O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados...

Acredite, senão…!

Abdullah AzisDeixa só essa turma “anti-caricatura do Maomé” encontrar essa HQ do cartunista Abdullah Azis: “Mohammed’s Believe It or Else!” O título é um trocadilho com aquele programa (primeiro de rádio, depois de TV) “Ripley’s Believe It or Not!“, traduzido por aqui como Acredite se quiser. Uma tradução razoável seria: “O ‘Acredite, senão…!’ do Maomé”

O Faithfreedom é um site que já citei algumas vezes. Trata-se de um site de ex-islâmicos que gostam do islamismo mil vezes menos do que qualquer judeu.

Na ilustração acima:

Um anjo não pode entrar numa casa se um cachorro estiver lá. A venda de gatos está proibida. Eles não podem ser animais de estimação.

“Mate todos os cães e gatos!”

Voip Stunt

Eu vivo falando das grandes vantagens do SkypeOut – que nos permite ligar do computador para qualquer telefone do mundo, seja fixo ou celular -, mas para quem fala muito com o restante do planeta, o melhor mesmo é o Voip Stunt. No SkypeOut, você deve comprar dez euros de crédito e ir gastando esse montante durante seis meses. Cada cidade possui uma taxa diferente. Acabando os créditos, é preciso apenas entrar no PayPal e comprar mais. Já no Voip Stunt não. Você paga dez euros apenas como taxa de inscrição e passa a falar quantas horas quiser. Menos dentro do Brasil, claro. Para falar aqui é preciso pagar. (Ao menos por enquanto.)

Ameaça às articulistas

Este blog possui quatro mulheres colaboradoras há mais de um mês: a Jamila Gontijo, a Benedita Pimenta, a Rosa Maria Lima e a Cássia Queiroz. Até agora apenas as duas primeiras publicaram um post cada. Liberem esses textos aí, muiezada! Você me enrolam e depois ainda sou obrigado a ficar lendo emails me acusando de presidente do clube do bolinha

É por essas e outras que eu, o eDitador, proclamo: enquanto vocês não se tornarem colaboradoras assíduas irei publicar imagens de mulheres objeto.

Eis a primeira, do ilustrador espanhol Luis Royo:

Não sei por que, mas chamo essa imagem de “O escritor mauzão e sua leitora boazinha“…

O Polêmico Decano da Direita

Terminando o giro do fim de tarde pelos blogs, o Smart Shade of Blue também viu a matéria na Folha de hoje, mas parece que não achou tão disparatada. Ele apenas a reproduz. Por outro lado, notou que o Olavo de Carvalho – uma entrevista com ele se segue à dita matéria – também tem seu mensalão

Mídia sem Noção

Jesus Cristo e todos os santos me acudam! Alguém, além do Alexandre Soares Silva, viu essa matéria na Folha sobre a emergência da “nova direita”. É preciso reproduzi-la aqui na íntegra, tamanho o disparate. Nessas horas, fica difícil discordar do Mídia sem Máscara e do Diogo Mainardi. Sobrou até pro coitado do Gianetti. Leia a matéria e depois não deixe de ver a hilária crítica do Alexandre a ela.

Lavando a Égua e a Alma

O Persegonha, do Leite de Pato, respondendo a um leitor abusado que, por acaso, era petista:

Petista, meu caro, vi o seu primeiro comentário sobre o FHC (ex-presidente cuja política econômica É RIGORASAMENTE A MESMA DE LULA) e fiquei um pouco estarrecido.

1. Você me chama de reacionário. Foda-se se pensa assim. Talvez eu seja mesmo. Como Nelson Rodrigues, como Churchill, como Paulo Francis e outros, o que muito me orgulha, pois se eles são reacionários, estou do lado certo: da defesa da liberdade de expressão, da democracia burguesa (o que de melhor se inventou em termos de se escolher governos), da livre iniciativa, enfim dessas coisas que transformam, por exemplo, uma Coréia do Sul, que há 50 anos atrás era uma espécie de Haiti da Ásia, num dos países mais ricos do mundo.

Quem vigia os que vigiam os que vigiam?

Não estou sozinho.O Accuracy in Media, ONG americana que monitora a ação da imprensa, também reclamou do tratamento dado pela mídia (no caso, a americana) ao episódio da caçada do Dick Cheney (eu comentei o assunto aqui e aqui).

Fiquei conhecendo esta instituição e seu site pelo post do Yuri sobre Fidel e a morte de JFK. Será que não há uma iniciativa que se proponha este papel que seja realmente neutra? Porque esses camaradas, pelo tom e conteúdo de suas publicações, têm evidentemente inclinação conservadora. Apesar de aparentemente não admitirem isso, são uma espécie de Mídia sem Máscara norte-americano, que vê uma orientação esquerdista – ou, mais que isso, um complô de esquerda – na mídia nacional. Ponto para a versão brasileira, que abertamente expõe sua orientação e motivações.

A tragédia do estudante…

Do artigo A tragédia do estudante sério no Brasil, do Olavo:

A inteligência, ao contrário do dinheiro ou da saúde, tem esta peculiaridade: quanto mais você a perde, menos dá pela falta dela.

Para quem optar por tornar-se um autodidata…

O processo é trabalhoso, mas simples: cumprir as tarefas tradicionais do estudo acadêmico, dominar o trivium , aprender a escrever lendo e imitando os clássicos de três idiomas pelo menos, estudar muito Aristóteles, muito Platão, muito Tomás de Aquino, muito Leibniz, Schelling e Husserl, absorver o quanto possível o legado da universidade alemã e austríaca da primeira metade do século XX, conhecer muito bem a história comparada de duas ou três civilizações, absorver os clássicos da teologia e da mística de pelo menos três religiões, e então, só então, ler Marx, Nietzsche, Foucault. Se depois desse regime você ainda se impressionar com esses três, é porque é burro mesmo e eu nada posso fazer por você.

Sinhozinho Fidel Castro

Voltou à tona a hipótese de Kennedy ter sido assassinado a mando de Fidel Castro. Veja o Telegraph, Accuracy in Media, Der Spiegel e, claro, o Olavo.

Google, Googol e Googolplexo

Sabe-se que Google é um trocadilho com a palavra ‘googol’. Sabe-se também que a empresa tem a ambição de abraçar todo o conhecimento humano, toda a informação – mas obviamente não abarcará o infinito. Que o diga Carl Sagan no livro Cosmos:

“Quando consideramos o seccionamento de uma torta de maçã até atingir a um único átomo, confrontamos com uma infinidade dos muito pequenos. E quando olhamos para um céu noturno, confrontamo-nos com uma infinidade dos muito grandes. Estas infinidades representam um regresso sem fim que continua não somente até muito longe, mas para sempre. Se nos colocarmos entre dois espelhos, por exemplo em uma barbearia, veremos um grande número de imagens de nós mesmos, uma a reflexão da outra. Não conseguimos ver uma infinidade de imagens porque os espelhos não são perfeitamente planos e alinhados, a luz não viaja infinitamente rápido e porque estamos no caminho dela. Quando falamos sobre infinidade estamos nos referindo a uma quantidade maior do que qualquer número, não importa o tamanho dele.

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