The Wall
Nós, do Garganta de Fogo, fizemos uma vaquinha e pagamos alguns milhões de dólares pelo direito de veicular o filme The Wall, de Alan Parker, com Pink Floyd. Desfrutem…
Nós, do Garganta de Fogo, fizemos uma vaquinha e pagamos alguns milhões de dólares pelo direito de veicular o filme The Wall, de Alan Parker, com Pink Floyd. Desfrutem…
Matar um homem é uma coisa
infernal. Você tira tudo o que ele tem
e o que poderia ter ![]()
Meu amigo Daniel Chistino, que colabora neste blog, tem toda a razão: eu também sou um herege. Mas já que, além de ser herege, também sou presunçoso posso dizer: sou herege apenas para quem ainda não aceitou o novo upgrade da Revelação Divina, o que evidentemente é muito diferente da heresia de perverter a Tradição por não tê-la compreendido. Porque, engulam ou não engulam os ateus e agnósticos, e menos ainda as diversas espécies de crentes de não importa quais doutrinas tradicionais, Deus não pode se revelar por inteiro, duma só vez, a nós paupérrimos terráqueos. “Não atire pérolas aos porcos”, já dizia nosso Mestre e Senhor deste Universo. Por isso, a Revelação, isto é, o download de informações, ideais, valores e conceitos divinos, só vai sendo feita na Terra aos poucos, de acordo com a capacidade de processamento médio das mentes mortais. O Corão já criticava, desde o século VII, aqueles que, ao ouvirem novas revelações, ousam dizer: “fábulas dos tempos antigos” (Corão 6:25). E olha que o Corão não passa de um patch de segurança para mentalidades tribais que ainda se encontram muito abaixo da visão de mundo judáica…
Bem, tudo isso é para dizer que, à luz do Livro de Urântia, nada mais ridículo, estúpido, canhestro e insensato que toda essa preocupação e balbúrdia em torno de O Código Da Vinci, de Dan Brown. Protestar contra esse livro? Exigir sua proibição? Ou ainda pior: dar-lhe um crédito para além da categoria entretenimento? (Continua…)
Ao Pedro e à Juliana, meus votos de toda a felicidade do mundo… Meu presente:

Os Apaixonados, de Pablo Picasso
Via Gata-lôca.
O Olavo está certo, no Brasil a vida imita o humorismo…
Do MSM:
Uns vinte anos atrás, Roberto Campos perguntado sobre qual seria o destino do Brasil no caso de Lula ser eleito presidente, disse que haveria duas saídas: Galeão e Cumbica. Não sei se a vida imita a arte. Mas no Brasil ela imita cada vez mais o humorismo.
Taí um artigo que resume muito bem o tom duma conversa que tivemos – eu, o Olavo, sua filha e alguns amigos deles – numa churrascaria em São Paulo, nos idos de 1999 ou 2000.
Na próxima semana, em São Paulo, ocorrerá o Seminário Internacional Democracia Liberal, cujo objetivo é
Apresentar a visão de um grupo de intelectuais e dirigentes de diversas organizações de distintos países sobre as questões da Democracia, Liberdade e o Império das Leis e oferecer uma contribuição para políticas específicas baseadas nos princípios liberais para a América Latina.
Para mais informações, clique aqui.
O amigo Paulo Guicheney – que aliás irá compor a trilha sonora do curta-metragem que rodarei com a Cássia Queiroz – enviou este convite para o Concerto de Música Brasileira com a Orquestra Sinfônica Jovem da Educação.
PROGRAMA
Solista: Lorena Aires Felipe
Regente: Eliseu Ferreira
Release:
(Continua…)
O Diogo Chiuso, do blog O Expressionista – no qual aliás contribuo – publicou uma entrevista com o âncora Boris Casoy. Vale a leitura. (Mas não se esqueça de reler o artigo do Boris, publicado na Folha, onde ele defende o impeachment do Lula.)
Dia 13 de Maio, nosso bróder e colaborador Pedro Novaes se casará com nossa bela sister Juliana. Sim, mais dois a obedecer o “crescei e multiplicai-vos”. Monteiro Lobato, em cartas a seu amigo Rangel, costumava fazer críticas ao casamento e ao conseqüente fim da liberdade que só o solteiro supostamente tem. Claro, ele tinha apenas vinte e poucos anos de idade e não sabia de quase nada. Porque, depois que se casou com Purezinha (“linda e mais inteligente do que eu”), descobriu que os solteiros é que vivem escravizados à idéia de encontrar “a escolhida” ou, o que é pior, escravizados à perene necessidade de arranjar outra, mais outra e ainda outra provisória cara metade. Tal é o grilhão que prende o ego à concepção de que a experiência se ganha com quantidade e não com qualidade de relações. Quem está casado, descobriu ele, se abre ao mundo inteiro e ao além; quem está solteiro só pensa no sexo oposto, pensamento este que ofusca todos os demais…
Francis Ford Coppola, por seu turno, falou algo muito próximo disso em sua entrevista ao James Lipton no Inside Actors Studio. Ao ser indagado se seu casamento precoce não atrapalhou sua carreira, disse que muito pelo contrário, que, se não tivesse se casado tão cedo, teria demorado muito mais para realizar seus projetos, porque a família o fez colocar os pés no chão e finalmente avançar, a passos largos, pela realidade, pois os filhos precisavam comer, a vida tornou-se urgente. De fato, Coppola disse que fica impressionado cada vez que ouve um jovem diretor ou roteirista afirmando que pretende primeiro construir uma carreira estável para só depois se casar. Disse ele: “Apenas minha mulher e meus filhos me deram a motivação e a inspiração necessárias para fazer os filmes que fiz. Tenho pena desses jovens que pensam o contrário…”
Por fim, há também a excelente frase do tio dum amigo meu de São Paulo. Diz ele: “Homem que não casa, vira um traste…” Eu, por exemplo, estou em pleno processo de trastização…
Enfim, que Deus abençoe sua união, Pedro e Juliana. Sejam felizes e, antes de felizes, sejam a força um do outro. Se um dia eu me tornar um homem trilhardário – ahahahahaha, pobre de mim – comprarei um quadro como este do Marc Chagal para vocês:

Besos y abrazos
del amigo
Yuri
Esta animação (gif) eu recebi da Tatiana Ribeiro:

Não é bacaninha? Pena que só fique nesse eterno retorno oriental…
Eis a entrevista da linda, talentosa, inteligente, cheia de humor e sortuda Natalie Portman no Inside the Actors Studio.
Veja abaixo a segunda e a terceira parte.
(Continua…)
Caros, vocês acompanharam a cobertura do julgamento do Pimenta Neves? Gostaria de saber qual análise os Gargantas — com textos, não comentários neste post, por favor — e seus leitores fazem do comportamento da mídia sobre o caso. Afinal, podemos dizer que ele era um dos caras mais poderosos da imprensa na época do crime. E, please, é preciso dar nomes aos bois, isto é, citar o meio de comunicação. Abraços. R.
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