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Não foram nem todos os brancos nem todos os capitalistas os que brutalizaram os índios americanos. A espoliação dos índios – culminada em fins de 1880, quando as tribos sobreviventes do oeste foram aglutinadas em reservas – foi o resultado duma relação corrupta e imoral entre certos industriais do norte, particularmente das ferrovias subsidiadas pelo governo, e os políticos federais cujas carreiras eles financiavam e promoviam.
A erradicação dos índios das planícies pelo exército da União foi uma forma indireta de assistência corporativa para as companhias ferroviárias politicamente conectadas, que recrutaram os poderes coativos do Estado central para roubar a propriedade indígena enquanto se envolviam com uma política genocida. Tal como muitos cidadãos da atualidade, os índios foram vítimas do poder governamental, não do capitalismo ou da cultura européia, como insistem os historiadores politicamente corretos de hoje em dia.
Autor: yuri vieira Page 74 of 107
O Paulo Paiva, que esteve em Cuba com nossa amiga comum Andréa Leão, é que deveria contar essa história. Mas já que ele está enrolando – e tem mil outras cubanidades para narrar – vou contar ao menos essa, que muito me marcou. Ambos estavam em Havana, hospedados no apartamento de Alexey, um amigo cubano – que conheceram aqui mesmo no Brasil – e se preparavam para ir passar alguns dias com outros amigos do outro lado da cidade. Como Alexey (o amigo) tinha carro, imaginavam que ganhariam uma carona até lá. As malas feitas, a bagagem pronta, ouvem do anfitrião:
“Desculpe, não poderei levá-los, mas vocês vão conseguir um taxi fácil-fácil aí na rua”.
Andréa e Paulo acharam normal, tudo bem, disseram, não queriam incomodar o cara que certamente teria mais o que fazer. Mas Alexey permanecia constrangido, uma expressão de consciência pesada estampada no rosto.
Veja, no Digital Devil Story, mais uma boa sequência de cartuns sobre essa confa islâmica.

Este avião é que deveria ter sido comprado para o Lula e para sua comitiva. Aposto que teria sido muito mais barato. Sem falar que eles se divertiriam muito mais num desses périplos pela África. E nós também.
Deixa só essa turma “anti-caricatura do Maomé” encontrar essa HQ do cartunista Abdullah Azis: “Mohammed’s Believe It or Else!” O título é um trocadilho com aquele programa (primeiro de rádio, depois de TV) “Ripley’s Believe It or Not!“, traduzido por aqui como Acredite se quiser. Uma tradução razoável seria: “O ‘Acredite, senão…!’ do Maomé”
O Faithfreedom é um site que já citei algumas vezes. Trata-se de um site de ex-islâmicos que gostam do islamismo mil vezes menos do que qualquer judeu.
Na ilustração acima:
Um anjo não pode entrar numa casa se um cachorro estiver lá. A venda de gatos está proibida. Eles não podem ser animais de estimação.
“Mate todos os cães e gatos!”
Eu vivo falando das grandes vantagens do SkypeOut – que nos permite ligar do computador para qualquer telefone do mundo, seja fixo ou celular -, mas para quem fala muito com o restante do planeta, o melhor mesmo é o Voip Stunt. No SkypeOut, você deve comprar dez euros de crédito e ir gastando esse montante durante seis meses. Cada cidade possui uma taxa diferente. Acabando os créditos, é preciso apenas entrar no PayPal e comprar mais. Já no Voip Stunt não. Você paga dez euros apenas como taxa de inscrição e passa a falar quantas horas quiser. Menos dentro do Brasil, claro. Para falar aqui é preciso pagar. (Ao menos por enquanto.)
Este blog possui quatro mulheres colaboradoras há mais de um mês: a Jamila Gontijo, a Benedita Pimenta, a Rosa Maria Lima e a Cássia Queiroz. Até agora apenas as duas primeiras publicaram um post cada. Liberem esses textos aí, muiezada! Você me enrolam e depois ainda sou obrigado a ficar lendo emails me acusando de presidente do clube do bolinha…
É por essas e outras que eu, o eDitador, proclamo: enquanto vocês não se tornarem colaboradoras assíduas irei publicar imagens de mulheres objeto.
Eis a primeira, do ilustrador espanhol Luis Royo:

Não sei por que, mas chamo essa imagem de “O escritor mauzão e sua leitora boazinha“…
Do artigo A tragédia do estudante sério no Brasil, do Olavo:
A inteligência, ao contrário do dinheiro ou da saúde, tem esta peculiaridade: quanto mais você a perde, menos dá pela falta dela.
Para quem optar por tornar-se um autodidata…
O processo é trabalhoso, mas simples: cumprir as tarefas tradicionais do estudo acadêmico, dominar o trivium , aprender a escrever lendo e imitando os clássicos de três idiomas pelo menos, estudar muito Aristóteles, muito Platão, muito Tomás de Aquino, muito Leibniz, Schelling e Husserl, absorver o quanto possível o legado da universidade alemã e austríaca da primeira metade do século XX, conhecer muito bem a história comparada de duas ou três civilizações, absorver os clássicos da teologia e da mística de pelo menos três religiões, e então, só então, ler Marx, Nietzsche, Foucault. Se depois desse regime você ainda se impressionar com esses três, é porque é burro mesmo e eu nada posso fazer por você.
Voltou à tona a hipótese de Kennedy ter sido assassinado a mando de Fidel Castro. Veja o Telegraph, Accuracy in Media, Der Spiegel e, claro, o Olavo.
Sabe-se que Google é um trocadilho com a palavra ‘googol’. Sabe-se também que a empresa tem a ambição de abraçar todo o conhecimento humano, toda a informação – mas obviamente não abarcará o infinito. Que o diga Carl Sagan no livro Cosmos:
“Quando consideramos o seccionamento de uma torta de maçã até atingir a um único átomo, confrontamos com uma infinidade dos muito pequenos. E quando olhamos para um céu noturno, confrontamo-nos com uma infinidade dos muito grandes. Estas infinidades representam um regresso sem fim que continua não somente até muito longe, mas para sempre. Se nos colocarmos entre dois espelhos, por exemplo em uma barbearia, veremos um grande número de imagens de nós mesmos, uma a reflexão da outra. Não conseguimos ver uma infinidade de imagens porque os espelhos não são perfeitamente planos e alinhados, a luz não viaja infinitamente rápido e porque estamos no caminho dela. Quando falamos sobre infinidade estamos nos referindo a uma quantidade maior do que qualquer número, não importa o tamanho dele.
