Nossa, como é difícil não dar risada sempre que ouço sobre o tal “escândalo da cueca”.
“Fiquei muito feliz com a escolha de Tarso Genro para a presidência nacional do PT. Como já provou exaustivamente, este incompetente arruinará ainda mais a imagem de seu partido, se é que ela pode ser mais arruinada do que já foi. Com tudo que até agora fez – isto é, nada – , Tarso Genro acrescentará à avassaladora onda de burrice, trapalhadas e roubalheiras desse partido a sua contribuição pessoal, a qual os gaúchos conhecem muito bem.”
(Charles London, no Mídia Sem Máscara.)
Nos próximos dias mudarei meu sistema de blog, já que me cansei da pentelhação dos servidores nos quais me meto. Afinal, sei que têm razão: o Movable Type, com sua mania de “reconstruir” páginas a cada hora, realmente sobrecarrega as CPUs. (E quando o site cai, sou obrigado a ouvir que sou um dos culpados.) Pois é, estou em dúvida entre o Nucleus, o b2evolution e o WordPress, todos em PHP, ao contrário do MT, que é em Perl. Será uma semana daquelas…
Se você é artista plástico, saiba que está oficialmente aberta uma nova modalidade de compor e expor seus trabalhos, aliás, um novo suporte material para o seu artefato artístico: a superfície do planeta Terra. Eu me arriscaria a chamar tal modalidade de Nazca Art, em referência aos estranhos desenhos do deserto de Nazca que só podem ser vistos por aviões, discos voadores ou… pelo Google Earth! No site da Keyhole, há mil e uma referências a textos e imagens que só podem ser vistos do céu e que obviamente são registradas pelos satélites da Google. Por que não começar a criar especificamente para os céus? Por que não criar com os satélites e os olhos dos internautas em mente? Veja alguns exemplos um tanto quanto toscos (a imagem se abrirá em pop-up): Triângulo no deserto(supostamente um alvo de treinamento da Força Aérea dos EUA); Labirinto numa plantação de milho; a sabedoria de Deus; Misteriosos círculos do deserto; God bless America (claro, claro…); uma mensagem dos mexicanos…
Nossa, mal escrevi a entrada anterior e já me escreveram dizendo que nem todo mundo tem um computador compatível com o Google Earth. É verdade, me desculpe. Então seguem duas fotos de satélite da Casa do Sol, a saudosa chácara da ascensionada Hilda Hilst: clique aqui para ver a primeira; e aqui para ver a segunda.
Quem quiser conhecer a chácara da Hilda Hilst – vista pelos satélites que alimentam o Google Earth – vá até esta página e baixe o arquivo anexo ao thread. Claro, após executar o referido programa.
O Paulo Paiva me enviou uma entrevista interessantíssima: “Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África!”. Nela, “o especialista em economia James Shikwati, 35, do Quênia, diz que a ajuda à África é mais prejudicial que benéfica. O entusiástico defensor da globalização falou com a SPIEGEL sobre os efeitos desastrosos da política de desenvolvimento ocidental na África, sobre governantes corruptos e a tendência a exagerar o problema da Aids”. Para ele, a ajuda da ONU e demais organismos internacionais “bonzinhos” apenas alimenta a corrupção dos políticos e funcionários públicos, estimula a indolência, quebra os incipientes mercados e impede uma maior interação econômica entre os países africanos.
No site da Keyhole, a empresa comprada pela Google, há mil e uma dicas de lugares para “visitar” através do programa Google Earth. Há desde bunkers da Segunda Guerra Mundial até o cemitério onde está enterrado H.P.Lovecraft, passando pelas mansões e ilhas particulares de celebridades. Ao encontrar um ítem de interesse no site da Keyhole, execute o Google Earth e, no site, clique em Anexo (attachment) para baixar o link. E boa viagem.
Criei uma comunidade no Orkut relacionada ao programa Google Earth, que manipula imagens de satélite de todo o planeta. A idéia é trocar coordenadas geográficas de curiosas formações naturais ou de indefinidas construções humanas. Como exemplo, dou as coordenadas para as Pirâmides do Egito (29d58’45.97″N, 31d08’02.26″E) e para as ruínas da UnB (15d46’22.15″S, 47d51’11.20″W), isto é, as ruínas de uma obra – provavelmente superfaturada – que não chegou a ser terminada por ter sido invadida pelas águas do lago Paranoá. (Os estudantes malucos da UnB a conhecem muito bem.) Em outros países as ruínas costumam ser indícios de civilizações antigas. No Brasil, provam a incompetência e a roubalheira de todos os governos contemporâneos…
