É verdade, tenho preferido fazer brincadeiras a respeito da campanha e do bocó do Lula do que partir para a crítica direta. Percebi que as pessoas – até mesmo amigos – confundem uma visão fria e lúcida dos fatos com insensibilidade para com os tais “excluídos” e, quem diria, até mesmo com desamor. Como se o amor necessitasse da política para renovar o mundo. Como Krishnamurti, creio que “a revolução fundamental é revolucionar-se” e que “a única revolução real é o amor”. (E é claro que eu sei que Deus Pai é que é o amor.) Não entrarei na questão de por que acho o Lula um completo farsante. Aliás, não apenas ele, mas todos os candidatos são péssimos, todos têm a semente do totalitarismo em suas almas. Ou partem de um populismo raso (Garotinho) ou vivem sob as asas do marxismo (Serra, Lula, Ciro, etc.). E o marxismo até hoje se diz “científico”, dono da verdade, mas – como já dizia o Jacques Bergier (um dos pais do realismo fantástico) – “o marxismo é tão científico quanto o lobo é avó“.
Enfim, se esse Lula for eleito – Deus nos livre! – vamos ver quanto tempo levará – e quantas merdas ele precisará fazer – para que seus equivocados eleitores se arrependam amargamente por tê-lo escolhido. Podem anotar o que digo…
PS.: Clique na imagem para ouvir o discurso do Lula…
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Atualização de 2010: já que deletaram o arquivo de áudio original, eis o discurso no YouTube…

Amigos, fiquei mais de uma semana sem conseguir enviar emails, fazer uploads e FTP, graças ao conluio entre Anatel e provedoras de acesso. Como já disse antes, sei que não é tecnicamente necessário que paguemos, além da companhia telefônica, uma provedora para acessarmos a Internet via ADSL. Acontece que a ANATEL nos obriga a essa venda casada: conexão rápida da companhia telefônica mais conteúdo da provedora, no caso, Terra e UOl. (Quando uma dá pau passo pra outra. E como elas dão pau!!! É uma vergonha.) Mas tentarei não falar mais desse assunto que ya me tiene podrido!
Semana passada assisti ao documentário dos irmãos Jules e Gedeon Naudet sobre o atentado ao World Trade Center. (Para um documentarista, nada como estar no lugar certo na hora certa – aliás, para os não-documentaristas, hora mais que errada.) Semelhante testemunho só seria rivalizado por alguém que tivesse filmado o naufrágio do Titanic ou, para ser mais exato – já que, indo além do que diz Baudrillard, um atentado terrorista pode parecer mas não é um evento da natureza, é só maldade mesmo -, ou por alguém que tivesse filmado a noite de 23 de Agosto de 1572, a Noite de São Bartolomeu, quando, instigado por sua mãe (Catarina de Médicis), o rei Carlos IX ordenou que se executassem todos os Huguenotes, todos os protestantes que se encontravam em Paris para o casamento de sua irmã com Henrique de Navarra. Morreram cerca de 25.000 pessoas. A grande diferença entre esses atentados de origem pseudo-religiosa estaria apenas na pirotecnia do mais recente, uma vez que este não se igualou ao primeiro, em número de vítimas, por uma mera questão de horário. E o mais interessante é que muita gente pressentiu o acontecimento…