blog do escritor yuri vieira e convidados...

Autor: yuri vieira Page 81 of 107

Vamos votar!

A escola de samba carioca Renascer de Jacarepaguá está preparando um desfile baseado na Divina Comédia de Dante Alighieri. Embora eu não veja lá muita graça em desfiles carnavalescos – em São Paulo conheci gente que tomava ácido ou ecstasy para simular essa “graça” e conseguir desfilar – embora não seja chegado, gostei da idéia: os caras estão promovendo um concurso para escolher os personagens que abraçarão o capeta lá nos quintos do Inferno. Para votar, basta enviar um email para contato@gresrenascer.com.br

Entre outros votei no José Dirceu e no Lula, é claro.

(Dica da Carol GataLôca.)

O Web Clip do Gmail

Eu sei que a maioria das pessoas fica babando quando vê esses selinhos ao pé dos blogs, esses onde se lê “syndicate” ou “RSS” ou “Atom“. (Aqui no Garganta tal selinho se chama “Kiss my RSS“.) Ninguém parece ter saco ou sei lá o quê para perceber que esses links podem nos poupar muito tempo. Ora, não é chato voltar àquele blog ou site de notícias e perceber que ele aiiiinda não foi atualizado? Pois é, eis a função dos RSS ou Atom feeds: as últimas publicações do site é que vêm até nós e não o contrário. Isso já foi mais que falado por aí afora. Mas eis que lá vem de novo o Google para simplificar e tornar tudo muito mais eficiente. Em seu Gmail, clique em Settings, depois em Web Clips e, na caixa de busca à esquerda, escreva por exemplo a URL deste blog – o Gmail encontrará o link RSS do Garganta. Mais tarde, sempre que vc abrir o webmail, verá logo acima da lista de emails as últimas publicações dos seus sites prediletos, incluindo este. (Não se esqueça de deletar boa parte daqueles feeds pré-gravados.)
Outra boa idéia é vc clicar no selo “Add to Google” e acrescentar o RSS feed deste blog ou à sua página pessoal do Google ou ao leitor de feeds do Google, o Google Reader.

Gargantas de fogo

Ontem fui embebedado e encharutado (Cohiba, hem, não pense besteira) por meus amigos Pedro Novaes, Paulo Paiva e Daniel Christino, que acabaram me convencendo – ainda estou convencido – de que será uma boa experiência transformar O Garganta de Fogo num blog coletivo. Assim, não se espante se, após os títulos das entradas, aparecerem nomes que não o meu. Tenho ainda mais duas ou três pessoas para convidar a participar deste projeto. Logo mais o perfil dos três estará disponível aí acima, no menu principal.

“Ei, eu também quero participar!!”

“Calma, señor Recóndito, vou pensar na sua proposta. Se eu a aceitar, por favor, não seja muito louco, hem.”

“Como diria o Diogo Mainardi, confie em mim…”

A página de U$1.000.000

Esperteza não falta a esse tal Alex Tew, de 21 anos de idade. Planejou ganhar um milhão de dólares para pagar a faculdade e, em apenas alguns meses, já está a ponto de amealhar o dobro. Como? Vendendo “pixels”, um milhão de “pixels” a U$1 cada. Está em seu site – The Million Dollar Homepage – e, segundo se vê em seu blog, quanto mais ele aparece em programas de TV e semelhantes, mais sobe a cotação de seus últimos “1000 pixels”. Na verdade, esses tais “pixels” não são outra coisa senão minúsculos banners para publicidade que aparecem na primeira página do seu agora visitadíssimo site. Nota dez em marketing pro figura.

Bestseller: a fórmula do sucesso Bestseller: la fórmula del éxito

Segundo o The Guardian, um grupo de estatísticos estudou a lista dos livros mais vendidos do New York Times e do BBC’s Big Read nos últimos 54 anos. Afora alguns detalhes de menor interesse, descobriram entre os bestsellers três fatores em comum:

eles possuíam títulos metafóricos ou figurativos ao invés de literais; a primeira palavra [do título] era um pronome, um verbo, um adjetivo ou um vocativo; e seu padrões gramaticais tomavam a forma ou de um caso possessivo com um substantivo [trata-se da língua inglesa], ou de um adjetivo e substantivo, ou das palavras Theof

O tal Dr Winkler afirma também ser possível, com essa fórmula, prever se um livro será ou não um bestseller em 70% dos casos. Hummm, sei, sei…

Según el periódico The Guardian, un grupo de estadísticos estudió la lista de los libros más vendidos del New York Times y del BBC’s Big Read en los últimos 54 años. Afuera algunos detalles de menor interés, han descubierto entre los bestsellers trés factores en común:

ellos poseían títulos metafóricos o figurativos y no literales; la primera palabra [de los títulos] era un pronombre, un verbo, un adjetivo o un saludo; y sus padrones gramaticales tenían la forma o de un caso posesivo con un sustantivo [se trata de la lengua inglesa], o de un adjetivo y sustantivo, o de las palabras Theof

El Dr Winkler afirma también ser posible, con esa fórmula, prever si un libro será o no un bestseller en 70% de los casos. Hummm, ya lo veo…

No Digestivo…

Numa das caixas entupidas de livros que trouxe de São Paulo, encontrei o último exemplar da primeira edição (1998) do meu livro A Tragicomédia Acadêmica. Enviei-o ao Julio Daio Borges, que conheci na festa do Digestivo. E agora ele publicou uma nota a respeito. Muchas gracias, hermano.

