiu por quase quinze dias; algumas mudanças na estrutura do site estão a caminho. Logo mais retomarei o ritmo anterior. Feliz 2005 a todos!
E fui informado pela namorada de um amigo – psicanalista lacaniana – que Carl Gustav Jung é considerado por eles, os lacanianos, um psicótico. Engraçado, eu sempre pensei que ele fosse um artista – vc já viu os quadros dele? – um grande artista brincando de psicólogo…
Falando em livros que não recomendo a ninguém, também quero desrecomendar A ratazana, um tijolo de mais de 400 páginas do Günter Grass, que li como quem curte uma azia ou uma má digestão. Fique longe dele, é muito pentelho. Vc encontrará apenas as meditações de uma ratazana a explicar por que os ratos herdaram a Terra dos malditos humanos. Parece interessante, mas não é. Os capítulos que narram os protestos dos personagens de contos de fadas – chapeuzinho vermelho, Lobo mau, João e Maria, etc. – contra a devastação ambiental da Floresta Negra, só pode empolgar mesmo a um militante do Green Peace. Não tem graça. Como alguém pode usar uma linguagem, que beira o desenho animado, sem humor? Tá doido, muito pé no saco. Anos atrás, assisti a uma adaptação do livro O Tambor, do mesmo autor. O filme é muito interessante, embora já não me lembre com muita exatidão das peripécias do tal garoto que não cresce. Já o livro, se for tão seco e teutônico quanto A ratazana, tampouco me interessa.
[Ouvindo: Stand by Me – The Beatles
“Eu tentei criar uma experiência visual, que ultrapassasse os limites verborrágicos e penetrasse diretamente no subconsciente com conteúdo emocional e filosófico… Eu tive a intenção de que o filme fosse uma experiência intensamente subjetiva, que alcançasse o espectador em um nível interno de consciência, como faz a música… Você é livre para especular como quiser sobre o significado filosófico e alegórico do filme.”
(Stanley Kubrick)
