blog do escritor yuri vieira e convidados...

Categoria: Política Page 51 of 83

Google Watch


Para quem curte uma paranóia, nada como uma passada pelo site da Google Watch, um site cheio de textos e argumentos assustadores para quem, assim como eu, é usuário de diversos serviços da Google. Por exemplo: você sabia que ao deletar para sempre um email do Gmail ele só desaparece do seu webmail virtualmente? Ou seja, segundo esses caras tudo o que você deleta continua disponível para o staff da Google, do qual, aliás, fazem parte ex-funcionários da CIA e da famigerada National Security Agency. Que meda, hem.

Negócio da China: como funciona

Antônio C. Veloso, irmão do meu cunhado, é empresário do ramo de autopeças. Recentemente participou de um encontro, em São Paulo, com representantes de indústrias chinesas interessadas no mercado brasileiro. Passadas as formalidades e o grosso da reunião, sentou-se a conversar com um desses negociantes. A certa altura veio à tona a observação, corrente entre nós, a respeito da baixa qualidade dos produtos importados da China e o impacto destruidor de seus baixos preços.

China prende George W. Bush…


…mas ele escapa.

Desse Marxismo até meus companheiros de blog compartilham…

Do historiador (marxista) João Fragoso, na Folha de S. Paulo (via Gustibus):

Mais radicais que o [Fernando] Novais são seus seguidores atuais, que eu chamo de xiitas. Que querem sublinhar alguma coisa que nos anos 60 já havia sido descartada, as teorias da dependência, no sentido amplo. Aqui e talvez a Venezuela são os únicos lugares no mundo em que ainda se leva a sério isso. Você tem aí um ranço que é da Guerra Fria.

Isso é uma coisa. A outra é que ainda se acredita que as pessoas são criaturas de um modo de produção — ou das estruturas. Você tem o capitalismo, e as pessoas se comportam conforme essa estrutura. Ele é gestado, conseqüentemente as pessoas têm que ter um comportamento pertinente àquilo que o capitalismo algum dia será. As pessoas são tratadas como marionetes.

Turismo Indígeno-Estatal

O Cássio, grande amigo antropólogo, já me havia recomendado, mas, apesar da convivência constante e dos muitos amigos índios, eu nunca tinha tido a oportunidade de fazer uma visita à sede da Funai em Brasília.

No começo desta semana, em função de negociações para um projeto de documenário que, em breve, espero poder divulgar aqui, finalmente pude conhecer o mundo surreal da burocracia indigenista brasileira.

Nós, os idiotas

Vale à pena reproduzir aqui artigo de hoje, na Folha, do Cláudio Weber Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil. Aliás, o Cláudio tem também um blog que é de acompanhamento obrigatório.

Acham que somos idiotas?

CLAUDIO WEBER ABRAMO

A entrevista que o ex-deputado Roberto Jefferson concedeu à revista “Carta Capital” há alguns dias traz um trecho que merece atenção mais detida. A horas tantas, disse o sr. Roberto Jefferson o seguinte: “Eu quero deixar claro que o recurso [o caixa clandestino de Furnas] não sai do caixa da empresa. Isso é da relação com as empresas que fornecem serviços à empresa. É assim em todas as estatais. Por isso os partidos se digladiam pelas nomeações. Sempre foi assim”.

O verdadeiro inimigo dos índios El verdadero enemigo de los indígenas The real enemy of american indian people

Excerto de um artigo de Thomas J. DiLorenzo:

(…)

Não foram nem todos os brancos nem todos os capitalistas os que brutalizaram os índios americanos. A espoliação dos índios – culminada em fins de 1880, quando as tribos sobreviventes do oeste foram aglutinadas em reservas – foi o resultado duma relação corrupta e imoral entre certos industriais do norte, particularmente das ferrovias subsidiadas pelo governo, e os políticos federais cujas carreiras eles financiavam e promoviam.

A erradicação dos índios das planícies pelo exército da União foi uma forma indireta de assistência corporativa para as companhias ferroviárias politicamente conectadas, que recrutaram os poderes coativos do Estado central para roubar a propriedade indígena enquanto se envolviam com uma política genocida. Tal como muitos cidadãos da atualidade, os índios foram vítimas do poder governamental, não do capitalismo ou da cultura européia, como insistem os historiadores politicamente corretos de hoje em dia.

No podemos tener amigos!

O Paulo Paiva, que esteve em Cuba com nossa amiga comum Andréa Leão, é que deveria contar essa história. Mas já que ele está enrolando – e tem mil outras cubanidades para narrar – vou contar ao menos essa, que muito me marcou. Ambos estavam em Havana, hospedados no apartamento de Alexey, um amigo cubano – que conheceram aqui mesmo no Brasil – e se preparavam para ir passar alguns dias com outros amigos do outro lado da cidade. Como Alexey (o amigo) tinha carro, imaginavam que ganhariam uma carona até lá. As malas feitas, a bagagem pronta, ouvem do anfitrião:

“Desculpe, não poderei levá-los, mas vocês vão conseguir um taxi fácil-fácil aí na rua”.

Andréa e Paulo acharam normal, tudo bem, disseram, não queriam incomodar o cara que certamente teria mais o que fazer. Mas Alexey permanecia constrangido, uma expressão de consciência pesada estampada no rosto.

Mais e mais e mais… ai.

Veja, no Digital Devil Story, mais uma boa sequência de cartuns sobre essa confa islâmica.

O avião do Lula

O avião do Lula

Este avião é que deveria ter sido comprado para o Lula e para sua comitiva. Aposto que teria sido muito mais barato. Sem falar que eles se divertiriam muito mais num desses périplos pela África. E nós também.

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