En medio a las docenas de libros que he traído de São Paulo, encontré el último ejemplar de la primera edición (1998) de mi libro La Tragicomedia Académica. La remití al Julio Daio Borges, que conocí en la fiesta del Digestivo Cultural, periódico del cual es editor. Y ahora él publicó una nota a respecto. Muchas gracias, hermano.

Um blog bilíngüe Una bitácora bilingüe

Acho que já deu pra notar que este blog está com a pretensão de tornar-se bilíngüe, né. Agora, além de textos em português (pra não dizer em brasileiro), e sempre que tiver saco, publicarei versões em castellano de cada entrada. Dentro de alguns anos – quando eu sair da minha fase Tarzã no inglês e no francês – quem sabe eu não venha a incluir mais essas duas línguas? Tudo é possível.

Vale lembrar que essa é minha forma de voltar a me aproximar da minha inesquecível e ótima família de intercâmbio equatoriana que, graças à minha eterna dureza, ainda não consegui rever. Les quiero y les estraño mucho!

Creo que ya está claro que esta bitácora pretende volverse bilingüe. Ahora, además de textos en portugués (para no decir en brasileiro), y siempre que me diera la gana, publicaré versiones en castellano de cada post. Dentro de algunos años – cuando yo abandonar mi fase Tarzan en el inglés y en el francés – quien sabe yo no venga a incluir aún estos dos idiomas? Todo es posible.

Debo decir que esa es mi manera de volver a me acercar de mi inolvidable y afectuosa familia de intercambio ecuatoriana que, gracias a mi eterna falta de plata, todavía no logré rever. Les quiero y les extraño mucho!

O que aprendi na Casa do Sol Lo que aprendí en la Casa do Sol

Não posso evitar. Cada vez que alguém me pergunta o que foi que eu aprendi lá na Casa do Sol, residência da falecida Querhilda Hilst, as primeiras respostas que me vêm à cabeça são as seguintes: com o Mora Fuentes (escritor) aprendi a fazer um ótimo peixe assado; com o Bruno Tolentino (poeta) aprendi que é preciso cortar a couve bem fininha, senão ela não se casa bem com a feijoada (fizemos juntos ao menos umas quatro feijoadas); com o Guttenberg, amigo da Hilda e professor na USP, finalmente descobri como é que se faz um bom café; com o Chico (o caseiro) fiquei sabendo que realmente tem gente comendo rato (assado) no sertão deste país e que não há nada melhor do que um “zoião” frito; e, finalmente, com a Hilda… puts, com a Hilda não aprendi bulufas, afinal, ela não sabe sequer fritar um ovo, isto é, não sabe fazer nem mesmo um zoião…

Do resto eu falo outra hora.

No lo puedo evitar. Cada vez que alguien me pregunta que fue lo que yo aprendí allá en la Casa do Sol, residencia de la fallecida escritora Hilda Hilst, las primeras respuestas que me vienen a la cabeza son las siguientes: con el escritor Mora Fuentes aprendí a hacer un excelente pescado al horno; con el poeta Bruno Tolentino aprendí que es necesario cortar la col bien delgadita, de lo contrario ella no se casa muy bien con la feijoada (hicimos juntos por lo menos unas cuatro feijoadas); con Guttenberg, amigo de Hilda y profesor de la USP, finalmente descobrí como se hace un buen café; con Chico (el casero) me dí cuenta de que realmente hay gente comiendo ratas (al horno) en el sertão de Brasil y que no hay nada mejor que un “zoião” frito; y, finalmente, con Hilda… carajo, con Hilda no he aprendido cosa alguna, pues ella no sabía siquiera freir huevos, o sea, no sabía hacer siquiera un zoião

De lo restante hablaré después….

A entrevista do Gabeira

Só agora o Gabeira abriu o bico para dizer o que muitos já afirmavam séculos antes da eleição do presidente Mula:

“Lula parece um daqueles grandes cafajestes, extremamente simpáticos, envolventes, que nos emocionam, mas nos enganam o tempo todo.”

“Não há mais conteúdo transformador nenhum. A única preocupação deles é se manter no poder. Querem ter um carro preto oficial e as garotinhas correndo atrás com o microfone querendo ouvir o poder”, critica. “Dói ver os antigos amigos se transformarem em pessoas mesquinhas que vivem dando chutes para ninguém chegar perto e ameaçar o poder deles.”

Meu ex-editor Mi ex-editor

Taí uma entrevista com o Ryoki Inoue, escritor que está no Guiness o Livro dos Recordes como o escritor mais prolífico do mundo (escreveu cerca de 1070 livros) e que, de quebra, editou meu primeiro livro em 1998. Ele dizia que o dito cujo venderia como água… (Sei, sei.)
En el sitio No Mínimo, hay una entrevista con el escritor brasileño Ryoki Inoue , que está en el Libro Guiness de los Records como el escritor más prolífico del mundo (escribió cerca de 1070 libros), y que además también fué mi primer editor. Él decía que mi libro La Tragicomedia Académica se iba a tener un futuro promisor… (Sí, sí, claro.)

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