O Garganta de Fogo

blog do escritor yuri vieira e convidados…

Categoria: colírio Page 2 of 4

Cabelo sujo?

Minhas irmãs me disseram que ela está com os cabelos sujos. Alguém se importa?

Where are the girls?

Fernanda

Aproveitando e explicitando a onda (re)introduzida pelo Fiume, voltamos a implorar por maior presença feminina neste blog. Eu nem ia falar nada sobre isso, mas quando me deparei com este ensaio da sempre número um no meu ranking de mulheres lindas Fernanda Lima, não resisti. No Paparazzo.

Um filósofo na Playboy

Leia o artigo aqui.

Signorina Lavelle

A pedido não direi seu nome real, mas posso dizer que finalmente conheci uma brasileira boa de papo no Second Life: Signorina Lavelle. Ela é cheia de viagens mirabolantes e, sendo filha de argentinos, me pediu para conversamos apenas em espanhol. Quando comentei que fui convidado a me retirar de uma região porque tratava-se duma área para lésbicas, me disse: “Uê, registra outro nome no site do Second Life, entra como mulher e vai lá”. Tão óbvio… Por que eu não pensara nisso antes? Aliás, já comecei meu laboratório como mulher. Criei uma avatar de forma a me deixar… hmmmm… excitado. Sim, o efeito é devastador. Os homens se jogam aos pés da minha personagem. Muitas mulheres também. (Sou uma mulher linda, inteligente, irônica e fatal, hehe.) Um londrino chegou a se oferecer como professor particular para ajudar a melhorar meu inglês, o que aceitei de pronto. Muito louco estar pela primeira vez “do lado de lá”, do lado da “coisa mais linda que eu já vi passaaaaar”. A beleza feminina, mesmo a virtual, deixa a todos completamente retardados. Tudo bem, eu também fico pasmado frente à beleza real delas, mas me cuidarei mais no mundo do Second Life. Vai saber se a linda garota aí no monitor, lá do outro lado da rede, não tem um peito mais cabeludo que o deste maquiavélico escritor…

Não direi o nome da minha avatar nem mostrarei sua foto porque quero sacanear alguns amigos. Imagine que engraçado se ela seduzisse o Daniel Ahmed, por exemplo, e o fizesse transar virtualmente. Seria a “Brincadeira do Copo II – a Missão”… Rindo, contei meus planos diabólicos à bela signorina Lavelle. A figura, mais que depressa, começou a me presentear com alguns vestidos sedutores. Apenas uns três ou quatro, claro, ela não pretende me encontrar por aí usando a mesma roupa. Ganhei um igual ao que ela usa nesta foto no Santuário do Rock.

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Ossos do ofício

Uma das maiores dificuldades que um anjo enfrenta – principalmente quando é um anjo caído – são as missões periódicas no Inferno. Sei que preciso orientar essa gente para que eu mesmo volte a ascender. Mas a força da gravidade nesses abismos é muito forte…

Gatas israelenses

Se você quiser viver seguro em São Paulo, no Rio de Janeiro ou em qualquer outro canto desse nosso país sem lei, case com uma garota israelense.

O último espetáculo da diva

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Estas fotos fazem parte de um ensaio do fotógrafo americano Bert Stern para a Vogue. Foram feitas poucos dias antes da morte de Marilyn, em 5 de agosto de 1962 — a revista as publicou no dia seguinte. Stern a fotografou num quarto de hotel, num clima de estúdio improvisado, e construiu imagens marcadas por muita sensualidade e espontaneidade, como se vê. As fotos pertencem a colecionadores privados. Valem hoje uma fortuna.

Uma curiosidade: marcas vermelhas foram feitas pela própria diva nos negativos das imagens que ela não aprovou.

Boy’s toys

[Este é um post ligeira e inofensivamente machista]
Aconteceu num domingo…

Dirijo pela Faria Lima. Paro no semáforo na Rebouças. É um sinal demorado. Olho para o carro que pára ao meu lado. Desvio os olhos para o sinal. Vejo de novo o carro. Olho então à minha volta. Penso se não estariam filmando. Talvez fosse um comercial. Ou uma pegadinha, não sei. Mas nada vejo que comprove isso.

Volto os olhos para o carro. De novo para o sinal. De novo para o carro. No meu outro lado, minha namorada nota o que está acontecendo. Fico ligeiramente constrangido. Acho que ela também está surpresa.

“Pode olhar”, diz ela.

É, penso. A chance de isso acontecer de novo deve ser pequena. Volto os olhos para o carro. É uma Ferrari. Vermelha — vermelho-ferrari, entende? Ao volante, uma loira. No banco do passageiro, uma morena. No de trás, outra loira. São jovens. Todas bonitas. Bem bonitas. Beeemmm bonitas, quero dizer. Estão felizes. Sorriem. Gargalham.

O sinal abre. O carro parte. Parto também. Sigo o meu caminho.

“Brinquedo de menino”, diz minha namorada.

É… Quatro deles, penso.

O sumiço das meninas

Bom, parece que as meninas deste blog andam sumidas de novo. Então…

Aline Morais

A maravilhosa Aline Morais.

Feia, feia, feia

Feia

E tem mais…

(Via Alexandre Soares Silva)

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