O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados…

Categoria: Religião Page 19 of 30

Profecias e Papas

O texto abaixo não é meu. Eu o recebi por email da GataLoca, uma amiga do Rio. Não sei se suas informações procedem, mas ao menos valem pelo tema.
{}’s Yuri

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São Malaquías, bispo e santo irlandês nascido em Armagh, em 1094, teve suas profecias publicadas pela primeira vez em 1595, que estão compostas por 112 lemas papais, a partir de Celestino II, eleito Pontífice
em 1130, até o “fim dos tempos”.

Muitos dos lemas escritos por São Malaquias são de interpretação direta, permitindo claramente a correspondência a determinado pontífice.

Outras exigem uma interpretação mais complexa, pois muitas vezes os termos usados para mencionar o papa são simbólicos e relacionados a atitudes e comportamento, ao invés de indicar o local de nascimento ou a origem religiosa.

Como se poderia esperar, as visões de Malaquias sobre todos os papas de sua época até “o fim” foram originalmente escritas em latim.

Dentre os papas de identificação simples, temos os seguintes:

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Paranóia

Escrevi ontem que o Arinze era o cardeal com mais cara de Papa e agora a Ana Lúcia Vasconcelos me diz que, antes do apocalipse, virá o Papa Negro. Eita. Cadê o meu Prozac?

Francis Arinze

De todos os cardeais sobre os quais li, acho Francis Arinze o mais, digamos, papável. (Aliás, nenhum deles tem cara de Papa, não é?)E digo isso não por ele ser negro, claro, nem por parecer apetitoso (papável?!), mas pelo espírito que deixa entrever em suas palavras. Vi uma entrevista com ele, num documentário, que muito me agradou. Bom, o Espírito Infinito, a Mente Cósmica, sabe mais do que todos nós. Espero que os cardeais consigam fazer o download das informações…

Primeira pedra

O melhor comentário sobre o “fato” de o nosso Presidente Mula ser um homem, segundo ele mesmo, “sem pecados” é do Percival Puggina: se o dito cujo tivesse cruzado com jesus, dois mil anos atrás, teria sido o primeiro a lapidar a mulher pecadora…

A morte

“Sócrates: (…) se eu não acreditasse, primeiro, que vou para junto de outros deuses, sábios e bons, e, depois, para o lugar de homens falecidos muito melhores do que os daqui, cometeria uma grande erro por não me insurgir contra a morte. Porém podes fiar que espero juntar-me a homens de bem. Sobre esse ponto não me manifesto com muita segurança; mas no que entende com minha transferência para junto de deuses que são excelentes amos: se há o que eu defenda com convicção é precisamente isso. Esse motivo de não me revoltar a idéia da morte. Pelo contrário, tenho esperança de que alguma coisa há para os mortos, e, de acordo com antiga tradição, muito melhor para os bons do que para os maus.”
(Fédon, de Platão.)

Theo van Gogh

Eis um artigo de Daniel Pipes, “um dos maiores especialistas em Oriente Médio, Islã e terrorismo islamista da atualidade”. Trata da “educação pelo assassínio” dos holandeses.

Eternamente

Acho muito cômica a reação indignada de alguns de meus amigos à minha convicção na eternidade da vida. Será tão ruim assim viver para sempre? Ou melhor: será tão horrível ser para sempre meu amigo? O Dante, meu ex-sócio no estúdio, é um dos poucos que encaram a idéia como um fato. E um dos poucos com quem consigo elaborar planos cósmicos…

Escriveitor em 28 dias

O interessante do Gmail é que o robot da Google usa o texto dos emails para direcionar sua discreta publicidade. Estive conversando com o Pastor Carl — do site Believe (excelente, fala de toda religião e seita conhecida)– e ele me falava de como o Livro de Urântia, para ele, não passa de uma ótima ficção científica. Pronto, aí vem o Gmail com a propaganda desse Como escrever um livro em 28 dias… Hum, tem até um método conhecido como “mega quick character creation”(Tabajara?). 🙂 Cada um…

Sem livre-arbítrio?!

Em conversa com amigos “relativistas absolutos” percebi um detalhe que, não sei por que, nunca me havia ocorrido: há gente que não acredita que exista, em nível algum, o livre arbítrio da alma humana. Eu sabia que muita gente achava a tal “alma” um mero emaranhado de sinapses, um complexo e, por que não?, ordinário “processo” eletroquímico que finda com o corpo. Mas daí a ter de ouvir que não há livre arbítrio algum, mesmo enquanto materialmente ativo… puts, foi uma novidade. Para eles, o livre arbítrio – a liberdade de decisão! – é um mito, uma aparência que varia da mais enganosa e falsa liberdade à absoluta ausência de alternativas. E, detalhe, me deixaram entender que a medida é: quanto mais pobre for a pessoa, menor será seu nível aparente de livre arbítrio, até a miséria, onde a pessoa é absolutamente prisioneira das circunstâncias. Marxistas, claro. E tiveram a falta de simancol de me dizer que um garimpeiro nunca decidiu ser um garimpeiro, mas que a vida, a sociedade, o empurrou até o garimpo. (Discutíamos sobre o assassinato, por parte de índios, de um grande grupo de garimpeiros. Eles diziam que ambos não tiveram alternativas: os garimpeiros de ir fazer outra coisa, os índios, de não matar!!)

Mas – peraí!! – não é que eles, em certo ponto, têm alguma razão? Sim, têm, embora não percebam a arapuca em que se metem com isso. Se fôssemos somente esse sistema mecânico, eletroquímico ou sei lá eu, não poderia haver realmente livre-arbítrio. Seríamos como computadores a esperar o toque de dedos extrínsecos a nós que nos impulsionassem para lá e para cá. Mas o que eles não percebem é que já fomos “digitados” – vide o teto da Capela Sistina. Sem a alma não haveria livre-arbítrio e eles sequer poderiam decidir a tomar uma opinião distinta.

As besteiras que a gente tem de ouvir…

Único vício

Apenas Deus aplica certo em veias tortas…

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